O GRANDE INÍCIO – PARTE 10

O surgimento da lua do mal: da Babilônia até Jericó e daí para Meca.

Se tivéssemos interesse em parar num número bíblico legal para justificar um título impactante, algo como Os Sete Montes da Batalha Sobrenatural, teríamos terminado o livro O Grande Início (The Great Inception) no Monte Sião. Mas esse livro estaria incompleto se trazermos um oitavo monte santo, e que tem um impacto tremendo e incrivelmente destrutivo no mundo.

Jabal
Jabal al-Nour está perto de Meca, oeste da Arábia Saudita

Esse monte é responsável pelo que os estatísticos dizem que será a maior religião do mundo lá por volta de 2070, a menos que alguma coisa drástica aconteça. Em relação a isso, devemos dar crédito a ela, pois essa montanha foi, sem questão, o lugar do engano psicológico de maior sucesso da história.

O nome árabe desse monte significa Montanha da Iluminação. Jabal al-Nour está perto de Meca no oeste da Arábia Saudita. É o lugar da caverna onde Maomé foi visitado por um anjo que chamava a si mesmo de Jibril, ou Gabriel.

A mensagem não era de Deus. Yahweh não se contradiz a Si mesmo, mas o Corão claramente o faz. Maomé viu alguma coisa, disso não temos dúvida. Mas isso não era um mensageiro de Yahweh.

Iremos lidar com as crenças específicas do Islã e as suas maiores seitas neste livro. O Islã tem um papel no futuro conflito pelo monte santo de Deus, mas tristemente para os Muçulmanos, a parte que o Inimigo quer que eles realizem é em simples: morrer.

Alá é o nome usado para o deus do Islã, mas também é o nome usado para o Deus da Bíblia pelos cristãos árabes. Isso é, de alguma forma, bem confuso, e é claro que não é uma coincidência. Assim como El era o nome do deus-chefe dos cananeus e um nome genérico para Deus no hebraico, “Alá” é outro engano psicológico do Inimigo para obscurecer o entendimento.

Muitos cristãos assumem que os muçulmanos adoram o mesmo deus deles, e dessa forma eles não ficam surpresos quando aprendem que os cristãos árabes aplicam o mesmo nome próprio para Deus da Bíblia. Esse é o mesmo erro que assumir que um pagão amorita do 15º século a.C. que rezava para El, estivesse clamando pelo Deus de Abraão, Isaque e Jacó. Os muçulmanos, que acreditam que Alá não tem filho, colocaram sua fé em algo que eles acham que é o Deus do Livro (a Bíblia). Como isso pode acontecer, quando existem diferenças fundamentais entre Alá e Yahweh?

Alguns estudiosos cristãos fazem uma ligação entre Alá e outras antigas deidades adoradas na Arábia antes de Maomé. Isso não universalmente aceito, mas não precisa ser para se transformar o deus do Islã em outra coisa diferente de Yahweh.

Etimologicamente, a explicação que parece fazer o maior sentido, e a que é aceita pela maioria dos estudiosos, sugere que Alá é uma forma contraída de al-lah, “o deus”. Esse é o mesmo uso semita de El, um nome próprio que surgiu da palavra genérica proto-semita ‘il, que significa “deidade” ou “deus”. Formas variantes aparecem no acádio (ilu), ugarítico (il) e no hebraico (eloah, a forma singular de elohim).

Além do mais, diferenças fundamentais nas características de Alá e Yahweh nos forçam a concluir que uma das duas coisas têm que ser verdade: 1) Alá e Yahweh são o mesmo, e a Bíblia não conta de forma correta a maneira como Yahweh se revela a Si mesmo para os profetas e apóstolos ou; 2) alguma coisa mentiu para Maomé naquela caverna em Jabal al-Nour, e Alá não é o Deus da Bíblia.

Dado que temos textos do Velho Testamento que podem ser corretamente datados de pelo menos dois séculos antes de Jesus (a tradução do Septuaginta do hebraico para o grego), e a maioria dos estudiosos aceitaria até mesmo datas anteriores para a autoria desses livros, e que os livros do Novo Testamento são os melhores documentos que atestam o período clássico, existem evidências irrefutáveis de que a Bíblia não foi corrompida ou substancialmente modificada desde que foi escrita pelos apóstolos e profetas. Mesmo com pouquíssimas diferenças entre alguns textos, o enorme número de manuscritos e documentos que citam as escrituras, como as cartas dos primeiros pais da igreja, fornecem muito material para fazermos uma checagem cruzada dos livros da Bíblia e confirmarmos a sua autenticidade.

Ao contrário disso, o Corão foi compilado na sua forma final há aproximadamente vinte anos depois da morte de Maomé e de várias versões rivais. No tempo do terceiro califado, Uthman ibn Affan, o Islã se espalhou da Arábia até o Iraque, Síria, Egito e Irã, culturas que eram diferentes umas das outras e da origem do ponto central de sua fé. Uthman foi reportadamente motivado a iniciar um projeto entre as disputas entre alguns dos novos seguidores sobre a maneira correta de oração. Então, para prevenir que os muçulmanos não lutassem entre si pelo livro, os textos foram coletados de todo o califado e compilados numa versão “oficial”, e as cópias de suas variantes foram destruídas.

Até mesmo os estudiosos muçulmanos, em sua maioria Xiita, que acreditam que o primo de Maomé e o filho adotivo são os herdeiros de direito do império crescente do profeta, admitem que Uthman corrompeu o sagrado livro Islâmico por essa ação.

Tem mais coisa nessa história é claro. Estudiosos gastaram carreiras inteiras estudando o Corão, assim como outros o fizeram com a Bíblia. Mas a diferença fundamental entre o Corão e a Bíblia é que não há comparação entre os dois quando analisamos a quantidade e qualidade das fontes dos materiais.

Não ficamos felizes em dizer isso. Literalmente bilhões de humanos pagarão o preço final por um engano sobrenatural orquestrado por um carismático comerciante árabe há quatorze séculos atrás. E bilhões mais serão destruídos numa batalha final cataclísmica pelo monte santo de Yahweh. Os deuses sedentos de sangue estão se preparando para a guerra.

Aqui vai outra breve revisão da história que pode nos ajudar. Faremos algumas poucas especulações, e pelo fato de estarmos lidando com o reino espiritual, não há como termos 100% de certeza do que iremos dizer.

O que aconteceu com os Amorreus / Amoritas? Os estudiosos têm explorado essa questão desde que a sua existência fora confirmada por fontes fora da Bíblia no 19º século. Eles foram expulsos da Mesopotâmia pelos Kassitas, que tomaram a Babilônia no 16º século a.C., e os governantes nativos próximos ao Golfo Pérsico eram chamados de Dinastia das Terras do Mar. Já discutimos como os Amoritas Hyksos, governantes do Baixo Egito, foram derrotados pelos egípcios nativos na mesma época.

Os Amoritas desapareceram da história na época que os Povos do Mar invadiram o Levante e o Egito no final do 13º século e início do 12º século a.C. Isso coincide com o que os estudiosos chamam de colapso do Final da Idade do Bronze. Durante um período de aproximadamente cinquenta anos, entre 1.200 e 1.150 a.C., os maiores estados do leste do Mediterrâneo ficavam desde a Grécia Micênica e Hatti até os estados Amoritas e Cananeus do Levante foram destruídos.

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Área sob controle Amorita cerca de 2000 a.C.

Esse foi o evento que acabou com o reino de Ugarit durante o reino do fadado Ammurapi que mencionamos num capítulo anterior. Um pequeno reino a sudeste de Ugarit chamado Amurru, nomeado pelos Amoritas, também foi destruído na mesma época.

Esse foi o período dos últimos Juízes, um tempo que preparou o cenário para o aparecimento do reino de Israel. A destruição de Hazor por Barak e Débora, que alguns estudiosos pensam poder ter pertencido ao reino de Amurru, pode ser datada até essa época.

A conclusão é que só o Egito e alguns poucos reinos no norte da Síria parecem ter sobrevivido a essa onda de destruição. Os Filisteus se assentaram no que podemos chamar hoje de Faixa de Gaza, e eles podem ter sido parte da coalizão dos Povos do Mar. Emergindo das cinzas dessa confusão juntamente com o reino de Israel, tivemos vários reinos Arameanos, sendo Damasco e Hamath os seus maiores.

Por terem saído da mesma região formalmente associada com os amoritas, é fácil assumirmos que os povos aramenaos eram os descendentes dos amoritas, os quais continuaram da melhora maneira possível depois dos desastres do Final da Idade do Bronze. Mas não podemos assumir mais do que dizermos que os Israelitas fossem apenas cananeus com uma religião repaginada, pelo fato de ter sido onde Davi subiu ao poder.

Ao analisar os textos que têm sido encontrados dos reinos Neo-Assírio, Neo-Babilônico e os últimos egípcios, podemos juntar as peças de uma história que parece ser sólida. Enquanto o nome “Amorita” saiu de uso depois da conquista de Canaã, existiram alguns nomes tribais que fazem uma ponte do período entre o desaparecimento dos Amoritas e a emergência dos Arameanos. Especificamente os Ahlamu, às vezes chamados de Ahlamu-Aramayu (Ahlamu-Arameanos) pelos Assírios, e nossos velhos amigos os Suteanos.

Juntos, esses dois nomes tribais parecem ter sido usados, pelo menos algumas vezes, em intercâmbio tanto com os Amoritas como os nômades Arameanos, principalmente nas estepes da Síria e da Transjordânia. Depois das conquistas do império Assírio durante o 7º século a.C., até o Arameanos saíram da história, embora o idioma Aramaico, por ter sido adotado como língua franca pela Assíria, se tornou o idioma de negócios e troca cultural no Oriente Próximo desde 600 a.C. até os tempos de Jesus antes de terem se entregado aos gregos.

Resumindo, os estudiosos podem documentar uma “continuidade geográfica, histórica e cultural” entre os Amoritas da Velha Babilônia e os Arameanos da era Média Babilônica.

A história recente do antigo lar Amorita, que inclui o Iraque, a Síria, a Jordânia e o Líbano, mostra um futuro problemático para a Terra Santa. Já mencionamos antes sobre a existência de espíritos territoriais, o principal exemplo bíblico é do Príncipe da Pérsia que segurou o mensageiro de Daniel por várias semanas. Não podemos ter certeza, mas vale a pena mencionarmos, pois vocês já podem ter notado até agora que este autor não acredita muito em coincidências, especialmente quando o assunto é a Bíblia e o andamento da batalha espiritual.

Aqui vão as perguntas relevantes: Poderia ser só uma maluca coincidência que os “pontos quentes” no Oriente Médio, especialmente desde a emergência do Estado Islâmico no verão de 2014, sejam exatamente as mesmas áreas definidas como lar dos Amoritas há 4 mil anos atrás? Será apenas um acidente cósmico que a terra dos Amoritas, especialmente a parte central e norte da Síria, serem muito mais importantes na escatologia do Islã do que a Arábia, a terra onde o islamismo nasceu?

Considerem de outra forma as atrocidades inexplicáveis na capital do Estado Islâmico, Raqqa, que fica no banco oeste do Eufrates, perto de Jebel Bishri, o antigo monte dos amoritas; ou a destruição de Aleppo, chamada de Cidade de Hadad quando foi governada pelos reis Amoritas nos dias de Abraão, Isaque e Jacó. As profecias que guiam a liderança do Estado Islâmico estão focadas nas terras onde os antigos deuses dos Amoritas uma vez já reinaram supremos.

No Iraque, onde o ISIS foi pressionado de forma pesada até onde escrevo aqui, pelas forças iraquianas, kurdos, turcas e americanas na cidade de Mosul, os analistas do Centro de Combate ao Terrorismo dos EUA, a Academia de Treinamento Militar em West Point sugere que o ISIS já havia preparado um plano de retirada na província de Diyala se eles não conseguissem se manter em Mosul. Os analistas sentiram que o terreno e a formação demográfica de Diyala é especialmente bem montada para uma insurgência em andamento. Essa é a área a nordeste de Bagdá ao longo do Rio Diyala em direção à cadeia montanhosa de Hamrin, onde há mais de 4 mil anos atrás os derrotados reis sumérios de Ur construíram sua fútil muralha Amorita para manter longe os Tidnum.

Tudo isso nos leva à pergunta: Qual espírito infrator está agindo em MAR.TU, a antiga terra dos Amorreus / Amoritas?

Vamos cavar um pouco mais fundo. E, perdoem-nos, seremos um pouco especulativos. Como notamos, existem algumas coisas que podemos ter certeza sobre os espíritos que se opõem a Deus. Eles mentem, e a nossa percepção para dentro do reino deles é limitada. Mas vamos dar uma olhada no que está disponível para nós e ver se podemos chagar a algumas conclusões.

A maioria dos estudiosos da Bíblia que traçam o movimento das nações que se espalharam de Babel em Gênesis 10, apontam para duas nações que são mencionadas na profecia de Ezequiel da guerra de Gog-Magog, que são Sheba e Dedan na Arábia. Sheba foi o pai dos Sabeanos, os quais fundaram um reino no sudoeste da Arábia, o Iêmen dos dias atuais.

Dedan ficou ao longo da costa do Mar Vermelho no oeste da Arábia, numa área chamada Hejaz. Dedan foi um oásis importante ao longo da rota de caravana entre Sheba e Babilônia. Devido ao brutal deserto que cobria o interior da Arábia, a rota ia ao norte através de Edom, até o sudeste de Judá. Dedan eventualmente cresceu como um reino independente ao redor da época dos profetas Ezequiel, Jeremias e Daniel, no 7º e 6º séculos a.C. O último rei da Babilônia, Nabonidus, gastou a maior parte do seu reinado vivendo no importante oásis dedanita de Tayma, enquanto confiava a Babilônia ao seu filho, Belshazzar: aquele do incidente mene, mene, tekel, upharsin.

Sheba e Dedan eram filhos de Raamah, um filho de Cuxe, o filho de Cam. Isso faz de Sheba e Dedan sobrinhos de Ninrode, o qual acreditamos ter sido o rei sumério Enmerkar, o que seria o construtor da morada dos deuses, a tora de Babel em Eridu. (Sheba e Dedan também são mencionados em Gênesis 25 como netos de Abraão e sua concubina Keturah, através de seu filho Jokshan. Geograficamente, entretanto, eles ainda são colocados dentre as tribos da Arábia).

Ninguém sabe ao certo porque Nabonidus gastou uma década vivendo no deserto, mas o melhor palpite é que ele estivesse procurando pela profecia e direcionamento de sua deidade preferida, o deus-lua Sin, o qual o rei elevou ao lugar mais alto do panteão.

“Concluí o mandamento do Sin, rei dos deuses, senhor dos senhores, que habita no céu, o qual, em comparação aos outros deuses no céu, seu nome é maior: (também) de Samas (deus-sol), o qual é o mais luminoso (igual), de Nusku (deus-fogo), Istar (Ishtar / Inanna, deusa do sexo e da guerra), Adda (Hadad, o deus-tempestade Ba’al), Nergal (Reshep / Apollo, deus da guerra e das pragas, e o porteiro do submundo), (aqueles) que cumpriram o mandamento de Nannar (o nome sumério para Sin) seu superior”.

Inscrição Harran H2, A & B, Col. III (texto entre parênteses adicionado)

Notem que Marduk está faltando nessa lista de deidades. Nabonidus provavelmente fez do estabelecido Marduk sacerdote da Babilônia um inimigo, possivelmente criando uma quinta coluna religiosa que contribuiu com a facilidade com que a Babilônia caiu sob os Persas.

Acredita-se que a mãe de Nabonidus, Addagoppe (Adad-guppi: notem o teofórico elemento Adad) foi uma sacerdotisa de Sin em Harran no norte da Mesopotâmia. Lembrem-se, Harran foi o centro de culto ao deus-lua que era tão importante para as tribos Amoritas Binu Yamina nos dias de Abraão, 1.400 anos antes. Então Nabonidus deve ter usado o antigo estoque Arameano / Amorita, e por algum motivo, clamou por essa revelação infernal, se assim desejarem, e foi compelido a reviver o enfraquecido culto a Sin e transplantá-lo para o deserto Árabe.

 

Nabonidus
Nabonidus, o último rei da Babilônia, mostrado adorando o deus-lua Sin, o deus-sol Samas e Ishtar, representado por Vênus.

 

O deus-lua tem uma longa história nessa parte do mundo. Não apenas temos evidências dos centros de culto de Ur, Harran e Jericó que datam do 3º milênio a.C., mas lembrem-se da narrativa da vitória de Gideão sobre os Midianitas, outro povo que viveu no noroeste da Arábia. O grande montante de ouro pego por Gideão incluía os ornamentos em lua crescente dos camelos midianitas, os quais presumivelmente honravam o deus-lua. Símbolos mostrando uma tríade celestial de Sin, Samas e Ishtar: lua, sol e Vênus, são comuns dos meados do 2º milênio a.C. até pelo menos o tempo de Nabonidus, o qual é mostrado venerando as três deidades numa estela remanescente.

Mesmo os símbolos da estrela e da lua crescente sendo proeminentes no mundo islâmico de hoje, eles só tiveram seu uso depois que os Otomanos tomaram Constantinopla em 1453, e não é viajar muito sugerir que o antigo culto ao deus-lua no Oriente Próximo e Arábia tem sido propagado até a era moderna pelos descendentes dos Amoritas, Arameanos e seus vizinhos árabes até o sul, especialmente com a turbinada dada ao culto do deus-lua na Arábia pelo rei da Babilônia durante os últimos dias desde império.

Por que o interesse nisso? Enquanto Sheba (Iêmen) parecia quase que geograficamente irrelevante às profecias do fim dos tempos (exceto talvez como ponto de batalha numa guerra maior entre xiitas e sunitas), Dedan, como mostramos mais cedo, possui o mesmo nome da antiga tribo Amorita de Didanu / Tidanu, de onde os gregos pegaram o nome dos Titãs. E a área assentada pelos dedanitas, Hejaz, inclui dois dos lugares mais sagrados para o Islã: Meca e Medina.

Mesmo que os estudiosos muçulmanos pudessem argumentar algo sobre essa conexão, as ligações simbólicas, pelo menos, são óbvias. Joel Richardson fez um excelente trabalho estabelecendo as raízes dos deuses pagãos de Alá em seu novo livro, Mystery Babylon (A Babilônia Misteriosa). A ligação histórica entre Nabonidus, o rei adorador da lua na Babilônia, e a região dos lugares mais santos do Islã podem ser coincidência, mas vocês sabem o que achamos de coincidências.

Agora, entendam por favor: não estamos sugerindo uma conexão física entre os Sentinelas / Titãs e as tribos árabes que espalharam o islamismo ao redor do mundo. Em outras palavras, e espero que isso não os desaponte, não vemos um papel no fim dos tempos para os Nefilim ISIS.

Mesmo assim, é fascinante que a história, mais uma vez, tenha fornecido uma ligação espiritual entre o passado e o futuro onde nunca esperaríamos encontrar uma.

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