O GRANDE INÍCIO – PARTE 08

Deus X Titãs

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Vamos dar um foco na linha de tempo da nossa história: A Bíblia nos diz que Abraão chegou em Canaã 430 anos antes do Êxodo. Com o Êxodo acontecendo em 1446 a.C., isso coloca Abraão em Canaã em 1876 a.C., na mesma época da situação política nebulosa na Mesopotâmia que levantou os Amorreus no controle.

Então, vamos revisar:

  • O reino Amorita da Babilônia é fundado: 1894 a.C.
  • Abraão chega em Canaã: 1876 a.C.
  • Isaque nasce de Sara: 1851 a.C.
  • Isaque se casa com Rebeca: 1811 a.C.
  • Hammurabi é coroado rei da Babilônia em Eridu: 1792 a.C.
  • Jacó e Esaú nascem: 1791 a.C.
  • Abraão morre: 1776 a.C.
  • Os Hyksos tomam o Baixo Egito: 1750 a.C.
  • Jacó chega ao Egito: 1661 a.C.
  • Ahmose tira os Hyksos do Egito: 1550 a.C.
  • Moisés lidera o Êxodo: 1446 a.C.
  • Josué lidera a Conquista: 1406 a.C.

Interessante né!? O domínio amorreu da Mesopotâmia começou justo quando Deus chamou Abraão e o dirigiu a Canaã? E que a Babilônia atingiu o pico do seu poder com a ascenção de Hammurabi o Grande na mesma época em que Jacó e Esaú nasceram?

Na mesma época, um estado de idioma semita e adorador de Ba’al emergiu para pegar o controle do norte do Egito pouco antes da chegada da casa de Jacó. Será que isso não seria, vocês sabem, uma coincidência se os Hyksos que governavam o Baixo Egito fossem amoritas também?

Bem, sim, seria se acreditássemos em coincidências. E como aconteceu, e os estudiosos viram, na verdade, eles acreditam que os Hyksos eram amoritas.

O rei mais bem conhecido dos Hyksos, Khyan, é atestado de inscrições encontradas ao longe no Egito como Ciro e a Bagdá dos dias modernos (provavelmente originada na Babilônia). Um rei Amorita com o mesmo nome, soletrado Hayanu, é listado numa genealogia como um distante ancestral de Samsi-Adad e a casa real do antigo reino Assírio.

Estudiosos também notaram fortes similaridades nas práticas de enterro dos Hyksos e vários reinos Amoritas, especialmente a prática do sacrifício de burros para serem enterrados com pessoas importantes e sob os portais das novas construções.

Então sim, é uma estranha coincidência, caso você acredite em teorias de coincidências. De outra forma, parece que uma mão invisível ou mãos invisíveis moveram os Amoritas numa posição do Egito e Canaã pouco antes da chegada dos Israelitas: quase que como se os tivessem colocado ali para esperarem pelo povo escolhido de Deus.

Também é notável que enquanto os Anakim eram confirmados em Canaã por fontes extra bíblicas do Egito, os Anakim não haviam sido encontrados em nenhum outro lugar no antigo Oriente Próximo.

Mas agora vocês sabem que não somos teóricos de coincidências. Coloquemos todos esses tópicos históricos um pouco mais difíceis. Por que Deus liga o tempo do retorno de Israel à iniquidade dos Amorreus / Amoritas?

Temos estabelecido que os Amoritas fundaram a Babilônia. Isso é amplamente documentado na história, inquestionável pelos estudiosos seculares. Os Amoritas também estão ligados por gravados históricos a uma tribo chamada de Tidnum / Tidanum, que parece ter uma reputação fortemente militar, e problemática o bastante para fazer os reis sumérios da Mesopotâmia construírem uma muralha bem grande numa tentativa fútil de mantê-los longe. Isso também é solidamente documentando na história.

A Bíblia liga os Amoritas aos Anakim (Deuteronômio 2:10-25). A campanha da Transjordânia foi focada em dois reis amorreus, Sihon e Ogue, que eram lembrados como sendo gigantes. Lembrem-se que o rei amorita Ogue foi chamado de o último dos Refaim (Deuteronômio 3:11). Textos encontrados através da Mesopotâmia identificam os Tidnum / Tidanum como uma tribo de Amoritas. Em Ugarit, eles eram chamados normalmente de Ditanu ou Didanu. E esses textos são normalmente no contexto de ancestrais mortos venerados, especialmente os mortos reais honorários.

A cidade-estado de Ugarit, normalmente descrita como cananeia pelos professores da Bíblia, era mais corretamente um reino Amorita. As tábuas encontradas pelos arqueólogos têm fornecido uma riqueza de conhecimento sobre o antigo hebraico e a história do período ao redor do tempo do Êxodo. E algumas das conexões entre a história secular, a Bíblia e o reino sobrenatural são absolutamente fascinantes.

Por exemplo, um texto funerário identificado como KTU 1.161, ou RS 34.126 (designações que identificam a tábua em questão), claramente conecta a tribo Amorita dos Didanu (Ditanu / Tidnum / Tidanum) com os Refaim bíblicos: num ritual para evoca-los dos mortos!

Liturgia do “Sacrifício das Cinzas”: Vocês são evocados, Oh Refaim da terra, Vocês são invocados, Oh conselho dos Didanu! Ulkn, o Raphi’, é evocado; Trmn, o Raphi’, é evocado; Sdn-w-rnd é evocado; Tr’llmn é evocado, os Refaim da antiguidade são evocados! Vocês são evocados, Oh Refaim da terra, Vocês são evocados, Oh conselho dos Didanu!

É, eu sei! O que?

Estudiosos que olham esse texto de uma perspectiva secular, tendem a vê-lo como uma curiosidade acadêmica, uma janela dentro da psicologia das pessoas que viveram há 3.500 anos atrás. Mas como cristãos, filtrá-lo através das lentes da verdade é ter uma figura completamente diferente.

apkallu-annunaki-300x220Nesse ritual, os Refaim, que incluía um conselho dos Didanu, eram invocados para acompanhar o rei que recentemente havia morrido em Ugarit, Niqmaddu III, para o submundo. Eles também estavam ali para abençoar o novo rei, Ammurapi III, que, embora provavelmente não sabia disso, foi o último rei de Ugarit. Seu reino estava para ser tomado pelos então chamados Povos do Mar em torno de 1.200 a.C.

Os Refaim e o conselho dos Didanu eram aparentemente invocados para transmitir poder ao rei de vencer a morte, e fazer do rei vivente um dos rpum: os Refaim. Assumindo que esse ritual não era uma invenção para Ammurapi, e evidências da Babilônia sugerem que não era, parece que os rituais de coroação dos reis amorreus de Ugarit (e talvez outros reinos amorreus) invocavam os reis ancestrais mortos, os quais eles identificavam como os Refaim.

Imagine um ritual como esse em frente à Casa Branca no Dia da Inauguração (dia da posse), pois é, na verdade isso acontece!

Agora apertem os cintos, pois iremos lidar com algumas coisas desafiadoras no resto desse capítulo. A maioria do que se segue veio de um documento publicado em 1999 pelo estudioso Amar Annus da Universidade de Tartu, Estônia, cuja pesquisa sobre as origens da Mesopotâmia de temas esquisitos do Velho Testamento, como os Sentinelas e o pecado que cometeram, é impressionante.

Para os iniciantes, Annus concluiu que a raíz semita ocidental para a palavra Refaim, mrp’, parece ser a origem da palavra grega merops. A palavra pode ter um significado semelhante em ambas as línguas, “curador” ou “curando”.

Kos, uma ilha no sudeste do Mar Ageu na costa da Turquia, foi formalmente chamada de Meropis, devido à Merops, um primeiro rei mítico da ilha. Merops era conhecido como um autóctone, um habitante original daquela terra, aquele que brotou das rochas e árvores, diferente de um estrangeiro que se assentou lá. Seu povo, então, foram os Meropeses. O ponto chave é que Merops, Meropis e os Meropeses todos derivam da raiz semita mrp’.

Também encontramos essa raiz como a base da frase meropes anthropoi. Essa frase foi usada pelo poeta grego Hesíodo em seu famoso poema Obras e Dias para descrever os homens que viveram numa antiga Era de Ouro.

“Antes de tudo os deuses imortais que habitavam o Olimpo, fizeram uma raça dourada de homens mortais que viveram nos tempos de Cronos, quando ele reinava no céu. E eles viveram como deuses sem tristeza no coração, longe e livres de trabalho e sofrimento: a idade miserável não ficava sobre eles; mas com pernas e braços que nunca falhavam eles se casaram com exageros além do alcance de todos os males. Quando eles morreram, se pensava que eles haviam sido derrotados pelo sono, e eles tinham todas as coisas boas; pois a frutífera terra não os impedia de terem seus frutos abundantemente e sem parar. Eles habitavam em calmaria e paz sobre suas terras com muitas coisas boas, ricos rebanhos e amados e abençoados pelos deuses”.

Hesíodo, Obras e Dias

Quem eram esses meropes anthropoi? Homero nomeou alguns deles em Odisséia: Teseu, que matou o Minotauro em Creta; Ageu, o mítico fundador de Atenas; Polífemus, o gigante canibal filho de Poseidon, um dos Cíclopes; Caneus, um guerreiro noturno invulnerável, transformado de mulher em homem por Poseidon; Dryas, líder de uma tribo que lutou uma longa guerra com os Centauros; e por aí vai.

O importante é que Hesíodo menciona que os meropes anthropoi se tornavam, depois que morriam, em daimones, embora ele os visse de maneira mais favorável do que os judeus e cristãos veem os demônios:

“Mas depois que a terra se cobriu com essa geração: eles são chamados de espíritos puros habitantes da terra, e eram gentis, libertando dos males, e guardiões dos homens mortais; pois eles perambulam por todos os lugares da terra, vestidos de névoa e vigiando os jugos e atos cruéis, doadores de riquezas…

Hesíodo, Obras e Dias.

O Livro de Enoque oferece uma explicação bem diferente para a origem dos demônios:

ENOCH_6X9_hi-rez-667x1024 “E agora, os gigantes, produtos dos espíritos e da carne, devem ser chamados de espíritos malignos sobre a terra, e a terra deverá ser sua habitação. Espíritos maus procederam de seus corpos; pois eles nasceram dos homens com os santos Sentinelas foi o seu início e origem primeira; eles são espíritos mais na terra, e espíritos malignos devem ser chamados. (Pois os espíritos do céu, no céu deve ser a sua habitação, mas para os espíritos da terra que nasceram sobre a terra, na terra deve ser a sua habitação). E os espíritos dos gigantes afligem, oprimem, destroem, atacam, lutam e fazer a destruição sobre a terra, e causam problemas: eles não se alimentam, mas sua fome e sede nunca cessam, e causam ofensas. E esses espíritos se levantam contra os filhos dos homens e contra as mulheres, pois eles procederam delas.

1 Enoque 15:8-12

Assim sendo, entre Hesíodo e Enoque, podemos conectar os meropes anthropoi, os homens da Era de Ouro, até os Nefilim, os filhos dos Sentinelas caídos. Ambos viveram durante a era pré-diluviana, e ambos, depois da morte, se transformaram em espíritos errantes chamados de demônios. Só que a visão grega dos daimones era mais favorável do que a judaica (ou mesopotâmica em questão) no entendimento dos demônios.

Sem mais a dizer, essa é mais uma das enganações psicológicas do Inimigo.

Cronos, Saturno para os romanos, era o rei de uma raça de deuses chamados de Titãs, que reinaram supremos depois que Cronos derrotou seu pai Urano (causando um prejuízo extremo: Cronos o castrou com uma foice). A raça dourada de homens criadas pelos Titãs foi a única que viveu durante o reino de Cronos. Sabendo que ele poderia ser deposto depois por seus filhos, Cronos tentou preservar seu reinado ao comê-los logo que nasciam. Zeus foi separado desse destino por sua mãe, Rhea, que deu a Cronos, obviamente um comilão não muito exigente, um pedregulho embalado num cobertor. Quando Zeus cresceu, ele libertou seus irmãos e liderou uma guerra para destruir o velho tirano. Os Titãs foram derrotados e presos no Tártaro.

Então, através da ligação entre a raiz semita mrp’ e a palavra grega meropes, temos uma conexão entre os Nefilim e os homens heroicos da Era de Ouro de Cronos, os meropes anthropoi, “os heróis da antiguidade, homens de fama”.

Agora, voltemos à Bíblia: Ogue, “remanescente dos Refaim”, governou a terra de Basã, um território que incluía o Monte Hermon, o lugar onde os Sentinelas rebeldes desceram. Em Deuteronômio 1:3, Josué 12:4-5, e Josué 13:12, nos é dito especificamente que Ogue “viveu em Asterote e em Edrei e governou sobre o Monte Hermon”. Edrei foi o lugar de batalha entre Israel e as forças de Ogue. E um dos textos Ugaríticos, o KTU 1.108, confirma a ligação entre Ogue e os Refaim como moradores do submundo.

“Que Rapiu, rei da eternidade, beba vinho, que ele beba, o poderoso e nobre deus, aquele que governa em Athtarat (Asterote), o deus que reina em Edrei, o qual pega e toca a lira…”

KTU 1.108

Em outras palavras, os Amorreus de Ugarit acreditavam que um deus chamado Rapiu, uma forma no singular da palavra rpum (Refaim), governava exatamente o mesmo território de Ogue, rei de Basã. E uma vez que Rapiu, o rei da eternidade, estava ligado aos Refaim, os ancestrais honrados mortos, o reino de Ogue ao redor do Monte Hermon era essencialmente um portal para o submundo.

Aqui vai outro dado interessante a apontarmos: em ugarítico, Basã, pronunciado pelos ugaritas com um “th” ao invés de um “s”, significa “lugar da serpente”: uma lembrança ao rebelde divino, o nachash, de Gênesis 3. Lembrem-se de Isaías 14, o nachash foi banido para o Sheol onde os reis mortos das nações residem. Teria isso acontecido em Basã?

Mitos cananeus oferecem outra ligação entre Ogue e os Refaim: Danel (o equivalente ugarítico ao nome hebraico Daniel), o herói de um mito cananeu chamado A Lenda de Aqhat, é descrito nessa história como sendo mt rpi. De acordo com Amar Annus, mt rpi, que significa “o homem dos Refaim”, é um equivalente linguístico de meropes anthropoi. Isso especificamente liga a raça dourada de homens da era de Cronos, isto é, os Nefilim, aos Refaim, e então ao conselho dos Didanu.

Mas lembrem-se: Danel também é chamado de mt hrnmy, que significa “o homem de Hermon”.

Isso. Aquele Hermon.

Então agora podemos ligar os Refaim bíblicos, os míticos meropes anthropoi da Era de Ouro de Cronos, os Nefilim, os Sentinelas de Gênesis 6, e o misterioso conselho dos Didanu, o qual, lembrem-se, era provavelmente o nome de uma antiga tribo de Amoritas clamada como os ancestrais dos reis de Ugarit, Assíria e Babilônia.

Essa é uma boa hora para mostrarmos que o malfadado Ammurapi III de Ugarit mencionado acima, compartilhava um nome com o rei mais famoso do velho império babilônico, Hammurabi. Os estudiosos tipicamente traduzem seis nomes, ammu rapi, como “meu parente é um curandeiro”. Isso nos leva à possibilidade do significado de “curandeiro” da raiz semita rpi.

Embora esse autor não seja um estudioso de línguas semitas antigas, no contexto daquilo que já estudamos, um entendimento mais correto de Ammurapi / Hammurabi talvez seja “meu parente é um Raphi”: um dos Refaim.

Se vocês perceberem, já devem ter visto onde isso irá nos levar. Mas para deixar gravado, vamos deixar tudo bem claro: o nome de um ancestral de várias casas Amoritas, Dedan, cujos descendentes eram chamados de Didanu, Tidanum, e suas variantes, é o mesmo nome de onde os gregos derivaram a palavra titanes: de onde temos o nome Titãs.

Dedan é um nome atestado na Bíblia. Dedan e Sheba são lugares no oeste da Arábia mencionados várias vezes pelo profeta Ezequiel (falaremos sobre isso mais tarde). É também o nome de um dos líderes da rebelião de Corá contra Moisés, Datã (vejam Números 16).

Um dos netos de Ninrode se chamava Dedan, talvez não seja coincidência. Poderia seu nome ser em homenagem aos Titãs, os antigos deuses que desceram no Monte Hermon no passado distante? Dadas as últimas ligações entre os Amoritas e os Refaim, e o conhecimento pré-diluviano trazido de volta ao mundo pelo reino Amorita da Babilônia, essa especulação há de ser levada em conta.

Mesmo que nunca tenhamos certeza de que o Dedan possa ter se tornado sinônimo dos antigos deuses, ou motivo pelo qual os amorreus carregaram a crença de que eles fossem seus herdeiros, podemos documentar a conexão entre os Sentinelas da Bíblia e os Titãs do mito grego.

Quando os Olimpianos derrotaram os Titãs, Zeus os baniu para o Tártaro, um lugar de tormento para os maus ainda mais baixo que o Hades, assim como a terra está abaixo do céu. É exatamente esse o endereço atual dos Sentinelas que desceram no Monte Hermon.

Pois se Deus não poupou os anjos quando estes pecaram, mas os lançou ao inferno e os aprisionou em correntes na profunda escuridão para serem mantidos ali até o julgamento.

2 Pedro 2:4

A palavra grega traduzida em “os lançou ao inferno” é o verbo tartaroo, que literalmente significa “jogado abaixo ao Tártaro”. Esse é o único uso dessa palavra no Novo Testamento. Hades, enquanto isso, é mencionado quase que uma dúzia de vezes, duas vezes por Jesus. Isso é o que distingue o Hades do Tártaro, o qual é aparentemente reservado como um lugar especial para a punição dos anjos que pecaram. E o único exemplo explícito de anjos pecando na Bíblia é Gênesis 6:1-4, que é confirmado nas passagens de 2 Pedro e por Judas, que claramente liga a punição dos anjos ao pecado sexual.

Além do mais, os estudiosos judeus que traduziram as escrituras hebraicas para o grego duzentos anos antes do nascimento de Jesus, num texto chamado de Septuaginta, entendiam a ligação entre os Refaim e os deuses pagãos. Em 2 Samuel 5, os estudiosos traduziram o lugar da batalha de Davi contra os Filisteus, emeq rapha, como o Vale dos Titãs.

Então, os Titãs da mitologia grega eram os “anjos que não permaneceram em sua própria posição de autoridade”, os Sentinelas de Gênesis 6. Eles estão presos no Tártaro, mantidos em “correntes eternas sob a total escuridão até o julgamento do grande dia”. Seus filhos, os Nefilim, cujos espíritos são os demônios que praguejam a terra até os dias de hoje, eram as cinzas dos Sheol, os Refaim, que eram invocados em rituais pelos reis Amoritas que acreditavam que eles eram seus ancestrais honrados mortos.

Sério?!

Será que agora a frase “a iniquidade dos Amorreus” começa a fazer mais sentido?

CONTINUA: JESUS VS OS APKALLU!

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