ELES PRECISAM DE ALIENÍGENAS

Teólogos se juntam à NASA para discutir como a religião sobreviverá ao contato alienígena

A descoberta de vida alienígena pode estar próxima. Como a religião sobreviverá a isso?

O achado de novos mundos e novas vidas irá representar o último caldeirão teológico religioso. Mas eles se adaptarão, como já o fizeram antes.

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Há aproximadamente duas décadas atrás, era quase uma incerteza que outras estrelas além do nosso sol sequer possuíam seus próprios planetas. No entanto, de acordo com a NASA, a última contagem de exoplanetas confirmados está ao redor de 3.500, e pelo menos seis deles têm o potencial de serem como a Terra. Essa contagem irá crescer com certeza e a maioria dos pesquisadores acreditam que o avanço da tecnologia permitirá que os humanos descubram alguma forma de vida em outro planeta nos anos vindouros.

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Compreensivelmente, essas descobertas levantarão questões sobre o lugar da Terra no universo. Além do mais, um contato com uma vida inteligente em outro lugar do universo irá representar um caldeirão teológico e filosófico que a maioria das religiões serão profundamente desafiadas. Isso é especialmente verdadeiro para o cristianismo, que primeiramente se foca na humanidade, e nos ensina que Deus criou o homem a sua própria imagem, e todos os outros animais e plantas foram criados para a humanidade.

A interação com a vida alienígena não está sendo apenas discutida no domínio apenas da filosofia, ela entrou no reino científico tradicional. Ao perceber essa possibilidade, a NASA, em 2014, deu 1,1 milhão de dólares para o Centro de Inquérito Teológico, uma instituição independente, para apoiar uma iniciativa no estudo das “implicações sociológicas da astrobiologia”. A NASA foi criticada por algumas pessoas por dar dinheiro a uma organização de raízes teológicas cristãs.

A ideia de um espaço infinito com uma glória infinita de Deus se originou com Nicholas de Cusa, um filósofo alemão que manteve sua teologia infinita dentro da estrutura Católica. Em 2017, tais pensamentos filosóficos abriram caminho para uma ciência prática: três cientistas no campo da ciência dos exoplanetas foram nomeados na revista Time numa lista das 100 pessoas mais influentes.

A pergunta central seria: a criação de Deus se estendeu para além de apenas um planeta? Se sim, será que os habitantes desses planetas acreditam nos mesmos deuses que os humanos? Como poderia o criador do universo negar a esses habitantes uma chance de se redimirem de seus pecados? Isso significa que Deus encarnou como Jesus nesses mundos contrariamente ao que ensina a Bíblia, que diz que a redenção em Cristo foi um único evento e para os humanos na Terra?

Poderíamos levantar uma pesada discussão para as religiões institucionais sobreviverem à descoberta de planetas alienígenas e assim começarmos uma briga sobre exoteologia: um termo que descreve as questões teológicas relacionadas à inteligência extraterrestre. Essas instituições sempre mostraram uma incrível habilidade de se permanecerem relevantes. Sempre que encontram a mudança para um novo paradigma, eles vêm com as interpretações das escrituras para justificarem sua própria existência. E também há, de forma bem simples, algo de especial sobre a religião que ressoa com os humanos num nível bem fundamental.

Para as religiões tradicionais e as instituições religiosas, o desejo de expandir suas riquezas materiais e poder, frequentemente tomam procedência sobre o espalhar de doutrinas teológicas. Isso tem frequentemente levado a uma cultura de exploração, tanto de pessoas quanto do planeta. Isso talvez explique porque a revolução de Copérnico ou o Darwinismo não tenham desarrumado a ordem religiosa de uma maneira significante no passado.

A elite religiosa na Terra obterá a coragem e a determinação para perseguir seus objetivos desse mundo material mesmo se eles estiverem convencidos da existência de múltiplos universos que operam sob diferentes leis da física.

O triunfo dessas instituições é análogo à audácia de organismos quando encaram desafios na natureza. As instituições religiosas possuem habilidades de sobrevivência impressionantes, maiores do que a habilidades humanas individuais. Elas também têm suas origens nas necessidades pessoais e emocionais, e, para a maioria, elas continuarão a oferecer esses requerimentos.

E mais, essa religião personalizada se tornou um organismo complexo, com ambições de controlar a sociedade e as riquezas. Um recente estudo do Pew Research Center encontrou que o crescimento dos maiores grupos religiosos iria ultrapassar o crescimento da população religiosa não filiada, apesar das tendências nos EUA e outros países ocidentais, onde a proporção de pessoas religiosas não filiadas têm crescido.

Então, como poderíamos resolver a teoria de muitos mundos e seus muitos deuses? Podemos ter certeza que a religiões terrenas não irão acomodas deuses alienígenas. Talvez devêssemos nos voltar ao astrônomo Carl Sagan, que escreveu no Cosmos: “Enquanto isso, em algum lugar num infinito número de outros universos, cada um com seu próprio Deus sonhando um sonho cósmico. É dito que os homens podem não ser os sonhos dos deuses, mas que os deuses sejam os sonhos dos homens”.

NA: Sei que o artigo acima poderá gerar muita polêmica. É claro que não concordo com o que Carl Sagan diz, mas as análises sobre a adaptabilidade das instituições religiosas aos novos paradigmas da sociedade têm se tornado claras e latentes, não apenas no âmbito teológico, mas de gêneros e valores cristãos que tem ficado para trás de forma que me envergonha ler certas notícias e a palavra “igreja” no meio delas.

O cerne deste site é justamente oferecer argumentos e estudos sérios para que o Verdadeiro Adorador possa se preparar para orientar as ovelhas a não caírem no grande engano que se aproxima, a operação do erro que será enviada por Deus para aqueles que não creram na verdade (2 Tessalonicenses 2:11). Quando iniciei este site há 5 anos atrás eu orava para que as informações aqui contidas fossem parar na mão de Pastores sérios que fossem realmente orientar suas ovelhas, mas hoje entendo que um mal ainda maior do que a própria ignorância teológica e escatológica a favor de um crescimento material possa estar por vir: a de que a própria “igreja” possa a vir ser o veículo usado para espalhar a grande mentira do “evangelho alienígena”, onde seres do espaço, superiores a nós, descerem em suas naves espaciais dizendo que são nossos criadores ao misturarem seu avançado DNA com os homens das cavernas.

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Por isso e muito mais que “eles” PRECISAM de uma teoria de evolução de Darwin, por isso que eles PRECISAM de uma Terra esférica em meio a trilhões de outros planetas, por isso eles PRECISAM que acreditemos que somos fruto do mero acaso, por isso eles PRECISAM que a igreja engula tudo isso e passe para as vacas de presépio que hoje idolatram mais os pastores do que a Jesus. Por isso eles PRECISAM que a igreja nos mantenha na ignorância teológica sobre o que realmente aconteceu em Gênesis 6, para que eles PRECISEM ter a certeza de que nada entendamos de escatologia, e que tudo o que virá novamente a acontecer será Gênesis 6 repaginado.

E sabe por que eles PRECISAM de tudo isso? Porque Satanás sabe que o tempo dele é curto, e ele PRECISA que o mundo inteiro acredite, que quando 200 milhões de anjos caídos forem lançados na Terra como resultado de sua derrota na batalha celeste que está acontecendo agora (Apocalipse 9:16), todos abram os braços achando que os “irmãos do espaço” estão chegando, e aí teremos solo (ou céu) fértil para que o iníquo seja revelado. Satanás sabe que está perdendo feio esta batalha no céu, mas acha que vai vencer aqui na Terra, e ele sabe quando tudo isso pode vir a acontecer, pois seu time está perdendo nas regiões celestiais (ainda estão nas regiões celestiais. Para os desavisados, leiam Efésios 6:12).

E para concluir: é interessante como só a NASA possui essas “informações” e “imagens” de planetas. O Vaticano possui o maior telescópio binocular do mundo no Monte Graham e NUNCA nos mostrou uma só foto de um só planeta como a NASA “monta”, ops, “mostra” para nós.

Jesus está chegando!

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