A ASCENÇÃO DE ABADDON – PARTE 07 (FINAL)

A Fúria de Titãs Vindoura e a Guerra Santa de Deus

Nas últimas páginas no livro que lançaremos no dia 6 de dezembro de 2017, Abaddon Ascending, notamos como Isaías marca o fim dos tempos com a destruição da Babilônia (Iraque) e o retorno de gigantes terríveis (Nephilim) quando Deus manda o “governante” a “abrir os portões”, liberando gigantes para cumprir Sua ira. O que Deus fez no Egito que “Ele lançou sobre eles o ardor da Sua ira…mandando seus anjos (maus) contra eles” (Salmos 78:49), Ele fará isso de novo. Ainda assim, a profecia é ainda mais fascinante dado que Ninrode, o designer da Torre de Babel, o “portão de deus”, era ele mesmo um Nephilim (Gibborim; ver 1 Crônicas 1:10).

Em Cydonia: The Secret Chronicles of Mars, David E. Flynn dá um passo adianta, conectando a construção da Torre de Babel por Ninrode ao planeta rebelde Marte: “Ninrod…um gigante da raça dos Nephilim…autorizou o plano para a torre… (e estava) associado ao mito de Nergal, o deus babilônico de Marte… A Torre de Babel era a torre de Marte”.

Na mesma página desse incrível livro, Flynn também destaca:

O simbolismo usado pelas escolas de mistérios, clareiam os escritos do poeta italiano Dante, o qual (também) escreveu sobre as conexões entre a Torre de Babel, os Gigantes e Marte. Intrigantemente, Dante identificou Marte com Satanás. Paradiso Canto IX: 127-142.

Florença, a cidade fundada por Marte, na qual Satanás primeiramente virou suas costas para o seu Criador, e de cuja inveja vem tanta dor, moedas e estrias que amaldiçoam a flor de lírio, que desviou as ovelhas e os cordeiros, uma vez que fez um lobo do pastor…

O antigo Cabiri (Gibborim), que construiu os muros Ciclopeanos e as fortalezas megalíticas tomou muitas formas, mas todas elas se originaram do mesmo lugar. Eles vieram do céu para a terra. De cordo com o antigo mito sumério, quando Nergal, o deus de Marte foi ejetado do céu, ele desceu com… demônios.

Então Ninrode não era apenas um Nephilim, ele não só projetou a Torre de Babel (“portão de deus”), e não apenas se associou a Marte e construiu a torre de Babel para o planeta prisão rebelde, mas ele, como os outros gigantes, era daimonic (demoníaco) em sua origem. O significado disso não pode ser deixado de lado. Babel era um portal Nephilim, e está profetizado para ser a futura localização por onde os “portões” se abrirão e os “gigantes” retornarão.

Janelas de Céu, Portões do Inferno

O quão perto da superfície da terra é a morada dos anjos? Dos demônios? De Deus? Eu (Tom) pergunto isso, pois a natureza humana tende a colocar um lugar físico (queria um termo melhor) para esses domínios lá longe no espaço. Mas, e se os “céus” estiverem tão perto que possam ser alcançados através de altas montanhas ou torres? Os Nephilim têm conhecimento íntimo do planeta terra original antes que os céus fossem fechados e antes de Deus não mais andasse com o homem no frescor da noite.

Será que os Nephilim, os descendentes dos anjos caídos, sabem de algo sobre a periferia do Kosmos e/ou sobre a sala do trono de Deus que nós não sabemos? Será que eles sabem que, de alguma forma, esses locais estão apenas sobre as nossas cabeças? Será por isso que as pessoas santas, através dos tempos têm sido levadas subconscientemente a subir em montanhas à procura de Deus? Será por isso que literatura bíblica e extra bíblica universalmente mostram metáforas do céu sendo alcançado em elevadas plataformas, a escada de Jacó, a escada de Quetzalcoatl, os deuses sobre o Monte Olimpo, os pés de Cristo retornando sobre o Monte das Oliveiras, Moisés recebendo as Leis de Deus sobre o Sinai, e os Sentinelas descendo sobre o Monte Hermon? Será por isso que o Nephilim Ninrode construiu a torre de Babel num local específico para que o seu topo chegasse ao “céu”? Será por isso que, logo após o apedrejamento de Estevão em Atos 7:54-60, ele foi capaz de descrever o céu num lugar tão próximo quando disse: “Eis que vejo os céus abertos, eo Filho do homem que está à direita de Deus” (v. 56)?

O cientista Stan Deyo fez uma análise da estela (monumento de laje de pedra com uma escultura da torre) da Torre de Babel e especulou sobre se a Torre de Babel original era verdadeiramente projetada para alcançar “os céus” como indicado nos comentários. Será que ela era uma construção cujo topo fosse alto o suficiente para que permitisse que seres de dimensões mais altas descessem devagar enquanto descarregavam voltagem diretamente no universo de energia de baixa densidade? Deyo notou que a parte mais alta da estela parecia mostrar um área circular “luminosa” ou flamejante, enquanto que as bordas das camadas da torre em si mesmas eram arredondadas como um isolante de alta voltagem, como se servissem para dissipar eletricidade. Stan enfatiza que a análise é inconclusiva, mas interessante, dado que os seres que desceram do céu erarm tipicamente acompanhados por fogo ou relâmpagos (descarga elétrica?), enquanto que os seres que ascendiam das densidades de menos energia (regiões) tendiam a resfriar a atmosfera, tal como um clássico “fantasma” quando entra na sala. Antigas obras de arte que podem corroborar essa teoria estão espalhadas através dos tempos, incluindo obras de deuses acompanhados pelo fogo.

Algumas pessoas podem se perguntar se os maçons envolvidos no design da moeda dos EUA não sabiam algo sobre o significado dos deuses descendo em torres quando colocaram um olho-que-tudo-vê brilhante acima da pirâmide na parte de trás da nota de um dólar, ou quando iniciativas similares da Religião Misteriosa projetaram o serviço de coleta de dados do Pentágono, o Information Awareness Office. E vocês já pararam para pensar por que a pedra do topo da Grande Pirâmide não está no lugar?

Por um lado, a ideia de que o “céu” esteja logo acima de nossas cabeças poderia trazer conforto, ao conceitualizarmos Deus e Seus anjos em tal proximidade. Por outro lado, essa noção também trás significado às profecias de Isaías em relação aos portias terrenos de Babel se abrindo no fim dos tempos, durante um período de guerra no Iraque quando, de acordo com o profeta, a terra será invadida por Nephilins que por ali emergirão destruindo tudo.

Será que esses seres já estariam agora fazendo pressão contra os “portões de cobre” do Kosmos, antecipando o comando de Deus para que o “governante” abra esses portões?

(Isso nos faz pensar também se a NASA e o DARPA estejam trabalhando no desenvolvimento de uma torre até o espaço feito de nanotubos de carbono, e um elevador espacial, seja uma engenharia reversa de tecnologia recuperada do Iraque ou algo necessário para o retorno dos deuses Sumérios?!)

Quando Daniel Lutou com o Porteiro

Mais cedo, falamos sobre o livro de Daniel, capítulo 10, quando Gabriel apareceu para dizer que “desde o primeiro dia em que aplicaste o teu coração a compreender e a humilhar-te perante o teu Deus, são ouvidas as tuas palavras; e eu vim por causa das tuas palavras”. (Daniel 10:12).

Relembremos essa questão de antes em nosso assunto atual: Por que Gabriel levou vinte e um dias para chegar? Porque uma poderosa influência/demônio/anjo caído persa (identificado na teologia persa como Ahriman) se opôs a ele, e isso aconteceu até a chegada de Miguel, o arcanjo, para ajudar a libertar Gabriel continuar sua jornada.

No livro de Daniel, a influência/demônio/anjo caído é simplesmente chamado de “o príncipe do reino da Pérsia” (Iraque/Irã). Ele era o porteiro de Babel, como mostrado em forma de ficção no meu livro – The Ahriman Gate.

Deus também revelou a Daniel (capítulo 7) outros tipos de “reinos” influenciados na terra: a Babilônia, o Medo-Persa, o Grego e o Romano, cada um deles eram meras agências humanas sob o controle de poderes sobrenaturais. O principado do reino Medo-Persa era mostrado como um espírito belicista procurando dominar através da agressão militar, enquanto seu predecessor na Babilônia era caracterizado por “forças” que pretendiam o trono de Deus.

Através da Bíblia, a Babilônia espiritual é equivalente ao sistema mundial que é inimigo de Deus. A Babilônia começou na Torre de Babel, onde a macro estratégia de Satanás era encarnar o sistema único mundial que conseguiu. Agora parece que novamente terminaremos nisso, pois o mundo se encaminha rumo a um encontro que culminará com os gigantes…e o “governante” deles.

Precursor dos Gigantes?

Antes de Daniel ter sido visitado por Gabriel, um sonho de Nabucodonosor, rei da Babilônia, deu a Daniel uma introspecção sobre esses reinos e o império “revivido” final que iria prover a grande entrada para a mãe (ou deveríamos dizer pai?!) de todos os Nephilim: o anticristo da profecia do fim dos tempos. A previsão de Daniel é impressionante à luz das extraordinárias referências feitas em 2:43: “Quanto ao que viste do ferro misturado com barro de lodo, eles misturar-se-ão com semente humana, mas não se ligarão um ao outro, assim como o ferro não se mistura com o barro”.

O pronome pessoal “eles”, os quais “misturar-se-ão com semente humana” fez com que Chuck Missler e Mark Eastman, em seu livro Alien Encounters, se perguntarem apropriadamente: “O que será (ou quem) que se ‘misturará com a semente dos homens’? O que são essas não-sementes? Isso amplia a mente ao contemplarmos o potencial significado da passagem de Daniel e suas implicações para o futuro governo global”.

Quando a profecia de Daniel é colocada junto a Gênesis 3, um incrível princípio aparece: de que Satanás tem uma semente, e ela é inimiga de Cristo!

E porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua semente e a sua semente; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar. (Gênesis 3:15)

A palavra traduzida aqui como “semente” é a hebraica zera, que significa “descendência, filhos, gerados”.

Será que a “posteridade” de Satanás espreita por trás dos portões, esperando por uma oportunidade final de se misturar com o DNA humano, como foram dos dias de antigamente? Será esse o método pelo qual os Nephilim retornarão? Será esse, como apontamos no início dessa série falando sobre demonialidade, o método através do qual o próprio anticristo encarnará? Se Gênesis 6 é uma verdadeira narrativa do que aconteceu na rebelião dos anjos deixando sua habitação assinalada vindo coabitar com fêmeas humanas, donde saíram formas mutantes dessa união, seria razoável assumirmos que Satanás, o anjo caído, já fez, ou será permitido que faça, ter a habilidade de copular com uma mulher?

Vamos dar uma última olhada nesse trecho de The Ahriman Gate:

Está certo. De acordo com a Bíblia, o Anticristo será “o filho da perdição”, a progenie masculina do grego apoleia, ou Apollyon. Essa implicação não poderia ser mais clara: o Homem do Pecado será a descendência física do demônio destruidor, um transgênico da mais alta ordem.

O Pai dos Nephilim e o Filho da Perdição

Algumas pessoas acreditam que num futuro próximo, um homem de uma inteligência superior, sagaz, carismático e diplomata, descerá das nuvens ou aparecerá no cenário mundial como um salvador. Ele parecerá possuir um conhecimento transcedental que o capacita resolver os problemas e oferecer soluções para muitos dos problemas mais complexos de hoje. Sua popularidade se espalhará, e seus fãs serão jovens e idosos, religiosos e não-religiosos, homens e mulheres. Apresentadores de talk shows entrevistarão seus colegas, novos âncoras cobrirão seus movimentos, estudiosos aplaudirão sua habilidade única em resolver o que nós não conseguimos ver, e os pobres se curvarão à sua mesa. Ele irá, de todas as formas humanas, apelas para a melhor ideia de sociedade. Mas sua profunda compreensão e irresistível presença será o resultado de uma rede invisível de milhares de anos de conhecimento coletivo. Ele representará a incorporação de um espírito muito antigo e extremamente inteligente. Como Jesus Cristo foi a “semente” da mulher, ele será a “semente” da serpente (Gênsis 3:15). Embora sua chegada na forma de um homem tenha sido predita em várias Escrituras, a grande massa do mundo não o reconhecerá como a encarnação transgênica final, a “besta” de Apocalipse 13:1.

Há séculos tem sido assumido que um pré-requisito para a chegada do Anticristo seria uma ordem mundial “revivida” da profecia de Daniel, um teto sob o qual as fronteiras nacionais se dissolveriam, e grupos étnicos, ideologias, religiões e economia de todo o mundo, orquestrariam uma só soberania e domínio. Tal sistema será supostamente livre de extremos religiosos e políticos, e seus membros irão tolerar as diferenças filosóficas eculturais de seus constituintes. Exceções com inconformados, guerras, intolerância e fome serão coisas do passado. E na cabeça dessa administração utópica, uma só personalidade emergirá. Ele parecerá ser um homem de caráter distinto, mas no final se tornará “um rei de feroz semblante” (Daniel 8:23). Com decretos imperiosos, ele facilitará o governo único mundial, uma religião universal e um socialismo global. Aqueles que recusarem essa Nova Ordem Mundial serão inevitavelmente presos e destruídos, até que ele finalmente se exalte a si mesmo “contra tudo o que se chama Deus, ou se adora; de sorte que se assentará, como Deus, no templo de Deus, querendo parecer Deus” (2 Tessalonicenses 2:4).

Por muitos anos, a ideia de que tal sociedade “Orweliana” surgiria, onde um governo único mundial mandaria nos pequenos detalhes de nossas vidas e onde as liberdades humanas seriam abandonads, foi considerado um anátema. O conceito desse áspero individualismo sendo sacrificado por uma harmonia anestesiada e universal era repudiado pelas maiores mentes americanas. Então, nos anos 70, as coisas começaram a mudar. Seguindo a chamada de Nelson Rockefeller pela criação da “nova ordem mundial”, o candidato a presidente Jimmy Carter dizia em sua campanha: “Temos que substituir o equilíbrio de poder da política com uma política de ordem mundial”. Evidentemente que ele se sintonizou com os líderes mundias. Durante os anos 80, o Presidente George Bush Sr. continuou com a ladainha do mundo único ao anunciar na televisão nacional que “uma nova ordem mundial” havia chegado. Segundo a transmissão inicial, o Presidente Bush se dirigiu ao Congresso e fez esse comentário adicional:

O que está em jogo é mais do que um pequeno país (Kuait); é uma grande ideia: uma nova ordem mundial, onde diferentes nações se unem por uma causa comum para alcançar as aspirações universais da humanidade, paz e segurança, liberdade e o governo da lei. Esse é o mundo para o qual devemos lutar, e o que nossos filhos merecem no futuro.

Desde esse surpreendente discurso do presidente, uma parada de líderes políticos e religiosos têm descarregado uma profusão de retóricas mirando a implementação dos objetivos da Nova Ordem Mundial. Concomitante aos aspectos políticos da Nova Ordem Mundial estão os objetivos espirituais e sincretistas dos seguidores da Nova Era, os Dominiais, alguns evangélicos modernos e até mesmo o Papa! A junção de política com espiritualidade, tal como está acontecendo com esses movimentos, se harmoniza perfeitamente com as ideias de um casamento do fim dos tempos de uma política governamental e credo religioso como profetizado na Bíblia. Para esse objetivo, as ferramentas necessárias para encarnação do paganismo final, o deus-rei da Grande Tribulação (Satanás em carne), estão em seus lugares. Os “deuses” têm sido revividos através do misticismo moderno. A agenda pagã de sermos governados por um “representante divino” está sendo construída. Os governos do mundo estão se unindo além de um cartaz de mundo único, e as massas da terra estão à beira de um momento decisivo no tempo.

De acordo com nosso novo livro Abaddon Ascending, essa é a revelação de um esquema antigo. No centro dessa conspiração, um líder de brutalidade indescritível está agendado para aparecer. Ele combinará as depravações de Antióquio Epífane, Hitler, Stalin e Genghis Khan, todos eles arquétipos do Anticristo, se parecerem com o coelhinho da Páscoa. Ele levantará seu punho “falando grandes coisas…em blasfêmia contra Deus, blasfemando Seu nome e Seu tabernáculo, e todos aqueles que habitam no céu” (Apocalipse 13:5-6). Por ser o campeão de adoração dos deuses que vierem através dos portais, ele “fará com que todos os que não adorarem a imagem da besta sejam mortos” (Apocalipse 13:15). “O Rei da Babilônia”, como é chamado em Isaías 14, reavivará a religião misteriosa da Babilônia, “a habitação dos demônios, e morada de todo espírito maligno, e prisão de todo pássaro impuro e odioso” onde os mercadores da terra negociavam as “almas dos homens” e onde “o sangue dos profetas e dos santos” é encontrado (Apocalipse 18:2, 13, 24).

O livro de Apocalipse detalha o que se segue depois do surgimento do anticristo, culminando numa guerra cataclísmica chamada de Armageddon, um tempo durante o qual o Deus Altíssimo julgará os “deuses” que vieram através dos portais, incluindo, como assumimos, o então chamado Zeus, Apollo, Demétrio, Isis e outros.

Embora fútil, os deuses retaliarão contra o Todo-Poderoso, e uma guerra de indescritível intensidade acontecerá. Ela será travada na terra e no mar, nos céus acima e na terra abaixo, nos mundos físico e espiritual. Ela incluirá “Miguel e seus anjos (lutando) contra o dragão; e o dragão (lutando) e seus anjos” (Apocalipse 12:7). Alguns humanos se juntarão na guerra contra Deus, clamando pelos “ídolos de outro, prata, bronze, pedra e madeira” (Apocalipse 9:20) a fim de convocar seus poderes contra o Deus Cristão, e até mesmo se unindo a “espíritos impuros como sapos…os espíritos de demônios realizando milagres, os quais irão aos reis da terra…para juntá-los na batalha do grande dia…(para) um lugar chamado na língua hebraica de Armageddon (“Monte Megiddo”) (Apocalipse 16:13-14, 16). Ali, no Vale de Megiddo, o onipotente Cristo irá repelir as forças das trevas e destruir o exército do Novo Mundo. Sangue fluirá pelos rios e as aves do ar “comerão a carne dos grandes, e beber o sangue dos príncipes da terra” (Ezequiel 39:18). Além do Armageddon, batalhas serão travadas no Vale de Jeosafá e na cidade de Jerusalém. Mas a batalha do Armageddon é o evento que será o clímax da hostilidade entre o Deus Todo-Poderoso e os deuses menores que atravessaram os portais.

Uma vez antes, Satanás e seus espíritos “deuses” desafiaram Yahweh em Megiddo. Eles perderam. No Monte Carmelo, observando o Vale do Armageddon, os profetas de Baal ousaram fazer o Deus hebreu responder com fogo. Ele o fez, e parece que Ele o fará novamente. E quando Ele o fizer, aqui está o que a Bíblia diz que vai acontecer:

E vi a besta, e os reis da terra, e os seus exércitos reunidos, para fazerem guerra àquele que estava assentado sobre o cavalo, e ao seu exército. E a besta foi presa, e com ela o falso profeta, que diante dela fizera os sinais, com que enganou os que receberam o sinal da besta, e adoraram a sua imagem. Estes dois foram lançados vivos no lago de fogo que arde com enxofre.E os demais foram mortos com a espada que saía da boca do que estava assentado sobre o cavalo, e todas as aves se fartaram das suas carnes. E vi um grande trono branco, e o que estava assentado sobre ele, de cuja presença fugiu a terra e o céu; e não se achou lugar para eles. E vi os mortos, grandes e pequenos, que estavam diante de Deus, e abriram-se os livros; e abriu-se outro livro, que é o da vida. E os mortos foram julgados pelas coisas que estavam escritas nos livros, segundo as suas obras. E aquele que não foi achado escrito no livro da vida foi lançado no lago de fogo. (Apocalipse 19:19-21; 20:11-12, 15)

Um destino diferente espera os justos depois da batalha do Armageddon:

E vi o céu aberto, e eis um cavalo branco; e o que estava assentado sobre ele chama-se Fiel e Verdadeiro; e julga e peleja com justiça. E os seus olhos eram como chama de fogo; e sobre a sua cabeça havia muitos diademas; e tinha um nome escrito, que ninguém sabia senão ele mesmo. E estava vestido de veste tingida em sangue; e o nome pelo qual se chama é A Palavra de Deus. E seguiam-no os exércitos no céu em cavalos brancos, e vestidos de linho fino, branco e puro. E da sua boca saía uma aguda espada, para ferir com ela as nações; e ele as regerá com vara de ferro; e ele mesmo é o que pisa o lagar do vinho do furor e da ira do Deus Todo-Poderoso. E no manto e na sua coxa tem escrito este nome: Rei dos reis, e Senhor dos senhores… E vi um novo céu, e uma nova terra. Porque já o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe. E eu, João, vi a santa cidade, a nova Jerusalém, que de Deus descia do céu, adereçada como uma esposa ataviada para o seu marido. E ouvi uma grande voz do céu, que dizia: Eis aqui o tabernáculo de Deus com os homens, pois com eles habitará, e eles serão o seu povo, e o mesmo Deus estará com eles, e será o seu Deus. E Deus limpará de seus olhos toda a lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas. E o que estava assentado sobre o trono disse: Eis que faço novas todas as coisas. E disse-me: Escreve; porque estas palavras são verdadeiras e fiéis. E disse-me mais: Está cumprido. Eu sou o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim. A quem quer que tiver sede, de graça lhe darei da fonte da água da vida. Quem vencer, herdará todas as coisas; e eu serei seu Deus, e ele será meu filho. (Apocalipse 19:11-16; 21:1-7).

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