A ASCENÇÃO DE ABADDON – PARTE 03

Como funciona a “ciência” da ressurreição? Levantando os Refaim… e o Rei do Abismo

Terminamos a última parte falando sobre a Torre de Babel e como ela não era meramente uma torre para se alcançar o céu devido à sua altura. Era um portal, cujo projeto foi inspirado através de conhecimentos proibidos. Ninrode havia decifrado o segredo para se destravar um portal (o que alguns podem chamar de Ponte Einstein-Rosen) que levaria às alturas desejadas por Satanás: os Lados do Norte, o Trono Celestial. O texto admite que os construtores queriam criar uma estrutura “cujo topo pudesse alcançar o céu”. Quando o Senhor desceu e viu o que estava acontecendo, Ele disse: “Nada será restrito a eles, tudo o que desejam fazer, farão” (Gênesis 11:6). Esse é um comentário curioso se o significado aqui fosse apenas o de uma torre que alcançasse o “céu”.

Estruturas têm sido construídas ao redor do mundo desde o início dos tempos se estendendo em direção ao céu, e ainda assim não conhecemos nenhuma delas que tenha recebido tal preocupação de Deus levando-O a dizer que “nada os restringirá, o que imaginaram fazer” ou uma tradução como “nada do que eles se propõem a fazer agora será impossível para eles”. E o que Ninrode estava imanginando fazer? Construir uma torre cujo topo pudesse penetrar o Shamayin, a morada dos Sentinelas; Deus. E que tipo de projeto nefasto poderia permitir que acontecesse uma pronta intervenção divina, mais até mesmo do que na bomba atômica? Josephus inocentemente sugeriu que a Torre de Babel foi feita com o intuito de ser à prova d’água e que esse foi um ato de rebeldia contra Deus, desafiando-O por ter enviado o Dilúvio e se preparando para sobreviverem a futuros atos de punição que poderiam vir. Mas ainda assim temos outra coisa a analisar: “o que eles imaginarem fazer”, se encaixa mais perfeitamente com a Bíblia e a história? Algo que tenha a ver com a física do céu, como o local de habitação dos anjos?

Gary Stearman, âncora conhecido do canal de televisão Prophecy Watchers, acredita, como muitos estudiosos também, que algo estava acontecendo na Babilônia em relação à “tecnologia angelical de portais”. Ele escreveu:

Sob a liderança de Ninrode, as primeiras sociedades pós-diluvianas eram obviamente tentadas a se reunirem com os seres espirituais caídos, os quais estavam dentro de sua memória histórica recente… eles estavam perto de alcançar seu objetivo principal, não apenas o de construir uma torre, mas de atravessar uma barreira para o reino dos céus, em sim mesmo. Eles aparentemente estavam perto de ter algum sucesso em penetrar esse véu dimensional que separa um aspecto do céu, da terra!

Essa “torre” poderia habilitar os homens a realizarem suas imaginações mais sombrias. E o que eles imaginavam fazer? Simplesmente renovar seu contato com os “filhos de Deus”, como seus predecessores haviam feito ante do Dilúvio.

Talvez, como Stearman sugere acima, Ninrode estivesse tentando abrir um portal para uma proximidade periférica de uma membrana paralela na superestrutura cósmica astrofísica chamada de bulk (massa). De acordo com a física moderna, o segundo céu (ou plano astral), pode estar há apenas um micrômetro de distância na quinta dimensão. Por um lado, tais ideias trazem conforto a algumas pessoas, ao entenderem que Deus e Seus anjos estão sempre “fisicamente” perto. Por outro lado, a mesma  noção adiciona algo perturbador, pois essa noção adiciona relevância às profecias de Isaías (capítulo 13) em relação à abertura dos portais de Babel do fim dos tempos com gigantes e monstruosidades transgênicas saindo dali. Seja como for, o texto acima poderia implicar a presente ambição apoteótica do homem: usar a torre como uma tecnologia de transformação empregada por Ninrode e seus seguidores para se tornarem como deuses e “fazer um nome para nós”.

lab-2Em Forbidden Secrets of the Labyrinth (Segredos Proibidos do Labirinto), Mark Flynn explica: “A torre não era necessariamente um aparelho que pudesse transformar os homens em deuses de forma imediata, mas um conduto interdimensional que poderia, mais uma vez, trazer a ajuda dos Sentinelas para poderiam transformar os homens em “deuses” como eles mesmos através do conhecimento que eles fornecessem”. A primeira ofensa dos Sentinelas (além da procriação ilícita com humanos) foi a promulgação de conhecimento proibido, armas e tecnologias perigosas (1 Enoque 8). Parece mais provável que esse conhecimento tinha a intenção de abrir um canal para o segundo céu na morada dos Sentinelas, como o texto claramente indica.
Devemos notar também que Ninrode é o modelo para uma panaceia de “deuses mortos” adorados sob os nomes de: Osíris (uma possível corruptela de Asshur, que seria o outro nome de Ninrode, o Assírio), Héracles, Hórus, Tammuz, Mitra, Cernunnos, Marduk e outros. Quando as línguas foram confundidas na torre, os construtores confusos e cidadãos aterrorizados, que sem dúvidas acreditavam que Ninrode era um deus que traria mais deuses para sua cidade e recriaria a “idade de ouro” narrada pelos seus ancestrais, pegando essa história e a narrando com os variados nomes acima, espalhando a lenda do “deus morto” através das civilizações do mundo. Todas as lendas terminam com uma promessa de que seus deuses retornariam nos dias finais e inaugurariam uma nova era, e sim, essa é a profecia da Novus Ordo Seclorum que está no Grande Selo dos EUA (nota de 1 dólar).

O portal de Ninrode pode ter estado num local bem estratégico para alcançar sua meta em ser construído diretamente sob a morada de Enki, o Abzu (Abismo). O Grande Caçador Ninrode, junto com os esforços combinados da “mente única” da humanidade, usou a tecnologia de anjos caídos e quase abriram o Abismo, mas o Senhor interveio pessoalmente, um evento extremamente raro, pois o Abismo deveria e permanecerá fechado até que o Senhor permita que seja aberto. E nós, que vivemos nesses dias, os dias que se encaixam como os “últimos dias” ao vermos sobre o que tem acontecido na tecnologia moderna e em experimentos insensatos (como os do CERN por exemplo, discutidos no livro Abaddon Ascending a ser lançado, onde essa série é baseada) que poderem servir como as partes para a “chave” final que abrirá esse buraco oculto do inferno.

Como eles voltarão? Isso envolve portais?

Entre a “primeira incursão” de gigantes e a profecia futura do retorno dessas monstruosidades híbridas, tivemos a então chamada “segunda incursão” dos Nephilim, Anakim, Gibborim e até Ninrode, o construtor de Babel. Essa presença pós-diluviana de gigantes é confusa para alguns, pois 2 Pedro 2:5 afirma que todas as coisas ímpias foram destruídas no Dilúvio de Noé, e Gênesis 7 confirma que todas as almas, a não aquelas que estavam na Arca, foram mortas no dilúvio, incluindo os primeiros Neflins. Então como eles fizeram (fizeram?) para voltar? E isso se relaciona aos portais metafísicos?

Alguns acreditam que a resposta para a segunda (e futura) incursão de gigantes é simples: outros Sentinelas repetiram o pecado original de seus irmãos angelicais depois do dilúvio, dando luz a uma segunda geração de Nephilim. Estudiosos hebraicos apontam que a frase de Gênesis 6:1-2 “quando o homem começou a se multiplicar… os filhos de Deus viram que as filhas dos homens eram formosas; e as tomaram como esposas as que escolheram”, pode ser traduzida de forma mais correta como “toda vez que os homens começavam a se multiplicar”, e assim o pecado os Sentinelas poderia ter (e pode ser) se repetido depois do Dilúvio. Gênesis 6:4 pode implicar isso quando diz: “Existiam gigantes na terra naqueles dias (os dias antes do dilúvio); e também depois (depois do Dilúvio), quando os filhos de Deus vieram às filhas dos homens (de novo?), e tiveram filhos com elas, os grandes homens da antiguidade, homens de renome”. Se foi assim que os gigantes retornaram imediatamente depois do Dilúvio, faz sentido que muito poucos foram gerados na segunda vez, pois essa segunda geração de Sentinelas já estava alerta e temia o julgamento que houvera caído sobre os primeiros Sentinelas, os quais agora estavam confinados “nas correntes eternas da escuridão até o julgamento do grande dia”  (Judas 1:6).

Uma segunda e mais intrigante possibilidade de como os gigantes vieram depois do Dilúvio envolve o ocultismo dos Sentinelas e a possiblidade de que uma magia de alto nível tenha sido usada para “ressuscitar” os Nephilim mortos de volta em corpos de carne. Mesmo que muitos achem essa ideia demasiadamente incrível para aceitar, é um caso que devemos aceitar pelo menos a possibilidade.

Como então? De acordo com Jubileus 8:1-5, Kainam, o neto de Noé, encontrou segredos antediluvianos dos Sentinelas depois do Dilúvio:

No vigésimo nono jubileu, na primeira semana, logo no início Arpachshad tomou para si mesmo uma esposa e seu nome era Rasu’eja, a filha de Susan, filha de Elão, e ela teve um filho com ele no terceiro ano dessa semana, e ele o chamou de Kainam. E seu filho cresceu, e seu pai o ensinou a escrever, e ele foi à procura por si mesmo de um lugar onde pudesse montar sua cidade. E ele encontrou escritos com formas (das gerações pré-diluvianas) cravados na rocha, e ele leu o que estava ali, e transcreveu e pecou fazendo isso; pois ali continham ensinamentos dos Sentinelas… E ele escreveu tudo e nada disse sobre aquilo; pois temeu falar a Noé sobre isso e este ficasse bravo com ele por causa disso.

Os ensinamentos secretos dos Sentinelas recuperados por Kainam poderiam conter a fórmula para ressuscitar os espíritos dos Nephilim mortos com o uso de “camas mágicas” e “braceletes mágicos” (se Jubileus é considerado canônico por alguns referenciados judeus, devemos acreditar). A própria Bíblia parece aludir à eficácia dessa antiga arte sombria, embora esse conhecimento hoje esteja confinado só às ordens ocultistas tal como a Maçonaria, que afirma ter a possibilidade mística e ressuscitar “Osíris” do submundo. O profeta hebreu Ezequiel fez uma importante afirmação sobre esses “aparatos mágicos” (kesatot), os quais eram usados de forma encriptada para dispensar (ejeção mágica) as almas dos homens aparentemente para substituir esses espíritos por aqueles ressuscitados dos mortos (como os Rephaim, ou seja, os Nephilim mortos).

Porventura caçareis as almas do meu povo, e as almas guardareis (Hebraico chayah, “restaurar à vida) em vida para vós? …, para matardes as almas que não haviam de morrer, e para guardardes (restaurar à vida) em vida as almas que não haviam de viver, …? Portanto assim diz o Senhor DEUS: Eis aí vou eu contra as vossas Kesatot (“aparatos mágicos” usados para ligar e desligar as almas), com que vós ali caçais as almas fazendo-as voar (Parach, “sair voando”, ou “ser trazida do chão”), e as arrancarei de vossos braços, e soltarei as almas, sim, as almas que vós caçais fazendo-as voar.
Ezequiel 13:18-20

gilgamesh-300x300

O kesatot era um bracelete mágico usado em conexão com um container chamado de kiste. Se o kiste estivesse inscrito no sarcófago, ele era desenhado como um vaso sagrado (uma prisão espiritual?) com uma serpente saindo de uma tampa aberta. Como essa magia acontecia e de que maneira um espírito era ejetado e substituído por um espírito dos mortos é um mistério (ao menos que, novamente, os ocultistas modernos tenham esse encantamento demoníaco em sua possessão hoje). Pan, o deus meio homem, meio bode que guarda a entrada para os “portões do inferno” na base do Monte Hermon, além do qual os Rephaim (Nephilim mortos) estão presos, é mostrado algumas vezes chutando a abertura do vaso e deixando a serpente (espírito?) sair. Tais serpentes libertas eram então mostradas como estando escravizadas ao redor das pernas e ligadas ao cabelo das mulheres Bacchae, as servas do deus demoníaco Dionísio. Seja o que essas imagens de Pan, as serpentes, espíritos presos e a magia do kesatot e do kiste verdadeiramente representavam, uma importante verificação de suas propriedades mágicas são apresentadas e discutidas no livro de estudos Scripture and Other Artifacts de Phillip King e Michael David:

Nos versículos finais de Ezequiel 13, o profeta volta sua atenção às práticas mágicas cujos detalhes permanecem obscuros. Dois termos chave são “kesatot” e “mispabot”… O kesatot é vestido nos braços, enquanto o mispabot são feitos “na cabeça de todas as alturas” (?), o que tem sido entendido com o significado de “nas cabeças de pessoas de todas as alturas” (incluindo aqueles de grande altura; gigantes, a descendênciad dos Sentinelas)….
Nos tempos modernos, as descobertas arqueológicas e os textos da Babilônia em particular, tem lançado luz no que poderia estar envolvido nisso: G. A. Cooke citou os figurinos helenísticos do Tell Sandahannah (Mareshah) na Palestina com arame enrolado ao redor de seus braços e pernas… e um texto mágico da Babilônia que fala de um ser peludo branco e preto sendo juntado a uma pessoa ou à cama de alguém… J. Herrmann descreve que ambas as palavras podem estar relacionadas aos verbos Acadianos, kasu e sapabu, que significam respectivamente “ajuntar” e “soltar”. Herrmann também dá atenção a textos nos quais esses verbos eram usados num específico sentido mágico… Isso indica que, quaisquer que sejam os objetos, a função deles era de agir como “ajuntadores” ou “soltadores” num sentido mágico, em outras palavras, num sentido de ataque e defesa (de espíritos) em feitiçaria.

Acredita-se que o texto de Ezequiel especificamente se refere à magia Dionisiana ou Bacanaliana, que são importantes no contexto do livro a ser lançado Abaddon Ascending quando combinadas com as características de “ajuntar” e “soltar”, perguntas que são feitas por Deus em Jó 38:31: “Ou poderás tu ajuntar as delícias das Plêiades ou soltar os cordéis do Órion”? A primeira parte do desafio de Deus a Jó aqui, envolve a estrela (portal) da constelação de Plêiades, a qual, na mitologia, representava as sete irmãs ou mestres do pequeno Dionísio, a própria sacerdotisa que usava o kesatot e o kiste para “ajuntar” de forma mágica aqueles espíritos que Ezequiel disse que Deus iria “soltar”. A segunda parte da proposição de Deus a Jó é igualmente significativa, “Poderias tu….soltar os cordéis (portal estelar) de Órion”? Estudos nos anos recentes tem tido achados intrigantes que sugerem que o Platô de Giza, que, de acordo com Zahi Hawass (ex-secretário geral do Supremo Conselho Egípcio de Antiguidades) era conhecido pelos antigos egípcios como “A Casa de Osíris, Senhor dos Túneis do Submundo”, foi designado para refletir a constelação de Órion. As três pirâmides de Giza aparecem construídas num padrão que reflete as três estrelas de Órion, que nada mais é do que outra representação celestial de Osíris.

Na mitologia grega, o deus Órion (Osíris) se apaixonou pela irmã de Apollo, Diana (Artêmis). Apollo não gostava desse relacionamento e enganou Diana que acabou atirando uma flecha na cabeça de Órion. Quando ela viu o que fez, Diana colocou a cabeça de Osíris entre as estrelas e o transformou na constelação de Órion. Depois disso, Órion ficou conhecida como a “Alma de Osíris”.

Histórias mais antigas conectam a constelação de Órion à lenda suméria de Gilgamesh, identificado na Bíblia como Ninrode, o “grande caçador” gigante perante o Senhor, esse estranho ser que construiu o portal Torre de Babel e que, em mitologias posteriores, também foi chamado de Osíris e Apollo. Se Jó 38:31 então, for interpretado de acordo com esse raciocínio antigo astrológico e mitológico, teremos Deus perguntando a Jó se ele poderia juntar as partes mágicas (kesatot?) de Osíris-Dionísio ou soltar o ajuntamento (mispabot?) do grande caçador, o gigante Órion / Gilgamesh / Ninrode / Osíris / Apollo. O que é potencialmente mais explosivo é a profunda implicação possível desse texto de que Deus não apenas pode fazer isso, ou seja, soltar as forças presas em Giza e a constelação de Órion, mas que, quando o tempo certo vier, Ele assim o fará. Pensem em Apocalipse 9.

Outro intrigante aspecto relacionado à antiga magia dos Sentinelas e a tentativa de encarnar gigantes ou “deuses” em corpos de carne pode estar conectada com as camas mágicas e os rituais de fertilidade, tais como a cama gigante do Rei Og (Deuteronômio 3:11) e uma cama idêntica a essa encontrada no local da Torre de Babel. O Dr. Michael S. Heiser, em seu importantíssimo novo livro, The Unseen Realm: Recovering the Supernatural Worldview of the Bible (já traduzido pelo autor desde site efesios612.com), descreve:

Para um leitor antigo israelita com entendimento em hebraico e uma visão mundial que incluía a ideia da oposição sobrenatural à Israel que se conectava a eventos pré-diluvianos na Mesopotâmia, muitas coisas nessa pequena passagem teriam saltado imediatamente. Nenhuma delas é óbvia na tradução em português.  Primeiramente, a ligação mais imediata de volta à polêmica Babilônia é o leito de Ogue (do hebraico: ‘eres). Suas dimensões (9×4 côvados/cúbitos) são precisamente aqueles do leito de culto no zigurate chamado Etemenanki, o qual é o zigurate que a maioria dos arqueólogos identificam como a Torre de Babel referida na Bíblia. Os zigurates funcionavam como templos e moradas divinas. O leito anormalmente grande no Etemenanki ficava na “casa da cama” (bit ershi). Era o lugar onde o deus Marduk e sua esposa divina, Zarpanitu, se encontravam anualmente para um ritual de amor, cujo propósito era o de uma bênção divina sobre a terra.  Os estudiosos têm ficado perplexos com a correlação precisa. É difícil não concluir que, como em Gênesis 6:1-4, também em Deuteronômio 3, aqueles que deram os toques finais no Velho Testamento durante o exílio na Babilônia estavam conectando Ogue e Marduk de alguma maneira. O entendimento mais fácil é, de fato, a estatura gigante. É dito que Ogue foi o último dos Rephaim, um termo conectado ao gigante Anaque e outros clãs gigantes na Transjordânia (Deut 2:11, 20). Marduk, como outras deidades da antiguidade, era mostrado com um tamanho sobre humano… As dimensões eram de aproximadamente 1,80m por 4,0m…

Doak continua ao notar que os estudiosos que detectaram essa conexão, concluíram que o ponto onde essas dimensões de encontram era de que o escritor bíblico queria comparar Og com uma prostituta de culto. Essa não é apenas uma referência estranha, mas falha em considerar uma ampla polêmica babilônica conectada lá atrás em Gênesis 6…
Os rituais sagrados de casamento incluíam a bênção da fertilidade tanto para a terra quando para os seus habitantes. O ritual também se preocupava em manter a ordem cósmica instituída pelos deuses. Consequentemente, se juntando ao elemento do gigantismo, uma ligação entre Og e Marduk através da comparação das dimensões das camas também pode telegrafar a ideia de que Og fosse o herdeiro e perpetuador do conhecimento babilônico e ordem cósmica dos tempos antediluvianos. Isso é claro que está ligado a Gênesis 6:1-4 e à polêmica dos apkallu. Em qualquer evento, o tamanho da cama de Og não pode ser tomado como uma indicação precisa do tamanho de Og. Existem muitas outras coisas em jogo aqui.

Mesmo o Dr. Heiser não considerando se essas camas mágicas tinham algum papel em nada além do que rituais simbólicos de fertilidade, a esposa de Marduk, Zarpanitu (nome alternativo zer-banitu), tem seu nome interpretado como “criadora de sementes” e está associada literalmente à fertilidade e possivelmente à ideia do nascimento divino. Mesmo que o ritual de Marduk especificamente conectado à cama gigante de Og e sendo idêntica à da infame Torre de Babel com a encarnação dos Rephaim em corpos de carne possa não ser provada agora, ela é altamente sugestiva na mente deste escritor. A magia arcaica realizada com o expresso propósito de “reencarnar os homens de fama” de volta à vida novamente está no centro de muitos temas antigos, incluindo os egípcios e da moderna Maçonaria. Talvez seja por isso que os estudiosos por trás da Bíblia Douay-Rheims, tenham traduzido o profeta Isaías orando: “Não deixem os mortos viverem, não deixem os gigantes se levantarem novamente.” (26:24).

CONTINUA: O QUE ESTÃO TENTANDO DESPERTAR NO CERN LÁ NA SUÍÇA?

Anúncios