O GRANDE INÍCIO – PARTE 04

BABEL, O ABISMO E O PORTAL DOS DEUSES

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Nem todas as montanhas na história do mundo são naturais, formadas pela movimentação de placas tectônicas ou algo como as aberturas catastróficas das “fontes do abismo”. A Torre de Babel era um desses montes artificiais. Babel foi a tentativa humana de forçar um caminho de volta para dentro do conselho divino.

Em Babel, a humanidade tentou invadir o castelo de Deus.

Por gerações, professores da Bíblia bem-intencionados têm apresentado a história de Babel como um objeto de lição contra os perigos do orgulho. Aquelas pessoas idiotas eram tão arrogantes que achar que poderiam construir uma torre alta o bastante que chegasse ao céu!

Com todo o respeito a esses professores, isso é um insulto à inteligência de nossos ancestrais, pense sobre isso. E isso cria uma bagunça na cabeça das pessoas na igreja que querem saber por que Yahweh ficou tão ofendido com esse projeto. Sério? Deus é tão inseguro assim?

Vejam, se grandes egos foram o bastante para trazer Deus à Terra, Ele nunca a teria deixado.

Babel não foi uma questão de Deus apenas derrubar algumas pessoas que subiram muito em seus saltos. A pista para o pecado de Babel está no nome.

Lembrem-se, os profetas hebreus amavam jogar com as palavras e a linguagem. Frequentemente encontramos palavras na Bíblia que soam como o original mas fazem uma afirmação: por exemplo, Belzebu (“senhor das moscas”) ao invés de Belzebub (“Ba’al o príncipe”), ou Ish-bosheth (“homem de uma coisa vergonhosa”) ao invés de Ishabaal (“homem de Ba’al”). Da mesma maneira, as palavras do acadiano original bab ilu, que significa “portal de deus” ou “portal dos deuses”, é substituída na Bíblia por Babel, que é baseada na palavra hebraica que significa “confusão”.

Agora, temos um pouco de informações erradas que devem ser corrigidas sobre a Torre de Babel. Contrário ao que já ouvimos, Babel não estava na Babilônia.

Esse é um erro fácil de cometer. Os nomes se parecem, e a Babilônia é facilmente a cidade mais famosa do mundo antigo. Ela também tinha uma má reputação, especialmente para judeus e cristãos. A Babilônia, sob o reino do megalomaníaco Nabucodonosor, saqueou o Templo em Jerusalém e levou embora os utensílios usados para o serviço no templo. Faria sentido assumirmos que um projeto de construção tão ofensivo que fez o próprio Deus intervir, precisava ser construído na Babilônia.

Mas existem um problema com a ligação entre a Babilônia e a Torre de Babel: a Babilônia não existia quando a torre fora construída. Ela só se tornou uma cidade uns mil anos depois do incidente da torre, e até mesmo nesse período ela ainda só era uma vila sem importância e ficou assim por uns 500 anos.

As tradições e as fontes fora da Bíblia identificam o construtor da torre como uma figura sombria chamada Ninrode. Nosso melhor palpite é que ele viveu em algum tempo entre 3.500 e 3.100 a.C., um período da história chamado de Expansão de Uruk. Isso segue o pouco que vemos na Bíblia sobre Ninrode. Em Gênesis 10:10, lemos que “o início do seu reino foi Babel, Ereque, Acade e Calné, na terra de Shinar”.

A terra de Shinar é a Suméria e Ereque é Uruk. Uruk era tão importante para a história humana que a terra natal de Ninrode ainda é chamada de Uruk, cinco mil anos depois! Só a soletramos de forma diferente: Iraque.

Acade foi a capital da cidade dos acadianos, a qual ainda não foi descoberta, mas era em algum lugar entre a Babilônia e a antiga Assíria. A própria Babilônia estava a noroeste de Uruk, a aproximadamente trezentas milhas do Golfo Pérsico, no que conhecemos hoje como Iraque central. Mas ela não havia sido fundada até aproximadamente 2.300 a.C., pelo menos 700 anos depois de Ninrode, e ela não era a Babilônia como pensamos sobre ela até o antigo império babilônico que emergiu na primeira parte do segundo milênio antes de Cristo.

Então onde devemos procurar pela Torre de Babel?

O maior e mais antigo zigurate da Mesopotâmia estava em Eridu, a primeira cidade construída na Mesopotâmia. Os estudiosos dizem ter sido fundada ao redor de 5.400 a.C. Nos anos recentes, os estudiosos têm aprendido que o nome Babilônia era intercambiável com outros nomes de cidades, incluindo Eridu. Então, “Babilônia” nem sempre se referia à cidade da Babilônia nos antigos textos.

Eridu nunca dominou a situação política na Suméria depois dos reinados dos seus dois primeiros reis, Alulim e Alalgar. Mas como cidade lar de Enki, deus das águas frescas, sabedoria e magia, Eridu era tão importante na cultura mesopotâmica que mais de três mil anos depois de Alalgar, Hammurabi, o Grande, foi coroado não na Babilônia, mas em Eridu, mesmo embora ela ter deixado de ser uma cidade trezentos anos antes.

Até mesmo mais tarde, no tempo de Nabucodonosor, 1.100 anos depois de Hammurabi, os reis da Babilônia ainda algumas vezes se chamavam a si mesmos de LUGAL.NUN, Rei de Eridu.

Por que? Qual era o lance de Eridu?

Arqueólogos descobriram dezoito níveis do templo de Enki em Eridu. Os níveis mais antigos de E-abzu, uma pequena estrutura com menos de dez pés quadrados, datado da fundação da cidade. E considerem que o local permanecia sagrado para Enki muito tempo depois da cidade ter sido desertada ao redor de 2.000 a.C. O templo permaneceu em uso até o Século V a.C., quase cinco mil anos depois que o primeiro altar cru houvera sido construído para aceitar as ofertas de peixes a Enki, o deus do aquífero subterrâneo, o abzu.

Agora, é aqui que diremos a vocês que abzu (ab = água + zu = profundezas) é bem parecido com o que temos em nossa palavra em português “abismo”. E o nome Enki é uma palavra composta. En é a palavra suméria para “senhor”, e ki é a palavra para “terra”. Logo, Enki, o deus do abzu, era o “deus da terra”.

Vocês se lembram de Jesus chamando alguém de “governante deste mundo?” Ou Paulo se referindo ao “deus deste mundo?” De quem eles estavam falando?

Isso. Satanás.

Aqui vai outra peça do nosso querba-cabeças: Ninrode foi a segunda geração depois do dilúvio. Seu pai foi Cuxe, filho de Cam, filho de Noé.

Na história suméria, o segundo rei de Uruk depois do dilúvio foi chamado de Enmerkar, filho de Mesh-ki-ang-gasher.

Enmerkar também é uma palavra composta. O prefixo en significa “senhor” e o sufixo kar é o sumério para “caçador”. Então Enmerkar era Enmer o Caçador. Isso não soa familiar?

9Ele era poderoso caçador diante do Senhor; pelo que se diz: Como Ninrode, poderoso caçador diante do Senhor.

Gênesis 10:8-9

Os hebreus, fazendo o que eles amavam fazer com a linguagem, transformaram Enmer, com as consoantes N-M-R (lembrem-se, não existem vogais no hebraico antigo), em Ninrode, que faz soar como marad, a palavra hebraica para “rebelde”.

 

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O gigante Gilgamesh segurando um leão. Ele foi Ninrode ou um sucessor?

Agora pasmem: um poema épico escrito em 2.000 a.C., chamado Enmerkar e o Senhor de Aratta preser os detalhes básicos da história da Torre de Babel, incluindo a confusão das línguas entre os povos da Suméria.

 

Não sabemos exatamente o que Aratta era, mas achamos que ia do norte do Irã até a Armênia. (O que seria interessante. Não apenas a Armênia está localizada perto do centro de um antigo reino chamado Urartu, o qual pode ser um cognato para Aratta, que foi onde Noé aterrissou sua arca, as montanhas de Ararat. Então é possível que Ninrode / Enmerkar estivesse tentando intimidar as pessoas, basicamente seus primos, que se assentaram perto de onde seu avô aterrissara a arca. Mas não sabemos). Seja lá o que tiver acontecido, Enmerkar forçou seus reinos vizinhos obrigando-os a enviar materiais para alguns projetos próximos e queridos do seu coração.

Além de construir um fabuloso templo para Inanna, a deusa das, bem, prostitutas, Enmerkar / Ninrode também queria expandir e melhorar o abzu de Enki, o abismo.

“Façam o povo de Aratta trazer para mim as pedras das montanhas de suas montanhas, construam o grande santuário para mim, erijam a grande morada para mim, façam a grande morada, a morada dos deuses, famosa para mim, façam-me prosperar em Kubala, façam o abzu crescer para mim como uma montanha sagrada, façam Eridug (Eridu) brilhar para mim como a cadeia de montanhas, façam do abzu brilhar para mim como a prata polida. Quando estiver em abzu eu louvarei, quando eu trouxer para mim de Eridug, quando, em governo, estarei adornado com a coroa de um santuário purificado, quando colocar na minha cabeça a sagrada coroa em Unug Kulaba, então talvez… do grande santuário me tragam o jipar, e que o… do jipar traga-me para o grande santuário. Que as pessoas se admirem maravilhosamente, e que Utu (o deus sol) testemunhe em regozijo”.

Enmerkar e o Senhor de Aratta

Esse era o problema que Yahweh tinha aqui. O projeto dessa torre não era por causa de orgulho e arrogância, era o de construir uma morada para os deuses bem em cima de abzu.

Poderia Ninrode ter tido sucesso? Pergunte a si mesmo: por que Yahweh achou necessário pessoalmente parar com tudo aquilo? Varios templos pagãos magníficos foram construídos no mundo antigo, a maioria deles copiando formatos semelhantes a pirâmides dos zigurates, da Mesopotâmia até a Mesoamérica. Por que Deus teve que parar com esse?

Só podemos especular, é claro, mas Deus tinha uma boa razão, ou não teríamos isso gravado em nossa Bíblia. Chamar Babel de um pecado de orgulho é fácil, mas isso destrói a história de seu contexto espiritual e sobrenatural.

Na visão deste autor, a evidência é nítida. Já é hora de corrigirmos a história que temos sido ensinados nas Escolas Dominicais: Babel não era na Babilônia, ela estava em Eridu. A torre era o templo de deus Enki, Senhor da Terra, o deus do abismo. Seu propósito era o de criar um monte artificial de assembleia, a morada dos deuses, onde os humanos teriam acesso.

Isso era algo que Yahweh não poderia permitir.

O final de Enmerkar e o Senhor de Aratta está em sua maioria perdido, mas parece que Enmerkar no final triunfa sobre o seu rival. Outras histórias sugerem que Enmerkar mais tarde marchou com seu exército de Uruk para Aratta e a conquistou.

Isso é consistente com as evidências arqueológicas da expansão de Uruk, que cobre o período que vai de 3.500 a.C. até 3.100 a.C. Embora os estudiosos normalmente não mostrem a violência que criou o primeiro império mundial, Uruk espalhou sua influência para longe ao noroeste do Irã e sudeste da Turquia. Vasos de Uruk têm sido encontrados a mais de 500 milhas de distância da cidade. Para se ter isso em contexto, Uruk no seu ápice controlou mais territórios do que o Iraque sob Saddam Hussein.

Esse nem sempre foi um empreendimento pacífico. Uma antiga cidade chamada Hamoukar no nordeste da Síria, foi destruída e queimada foi tomada e depois queimada pelos atacantes que usaram balas de barro atiradas de estilingues para derrotar os defensores da cidade. Estranhamente, o que parecia ser um posto de comércio do lado de fora da cidade de Uruk, também foi destruído, sugerindo que talvez os homens enviados por Uruk para manter os locais em ordem eram nativos.

Foi assim que o reino de Ninrode obteve materiais como: jóias, cobre, prata, chumbo, ouro, vinho, madeira e outras coisas que eram escassas nas planícies da Suméria.

É claro que nunca haverá maneiras de termos certeza absoluta de que Ninrode era Enmerkar, e que ele foi o responsável pela Expansão de Uruk, que é uma bela maneira de descrever o processo de se conquistar todo mundo dentro de dois meses de marcha desde casa. Artefatos de Uruk são encontrados em todos os lugares no Oriente Próximo, especialmente um tipo de tigela de aro chanfrado. Isso é importante porque oferecem pistas da maneira como a sociedade de Uruk era organizada.

Os estudiosos descobriram que a sociedade anterior ao período de Uruk, a cultura Ubaid, se tornara mais estratificada quando as pessoas se moveram no meio rural para as cidades. A civilização Ubaid produziu vasos de alta qualidade, identificados por desenhos geométricos pretos e cerâmica de cor verde. Em contraste a isso, ao redor de 3.500 a.C., a cultura Uruk desenvolveu o primeiro produto de produção em massa do mundo, a tigela de aro chanfrado.

A tigela de aro chanfrado era rudimentar se comparada aos vasos da cultura Ubaid, mas os arqueólogos acharam várias delas. Quase três quartos de todos os vasos encontrados no período de Uruk são as tigelas de aro chanfrado. Os estudiosos concordam que esses vasos simples e sem decorações foram feitos em moldes ao invés de rodas, e que eles foram provavelmente usados para medir cevada e óleo para as rações dos trabalhadores.

A maneira pela qual eles eram produzidos deixava o barro duro muito poroso para manter líquidos como a água ou cerveja. (Sim, os Sumérios faziam cerveja. O nome alternativo de Enki, Nudimmud, é uma palavra composta: nu = “parecido” + dim = “fazer” + mud = “cerveja”. Poderíamos argumentar que Enki é o espírito de nossa era). Os vasos eram baratos e fáceis de fazer, de tal maneira que chegavam a ser descartáveis. Em alguns sítios arqueológicos, uma enorme quantidade de vasos usados e inteiros foram encontrados em grandes pilhas. Basicamente esses vasos baratos era a versão suméria das embalagens de fast-food atuais.

O conceito de se medir as rações implica um empregador ou uma autoridade de controle central responsável em dar os grãos e óleos aos trabalhadores. Não é coincidência que o desenvolvimento desses vasos rudimentares aconteceu ao longo da emergência de Uruk como um império. Depois do dilúvio, o qual teorizamos marcar o final do período Ubaid, as pessoas novamente eram atraídas para os assentamentos urbanos onde eles aparentemente trocavam sua liberdade pelas rações do governo.

Parece ter sido assim que Ninrode e seus sucessores, incluindo Gilgamesh, controlaram os seus, movendo-os da terra para as cidades, mantendo um controle apertado das maneiras como eram produzidos e distribuídos os alimentos e as reservas.

Agora, é impossível vermos mais evidências do que verdadeiramente temos aqui. Poderíamos supor também que essa tigela de aro chanfrado fosse nada mais nada menos do que uma maneira fácil das pessoas carregarem seu almoço para o trabalho. Será que arqueólogos do futuro concluirão que os americanos eram pagos pela quantidade de hambúrgueres que carregavam devido aos bilhões de embalagens encontradas nos EUA?

Ainda mais, dado o crescimento sem precedentes do império Uruk entre 3.500 a.C. e 3.100 a.C., não é difícil especularmos que o uso desses vasos para ração produzidos em massa era um sintoma da estratificação da sociedade sob o governo de Ninrode / Enmerkar e seus sucessores. Como na cultura Ubaid, os cidadãos de Uruk se encontravam trabalhando para seus líderes hereditários, os reis que justificavam seu governo como tendo sido ordenado pelos deuses.

Por exemplo, o mito sumério de Enki e Inanna nos conta a história de como os dons divinos da civilização, o mes (soa como “mezz”), foram roubados de Enki por Inanna e transferidos de Eridu para Uruk. Enki, sempre preparado para “brincar” com uma deusa, tentou embriagar Inanna com cerveja. Ela manteve sua virtude, enquanto Enki ficou bêbado, oferecendo a ela dom após dom enquanto seu coração ficava alegre e sua mente se esvanecia. Quando ele acordou no outro dia de ressaca, Inanna e o mes já não estavam mais no abzu. O enraivecido deus enviou seus horríveis demônios gallu (às vezes traduzidos como “monstros do mar”) para recuperá-los, mas Inanna escapou e chegou a salvo em Uruk, onde ela derramou as centenas de mes para a torcida da cidade agradecida. Enki entendeu que fora dopado e aceitou um tratado de paz eterna com Uruk. Esse conto pode ter sido um pouco de propaganda religiosa para justificar a transferência da autoridade política para Uruk.

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Mais uma coisa: mencionamos mais cedo que os arqueólogos em Eridu encontraram 18 camadas de construção no sítio do templo de Enki. Algumas dessas camadas estão abaixo de um depósito de oito pés de limo de um dilúvio maciço. A camada mais impressionante de construção, chamada de Templo 1, era enorme, um templo numa plataforma massiva com evidência de uma fundação ainda maior que deve ter subido até quase a altura do próprio templo.

E prestem atenção nisso: o Templo 1 nunca foi terminado. No pico do objetico arquitetural dos construtores, Eridu foi repentinamente e completamente abandonada.

“…o Período de Uruk… parece ter vindo ao fim por nada menos que um evento de total abandono do local… no que parece ter sido num período quase que inacreditavelmente curto, areias à deriva encheram as construções do deserto do complexo do templo e obliteraram todos os traços da uma vez próspera e pequena comunidade”.

Por que? O que poderia ter feito as pessoas que estavam comprometidas com a construção do maior zigurate da Mesopotâmia no mais antigo e importante sítio religioso do mundo conhecido simplesmente parar de trabalhar e deixar Eridu com o E-abzu incompleto? Poderia ser…

7Eia, desçamos, e confundamos ali a sua linguagem, para que não entenda um a língua do outro.    8Assim o Senhor os espalhou dali sobre a face de toda a terra; e cessaram de edificar a cidade. 

Gênesis 11:7-8

Para os sumérios, e mais tarde os acadianos e babilônios (que o conheceram como Ea), Enki foi o ator sobrenatural com a maior influência na história humana. Ele foi o cuidador dos dons divinos da civilização, o mes (pelo menos até ele ter sido enganado por Inanna), e ele reteve prestígio o bastante para que poderosos homens justificassem seu reinado afirmando seres reis sobre sua cidade, Eridu, por 2.500 anos depois da cidade ao redor do complexo do templo ter sido abandonada.

Por um momento na história humana, Enki induziu uma empreitada humana, Ninrode, o rei sumério Enmerkar, a construir o que ele esperava ser uma nova morada dos deuses, o bab ilu, para rivalizar com o monte da assembleia de Yahweh. Ele seria o coração de um governo mundial totalitarista.

Yahweh colocou um freio nisso. Mas como George Santayana escreveu: “Aqueles que não se lembram do passado estão condenados a repeti-lo”. O pecado de Ninrode está sendo repetido hoje pelo movimento globalistas, lentamente, mas com certeza nos levará de volta à Babilônia.

CONTINUA: ABRAÃO NÃO ERA DE UR!?

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