O GRANDE INÍCIO – PARTE 05

Mais sobre se Abraão não era de Ur

Vamos nos adiantar uns 1.000 anos depois de Babel. Depois da torre ter sido abandonada, parece que um grupo de sumérios viajou pelo mar ao redor da península arábica, e depois foi se assentando nos vales que se estendiam a oeste pelo Mar Vermelho para se encontrarem com a 1ª dinastia do Egito.

Isso não é tão louco quanto parece. Um dos primeiros egiptólogos, William Matthew Flinders Petrie, notou uma diferença marcante entre dois grupos de pessoas enterradas num grande sítio perto da vila de Nakada em Upper (parte sul) do Egito. Um grupo foi enterrado com presentes bem básicos na tumba em montes simples cobertos com ramos de palmeiras. O segundo grupo havia sido ritualmente desmembrado, enterrado em montes cobertos com tijolos junto a objetos de valor, tais como joias de lápis lazúli, e depois cobertos com restos de palmeiras.

Petrie então teorizou que o segundo grupo, o qual ele chamou de Tribo do Falcão, havia invadido e conquistado os habitantes nativos com tecnologia superior, tal como a lança com lâmina em forma de pêra enterrada com alguns do segundo grupo. Não é brincadeira, no 4º milênio a.C., a lança com lâmina em forma de pêra era uma arma de destruição em massa.

Outra evidência, vinda da arquitetura artística, por exemplo, foi a primeira pirâmide do Egito, feita pelo faraó Djoser, que é claramente o modelo de um zigurate sumério, ligando a então chamada Corrida Dinástica à Mesopotâmia. Essa teoria foi amplamente aceita até a Segunda Guerra Mundial. Depois de Hitler, no entanto, o conceito da Corrida Dinástica era apenas mais uma modinha das ideias nazistas sobre genética e linhagens sanguíneas para serem aceitas com conforto.

Mas então, em 1995, o egiptólogo David Rohl publicou seu primeiro livro, A Test of Time. Rohl faz um estudo pesado sobre a teoria da Corrida Dinástica, até mesmo documentando antigos desenhos do Egito que pareciam mostrar a Tribo do Falcão levando seus barcos atravessando do Mar Vermelho para o Nilo.

Agora, seria coincidência que o nome do primeiro rei da primeira dinastia egípcia, Narmer, seja estranhamente parecido com o de Ninrode, aquele que seria o imperador de Uruk? Estudiosos perceberam essa vocalização em muitos casos. Não é divagar muito ao sugerirmos que os nomes Narmer e Enmerkar (ou “Enmer o Caçador”) sejam os mesmos.

Peter D. Goodgame explorou essa ideia em maior profundidade no seu livro Second Coming of the Antichrist (A Segunda Vinda do Anticristo). Só vou mostrar isso aqui para sugerir uma possível explicação para o declínio de Uruk como uma potência regional justo no tempo da Torre de Babel na linha de tempo da história. Depois da humilhação em Babel, Ninrode/Enmerkar talvez tenha decidido ir para outras terras e um novo recomeço. Uma vez que seu pai, Cuxe, fora aparentemente o fundador da Etiópia, próximo ao Egito, que fora estabelecido pelo irão de Cuxe, Mizraim, talvez tenha sido logicamente um local para um reinício.

Pense nisso: será que Cuxe afastou seu irmão e a família do seu irmão dali para dar a Ninrode um novo recomeço?

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Lista dos Reis Sumérios

Falando nisso, a Lista dos Reis Sumérios menciona que a primeira cidade a receber um reinado depois do dilúvio foi Kish. Lembrem-se que não existem vogais no hebraico antigo. Poderia Kish ter sido nomeada assim por causa de Cuxe? E o pai de Enmerkar, Mesh-ki-ang-gasher, é dito ter “entrado do mar e desaparecido”. Talvez tenha sido assim que os escribas sumérios se lembrem do Rei Cuxe, que navegou até o Golfo Pérsico para estabelecer uma nova colônia com seus irmãos Mizraim (Egito) e Pute (Líbia) na África.

Agora, tudo isso são especulações. Nada neste artigo pode ser estabelecido com certeza total. E, pare ser honesto, a Lista de Reis Sumérios tem muitos nomes entre a fundação da dinastia Kish e Enmerkar para que a teoria Kish/Cuxe funcione.

Com o estabelecimento das primeiras dinastias no Egito, se iniciaram as construções dos monumentos que iriam superar aqueles deixados para trás na Suméria, com impérios se levantando e caindo entre os grandes rios Tigre e Eufrates. A Acádia, sob Sargon o Grande, estabeleceu um reino ao redor de 2.350 a.C. que se estendia do Golfo Pérsico até quase toda a área até o Mediterrâneo, mas entrou em colapso em menos de duzentos anos depois sob o peso das invasões dos bárbaros Guti, que invadiu as planícies da Suméria vindo dos Montes Zargos, no noroeste do Irã.

Os Guti, de quem não sabemos muito, pois eles não escreviam, controlaram a Mesopotâmia por aproximadamente cinquenta anos. Eles foram finalmente vencidos por Utu-hengal, um rei de Uruk, que entrou numa batalha pelo domínio entre as cidade-estado da região. Ur finalmente emergiu suprema, e o que os estudiosos chamam de Terceira Dinastia de Ur, deu origem à região os seus últimos reis sumérios nativos por um breve período, até 2.000 a.C. Então Ur foi saqueada pelo seu antigo rival, os Elamitas, que ocuparam o que é agora o extremo oeste e sudoeste do Irã, a região ao longo do lado leste do Golfo Pérsico.

Nesse vácuo de poder, moveu-se um grupo de pessoas de idioma semita chamado de Amoritas. Os estudiosos acham que os Amoritas se originaram na parte central da Síria, ao redor da uma montanha chamada Jebel Bishri, que está no lado oeste do Eufrates, entre Deir ez-Zor e Raqqa. No entanto, os estudiosos ainda debatem esse assunto há mais de um século depois do lançamento dos primeiros livros de estudo sobre os Amoritas.

Os acadêmicos nem mesmo têm certeza se os Amoritas conquistaram as várias cidade-estado existentes dos Acadianos e Sumérios. Eles podem ter sido parte da cultura Mesopotâmica o tempo todo e, de alguma forma, surgiram da confusão ao redor da virada do milênio no controle da maquinaria política. O que sabemos é que ao redor do início do 20º século a.C., os reinos Amoritas emergiram no que havia sido formalmente Subartu (Assíria), Acádia e Suméria e, junto com os reinos Amoritas no Levante, eles dominaram o Crescente Fértil pelos próximos quatro séculos.

Esse era o mundo de Abraão de Ur. Temos mais a falar sobre os Amoritas, mas por agora tenham isso: a influência deles na história é muito maior do que disseram a vocês.

Aqui vai um outro pedaço de história errado que nos têm sido ensinado: Abrão, mais tarde Abraão, não veio de Ur, no sudeste do Iraque, onde havia um perigo iminente de ser queimado pelos Elamitas. Embora pareça haver sentido de que ele possa ter sido um refugiado do colapso de Ur, é muito mais plausível que Abraão tenha nascido e crescido numa parte do mundo que era perto da terra nativa do Amoritas, perto da fronteira entre a Síria moderna e a Turquia.

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Referência para o texto

Essa foi a crença da maioria dos estudiosos por muitos anos até que o famoso arqueólogo Sir Leonard Woolley fez suas espetaculares descobertas em Ur, no Iraque. De que Ur, com seus magníficos zigurates e incríveis “tumbas reais”, era muito mais apropriada como lar ancestral do patriarca das maiores religiões monoteístas do mundo do que algum lugar na Turquia que ainda não foi encontrado.

Uma recente descoberta sobre alguns remanescentes encontrados por Woolley em Ur nos dá uma pista para dentro do mundo de Abraão. Ela também ilustra uma tendência entre os estudiosos de ver o mundo antigo como se tudo fosse cor-de-rosa. Woolley e sua equipe, que trabalharam em Ur nos anos 20 e início da década de 30, encontraram 1.850 enterros datados da segunda metade do terceiro milênio a.C. Dezessete eram tão elaborados que Woolley, mostrando uma tendência para marketing, chamou-os de Tumbas Reais de Ur.

Uma tumba em particular merece nossa atenção. Era a tumba de uma nobre mulher conhecida pelo nome de Pu’abi, um nome acadiano que significa “comandante do pai”. Acredita-se que ela tenha morrido ao redor do ano de 2.600 a.C. Pu’abi foi enterrada vestindo um fabuloso arco dourado na cabeça adornado com cornalina e lápis lazúli. O lápis lazúli não era facilmente encontrado naquela época; só era encontrado no Afeganistão e enviado de navio à Suméria através de Meluhha, uma civilização na costa oeste da Índia.

Dentre outros tesouros enterrados com Pu’abi, Woolley encontrou o famoso Lírio Dourado de Ur, um dos doze instrumentos amarrados na tumba quando ela fora aberta em 1929. Infelizmente, o Lírio Dourado de Ir é um dos tesouros sem preço da antiguidade que foi perdido quando o Museu de Bagdá foi tomado em 2003. Ele foi encontrado em pedaços no estacionamento do museu.

Vamos para o ponto: estava também enterrado com Pu’abi, 52 outras pessoas arrumadas em filhas dentro da tumba dela. Esses eram aparentemente servos enviados para o pós vida com ela para garantir que Pu’abi tivesse tudo o que precisasse para a eternidade.

Bom para ela.

Agora, Woolley, interpretando a cena com uma tendência romântica, decidiu que os servos tinham ido para o seu descanso eterno por vontade própria, bebendo algum elixir tóxico e então passivamente se deitaram para esperar o que viria depois. Mas em 2011, pesquisadores da Universidade da Pensilvânia, usaram aparelhos de tomografia computadorizada para examinar seis crânios de diferentes tumbas reais. Eles chegaram a uma conclusão bem mais sombria.

A tecnologia de imagem digital e ciência forense moderna deixaram claro que a verdadeira causa da morte de todos os seis casos foi um trauma forçado sem corte. Ao invés de irem para seu descanso eterno de forma tranquila, as vítimas foram golpeadas na parte de trás da cabeça com a parte de trás de um machado de guerra.

Isso jogou um balde de água fria sobre a visão de Woolley duma cena idílica de morte. Tenham em mente que a próxima vez que tiverem problemas com os políticos e celebridades, ou escolhas mal feitas. Pelo menos quando eles morrerem, eles não levam dúzias de pessoas com eles.

Bem, devido às incríveis descobertas de Woolley, judeus e cristãos revisaram o mapa padrão das viagens de Abraão para mostrar um longo caminho do sudeste do Iraque até o sudeste da Turquia, e então para Canaã.

Antes de Woolley, os estudiosos assumiam que a Ur de Abraão estava em algum lugar perto de Harran, há dez milhas dentro da Turquia ao longo do Rio Balikh, um tributário do Eufrates que se junta ao grande rio na cidade síria de Raqqa. Harran era um posto distante mercantil nos dias de Abraão, e era perfeitamente localizado para tal. Ficava na rota de comércio do Mediterrâneo para a Suméria, ligando as cidades de Antióquia e Carchemish com Ninevé, Babilônia e além.

Isso é consistente com o que conhecemos da vida de Abraão, que parecia pouco com um pastor e mais como um mercador viajante que conduzia negócios com homens nos altos níveis de governo, como é evidenciado pelas suas interações com os reis locais em Canaã e os faraós no Egito.

Harran é também o nome de um dos irmãos de Abraão. É provável que seu irmão tivesse esse nome por causa da cidade e não de outra forma, uma vez que a cidade primeiramente aparece entre os gravados recuperados da antiga cidade de Ebla, datados de 2.300 a.C., algo em torno de 300 anos antes de Abraão.

O grande estudioso da história do Oriente Próximo e das antigas línguas, Cyrus H. Gordon, faz um estudo detalhado das origens de Abraão ao longo da parte superior do Eufrates, ao invés do coração da Suméria. Gordon, escrevendo no Journal of Near Eastern Studies em 1958, destacou uma então recentemente tábua acadiana traduzida da antiga cidade cananeia de Ugarit, um decreto de meados do 13º século a.C. pelo poderoso rei hitita Hattusili III para o rei de Ugarit, Niqmepa. Esse decreto regulava a atividade dos mercadores hititas que operavam em Ugarit, e identificavam os mercadores em questão como cidadãos de Ura, um cidade perto de Harran que se especializou em tamkarutum, ou comércio exterior.

Niqmepa aparentemente reclamou para Hattusili sobre os comerciantes de Ura. Em resposta, Hattusili decretou que os comerciantes poderiam conduzir negócios em Ugarit apenas durante os meses de verão (não era uma grande perda, pois era o único período do ano quando os fazendeiros tinham grãos com os quais pagar); os comerciantes teriam que retornar às suas casas em Ura no inverno; e eles não poderiam comprar em Ugarit.

Gordon então mostrou que a narrativa de Gênesis indica que enquanto Abraão e seus descendentes estavam em Canaã durante o chamado de Deus, eles também estavam ali para o propósito expresso de conduzirem negócios. Por exemplo:

Contudo, Hamor lhes ponderou desta maneira: “Meu filho Siquém enamorou-se de vossa filha, peço-vos que lha deis como esposa a ele. 9Aliai-vos a nós: vós dareis vossas filhas a nós e tomareis as nossas para vós. 10Ficareis conosco e toda esta terra estará a vosso dispor: podereis nela habitar, circular (negociar) livremente e nela vos estabelecer com suas propriedades!

Gênesis 34:8-10

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Gordon observou que os homens que negociavam lá, como Abraão, Isaque e Jacó, aparentemente viam oportunidades de estabelecer onde fariam negócios, mas eram geralmente barrados de comprar coisas em terras estrangeiras.

Então temos similaridades o bastante entre os estilos de vida dos patriarcas e dos mercadores de Ura, sem mencionarmos a proximidade de Ura a Harran, fazendo a identificação de Ura como a Ur de Abraão uma forte possibilidade. Gordon continua em seu artigo demonstrando a possibilidade linguística que a última vogal em Ura foi retirada na transição de Aramaico para o Hebraico.

Logisticamente, Harran era muito ao norte e leste para que o pai de Abraão, Terá, tivesse feito uma parada a caminho de Canaã se estivesse vindo de Ur no verão. Existiam rotas muito mais curtas entre a Suméria e Canaã, por exemplo: uma rota de comércio usada pelos amoritas que ligava Mari no Eufrates a Damasco através de Tadmor (Palmira).

Em outras palavras, os mesopotâmios no 21º Século a.C. teriam zombado de qualquer um da Ur Suméria que tivesse tentado chegar a Canaã através de Harran. Chegar em Harran era errar completamente o caminho e depois ter que ir em outra direção equivocada, longe de Canaã. Entendam assim: Ir de Ur para Canaã através de Harran é como dirigir de São Paulo à Salvador passando por Cuiabá.

Finalmente, a Ur de Woolley estava no lado errado do Eufrates.

Há muito tempo, além do Rio, o Eufrates, viviam vossos antepassados, onde cultuavam e serviam a outros deuses, inclusive Térah, Terá, pai de Abrahão, Abraão e pai de Nahor, Naor. 3Eu, porém, tomei vosso pai Abraão do outro lado do Rio e o fiz percorrer toda a terra de Canaã, multipliquei a sua descendência e lhe dei Isaac, Isaque.

Josué 24:2-3

Ur, na Suméria, não estava além do Eufrates. Ela estava no banco ocidental do rio. Mas Ura, a Turquia dos dias modernos estava, na verdade, “além do Rio”.

“Mas e sobre os Caldeus? Vocês podem perguntar. “Eles não estavam lá pela Babilônia?”

Ainda bem que perguntaram.

Os Caldeus eram uma tribo semita, possivelmente os descendentes dos Amoritas, que fundaram o império Neo-Babilônico no primeiro milênio a.C. Essa era a Babilônia de Nabucodonosor, e não a Babilônia de Hamurabi, que viveu quase 1.200 anos antes.

Mas o historiador grego Xenofonte, que escreveu no 4º Século a.C., se referiu a outro grupo de Caldeus. Eles eram um povo guerreiro, vizinhos dos Armênios. Eles viveram ao norte de Ura e Harran, entre a Mesopotâmia e a Armênia moderna. Em outro livro, Xenofonte ligou os caldeus aos carduçamos, os quais eram provavelmente os ancestrais dos modernos curdos. Os Curdos hoje ocupam um território ao longo das fronteiras entre a Turquia, a Síria, o Irã e o Iraque, uma área que inclui os lugares que estamos estudando, Harran e Ura.

Gordon também notou que a grande Armênia, a qual era chamada de Urartu nos tempos de Davi até o surgimento do império Neo-Babilônico, era conhecida nos seus primeiros dias como Haldi (o “h” soa como “k”, de forma que seria KALL-dee). Na verdade, o deus chefe dos Urartianos se chamava Haldi, pai do deus-trovão urartiano Teisheba (que se igualava com Ba’al-Hadad).

Então a Ur dos Caldeus era provavelmente a Ura dos Haldis. Abraão veio de uma região fronteiriça localizada entre os hititas, os hurrianos, reinos semitas como Ebla e Mari, territórios amoritas e os subartanos (assírios), e não do coração da Suméria como temos aprendido. Entender as origens de Abraão nos ajuda a entender o início da história de Israel.

Por que? Yahweh precisava dar à futura Israel, um tempo para desenvolver sua própria identidade. Isso não poderia acontecer com Seu povo cercado pelas tentações de uma decadente vida urbana. Testemunhamos o que aconteceu com o sobrinho de Abraão, Ló, quando ele se estabeleceu em Sodoma.

Além do mais, há um comentário criptografado que Deus faz a Abraão que está relacionado à história espiritual do mundo até os dias atuais.

7Disse-lhe mais: Eu sou o Senhor, que te tirei de Ur dos caldeus, para te dar esta terra em herança. 8Ao que lhe perguntou Abrão: Ó Senhor Deus, como saberei que hei de herdá-la?    9Respondeu-lhe: Toma-me uma novilha de três anos, uma cabra de três anos, um carneiro de três anos, uma rola e um pombinho.    10Ele, pois, lhe trouxe todos estes animais, partiu-os pelo meio, e pôs cada parte deles em frente da outra; mas as aves não partiu.    11E as aves de rapina desciam sobre os cadáveres; Abrão, porém, as enxotava. 12Ora, ao pôr do sol, caiu um profundo sono sobre Abrão; e eis que lhe sobrevieram grande pavor e densas trevas.    13Então disse o Senhor a Abrão: Sabe com certeza que a tua descendência será peregrina em terra alheia, e será reduzida à escravidão, e será afligida por quatrocentos anos; 14sabe também que eu julgarei a nação a qual ela tem de servir; e depois sairá com muitos bens.    15Tu, porém, irás em paz para teus pais; em boa velhice serás sepultado.    16Na quarta geração, porém, voltarão para cá; porque a medida da iniqüidade dos amorreus não está ainda cheia.   

Gênesis 15:7-16

Iniquidade dos Amoritas? Espere aí…o que?

Paciência. Isso será no próximo capítulo dessa série.

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