O EXEMPLO DE PAULO

O EMPREENDEDOR ESPIRITUAL

 

Fonte

 

Se nossa missão é “Equipar os santos para o trabalho de um ministério”, isso requer três fundamentos primários: Educação, Experiência e Disposição.

 

Por toda a história da Igreja desde Pentecostes, pequenos grupos de crentes na Bíblia têm lutado para permanecer fiéis à Palavra de Deus, mas têm sido oprimidos e perseguidos pelos estabelecimentos religiosos locais. Mesmo se todas as instituições religiosas estabelecidas tiverem se prostituído a servir aos chamados alarmante das injustiças sociais (e existem muitos deles por aí!), ainda temos uma poderosa alternativa…a única, um conceito ainda baseado na Bíblia para dar suporte ao missionário independente que segue silenciosamente numa missão para o Volta do Rei.

 

Um Exemplo: O Apóstolo Paulo

A função e contribuição de um empreendedor independente é lendária, e os fatores que contribuem para seu sucesso tem sido bem estudados na literatura de gerenciamento. Sendo levado por uma visão, sua persistência e compromisso aos objetivos que lhe foram mostrados têm adornado a tapeçaria do progresso tecnológico e econômico através dos séculos. No entanto, o grau no qual essas características caracterizam o Apóstolo Paulo no reino espiritual, raramente tem sido adequadamente reconhecidas em nossas perspectivas missionárias contemporâneas.

 

Ne a nossa Missão é “equipar os santos para o trabalho no ministério”, isso requer três fundamentos primários: Educação, Experiência e Disposição (suporte financeiro). É esse último que requer um foco mais criativo: é dando suporte ao missionário “em campo”, que tipicamente envolve um dos três tipos de aproximação:

 

1)   Emprego em período total numa organização já estabelecida. Essa é a carreira típica nas maiores denominações e outras organizações, mas esse caminho por sofrer uma estase de gerência, mudanças nas missões e as frustrações das várias ineficiências burocráticas. (Ela também sofre intrinsecamente de uma forma de “Nicolaítanismo”, que é especificamente repreendida pelo Senhor, e mesmo assim já surgia nas primeiras igrejas da história e continua através das práticas tradicionais.)

2)   Solicitação de um suporte pessoal.  Esse é o approach do Jovem Com Uma Missão (YWAM). Para um projeto específico ou um período limitado, essa pode ser bem efetiva. No entanto, como um caminho de carreira contínuo, ela se provou ineficiente, pois requer quase que 50% do trabalho apenas a solicitar continuamente o suporte pessoal. (E num ambiente crescentemente hostil, esse caminho pode se tornar problemático nos tempos que virão).

3)   Suporte próprio. Esse era o caminho usado pelo Apóstolo Paulo e os seus resultados falam por si só.

  1. Em Tessalônica, as aquisições de Paulo vinham do seu trabalho e eram suplementadas pelas contribuições dos Filipenses.
  2. Paulo trabalhou em Corinto; ele se recusava a aceitar o suporte dos Coríntios.
  3. E ele também trabalhava em Éfeso.

 

Sua independência financeira era importante para ele e seu ministério: Isso acabava com as críticas, mostrava um exemplo saudável, provava seu amor altruísta por eles e o permitia compartilhar suas míseras aquisições com aqueles que precisavam.

 

Combinando as aquisições vocacionais casuais junto a uma cuidadosa gerência de capital investido, essa alternativa pode facilitar um ministério cuja tarefa não é ser economicamente dependente de uma missão específica a qual ele serve. No mais, contando com sua própria força de trabalho para seu suporte, você pode manter-se escondido para mascarar seus comprometimentos primários contra elementos adversários enquanto serve “na sua” como um Embaixador da Volta do Rei.

 

Perspectivas Espirituais dos Primeiros Empreendedores das Igrejas Primitivas

 

1)   Eles não estavam “sozinhos”. Eles tinham um senso real de comunidade. “não sois de vós mesmos; fostes comprados por preço” 1 Coríntios 6:19,20

2)   Eles entendiam que os dons do Espírito abriam um ministério para cada crente. (Aqueles que não exercitassem seus dons eram enganados pelo Corpo.)

3)   A vida é uma batalha; uma batalha até a morte!

 

Lembrem-se dessa exortação encontrada duas vezes em Provérbios (27:12 e 22:3):

“O prudente vê o mal e se esconde; mas os insensatos passam adiante e sofrem a pena.

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