A ASCENÇÃO DE ABADDON – PARTE 06


As Conexões Ocultas do CERN

Uma grande parte do CERN se encontra numa comunidade no leste da França chamada Saint-Genis-Pouilly. Essa comunidade era formada, na verdade, por duas cidades separadas. Antes de ter recebido o nome de Saint-Genis-Pouilly em 1887, as duas cidades se chamavam Saint-Genis e Pouilly. Ainda mais interessante é que Pouilly antigamente era uma pequena cidade romana chamada Appolliacum.

Antes de dissecarmos as evidências ao redor da antiga cidade de Appolliacum, devemos primeiro mergulhar na história do nome Saint-Genis. A origem do nome da cidade de Saint-Genis pode ser traçada a um indivíduo que é cercado de lendas e mistérios. Acredita-se que o nome Saint-Genis veio de Saint Genest (também conhecido como Genésio de Roma), um lendário mártir cristão. A lenda de Genésio de Roma diz que Genésio, antes de sua conversão, foi líder de uma trupe de teatro em Roma. Em suas apresentações, ele ridicularizava o cristianismo, especialmente certos ritos. Numa dessas performances, realizada na frente de uma plateia onde tinha o Imperador Diocleciano presente, Genésio iria ridicularizar o sacramento do batismo.

O show começou e Genésio iniciou seu papel de uma pessoa muito doente. Dois outros atores o perguntaram o que havia de errado e Genésio disse que ele sentia um peso nele que queria que fosse removido. Depois, dois diferentes atores, vestidos como um padre e um exorcista entram. Quando os atores perguntam a ele o que ele queria para aliviar sua doença, Genésio expressou que desejava ser batizado. Foi logo depois dessa parte da apresentação que as coisas começaram a ficar muito reais para Genésio. Ele parou de interpretar e afirmou que estava vendo anjos reais, e pediu para ser batizado no palco de verdade. Isso deixou Diocleciano completamente enfurecido. Genésio persistiu em sua nova fé encontrado, até o ponto de ser torturado e decapitado.

Hoje, Genésio é tido como santo patrono dos atores, advogados, malabaristas, palhaços, comediantes, ventríloquos, dançarinos, epiléptico, músicos, impressores, taquígrafos e vítimas de tortura. Seu feriado é no dia 25 de agosto. Coincidentemente, 25 de agosto é o mesmo dia que Paris foi libertada pelos aliados em 1944.

Embora sendo reconhecida como uma lenda, existe algo de verdadeiro por trás da história de Genésio de Roma. O verdadeiro e real Genésio de Arles é frequentemente combinado com a lenda de Genésio de Roma. Genésio de Arles foi um notário, feito mártir por Maximianus no ano de 303 d.C. Ele é o santo patrono dos notários e secretárias, e seu feriado também é no dia 25 de agosto. Conta-se que, enquanto ele realizava seus deveres como secretário, um decreto de perseguição contra os cristãos foi lido em voz alta. Ouvindo isso e ficando inconformado, Genésio arremessou suas tábuas nos pés do magistrado e fugiu. Ele então foi capturado e executado.

O interessante é que a narrativa desse misterioso indivíduo não acaba aqui. Os estudiosos dizem que Genésio de Arles é a mesma pessoa que o Espanhol Saint Ginés de la Jara.

Se isso for verdade, adiciona ainda mais profundidade à história. A lenda afirma que depois da decapitação de Genésio de Arles, ele foi enterrado em Arles, mas anjos transportaram sua cabeça para Cartagena. Outra variação afirma que quando Ginés fora decapitado na França, ele mesmo pegou sua própria cabeça e a jogou no mar, a qual foi carregada até Murcia. Essas narrativas são contadas para explicar por que é que histórias do mesmo santo e o mesmo culto são encontrados em dois diferentes lugares. E também temos que o feriado de Saint Ginés de la Jara cai no dia 25 de agosto.

O culto a Saint Ginés é dito como tendo se originado de cultos aos islâmicos Jinn, o gênio romano, ou até mesmo a um antigo local em Cartago dedicado a Ba’al. Na crença islâmica, os jinn são seres feitos de um fogo sem fumaça que vêm do Djinnestan, outro universo além do nosso. De uma perspectiva cristã, esses jinn podem ser vistos como Serafins caídos de natureza extradimensional. Os gênios, na mitologia romana, são “a instância individual de uma natureza divina geral que está presente em todos os indivíduos, lugares ou coisas”. E por último, o falso deus Baal-hamon foi o deus supremo dos cártagos. Baal-hamon era geralmente identificado com o deus grego Cronos, o deus romano Saturno e o deus semita Dagon. O interessante é que Baal e Dagon são mencionados frequentemente na Bíblia.

A repetição de 25 de agosto entre essas três representações desse misterioso indivíduo certamente nos chama a atenção. O único tema em comum a essas datas em particular parece ser, por mais estranho que seja, a exploração espacial. Nessa data, em 1981, a sonda Voyager 2 fez a sua aproximação mais perto de Netuno. No dia 25 de agosto de 2012, A Voyager 1 oficialmente deixou o nosso sistema solar e se tornou o primeiro objeto feito pelo homem a entrar no espaço interestelar. Essa aparente conexão entre os céus e esse misterioso indivíduo de muitos nomes pode ter mais paralelos quando observamos o nome da segunda cidade, Pouilly.

Pouilly foi uma pequena cidade romana que pegou nome do latim Appolliacum. Apollon pode ser identificada com o Apollyon / Abaddon da Bíblia no Novo Testamento, o deus grego Apollo, e Ninrode do Velho Testamento, que é algumas vezes conhecido como “o homem de muitos nomes”. Assim como Genésio (que poderia ser chamado de “o santo de muitos nomes”), é narrado que Ninrode também foi decapitado no livro extra bíblico de Jasher (Jasar).

As conexões entre Ninrode, Apollo e Abaddon / Apollyon têm sido amplamente pesquisadas, e existem mais alguns detalhes que não são comumente discutidos. Apollo era adorado pelos romanos, assim como os gregos. No Mauvières (Indre), uma comunidade no centro da França, Apollo era equiparado ao deus celta Atepomarus. Esses dois personagens eram combinados para criar Apollo Atepomarus, o qual pode ser traduzido como o “Grande Cavaleiro” ou “possuidor de um grande cavalo”. Na crença celta, cavalos tem relação íntima com o sol. É interessante notarmos a conexão entre essa ideia de Apollo estar associado com cavalos na França (onde estão parte do LHC e do CERN) e o que se diz no livro de Apocalipse sobre Abaddon:

E o parecer dos gafanhotos era semelhante ao de cavalos aparelhados para a guerra; e sobre as suas cabeças havia umas como coroas semelhantes ao ouro; e os seus rostos eram como rostos de homens... 11 E tinham sobre si rei, o anjo do abismo; em hebreu era o seu nome Abadom, e em grego Apoliom. – Apocalipse 9:7, 11

Dadas essas descrições, é possível que o CERN terá algo a ver com a abertura do abismo sem fundo descrito em Apocalipse 9? Essa é uma possibilidade que muitos pesquisadores têm observado recentemente. Voltaremos a essa possibilidade neste livro e analisaremos profundamente no último capítulo. Antes disso, podemos obersar outra mitologia e ver mais conexões potenciais com o CERN.

O CERN na Mitologia

Outra coisa interessante é que a palavra “cern” pode ser encontrada na mitologia antiga. Por exemplo, em Dorset, na Inglaterra, há uma lenda do Gigante Cerne Abbas, o qual é frequentemente associado à fertilidade. Na mitologia celta, o deus Cernunnos é mostrado com galhos (ou chifres). Ele também é mostrado com um ornamento (torcs) no pescoço e pendurado em seus galhos. Cernunnos é as vezes reconhecido como o deus da natureza ou fertilidade.

Torcs são anéis grandes de metal que eram associados à notabilidade e alto status social.

A palavra “torc” vem do latim torque, e significa “torcer”. Ela vem dessa palavra devido à sua forma retorcida que os anéis têm.

Devido à associação com várias criaturas, Cernunnos é as vezes descrito pelos estudiosos como o “senhor dos animais” ou o “senhor das coisas selvagens”. Na terminologia bíblica, isso pode ser entendido como “o senhor das bestas”. Cernunnos é também as vezes reconhecido com sua associação aos marinheiros, comércio e riquezas materiais. Podemos reconhecer isso como uma possível conexão com Apocalipse 18.

Cernunnos também está associado a Baphomet, uma importante deidade do ocultismo.

Baphomet também é sinônimo do símbolo do bode pentagrama, também conhecido como o “Sigilo de Baphomet”.

Da Wikipedia:

Centenas de anos atrás, os artistas indianos criaram imagens visuais de Shivas dançantes numa série de lindos bronzes. No nosso tempo, os físicos têm usado a tecnologia mais avançada para mostrar os padrões da dança cósmica. A metáfora da dança cósmica então, unifica a antiga mitologia, a arte religiosa e a física moderna.

O pentagrama do bode original primeiramente apareceu no livro “La Clef de la Magie Noire”, pelo ocultista francês Stanislas de Guaita, em 1897. Esse símbolo seria mais tarde sinônimo a Baphomet, e é comumente referido como o Bode Sabático. Samael é uma figura da cultura Talmúdica e Lilith, um demônio fêmea da mitologia judaica. As letras hebraicas nas cinco pontas do pentagrema formam a palavra Leviatã, uma criatura mítica da cultura judaica. Esse símbolo foi mais tarde adaptado pela Igreja de Satanás em 1969 e oficialmente chamado de Sigilo de Baphomet.

O mito de Cernunnos é explicado mais profundamente e com detalhes provocativos na bruxaria italiana. Aqui, Cernunnos é conhecido somento como “Cern” e tem um irmão chamado Lupus. Cern é visto como um deus veado, enquanto Lupus é visto como um deus lobo. É dito que no dia do equinócio da primavera, Lupus foi atingido por um raio em forma de flecha enquanto caçava um veado. Lupus então morreu e, na outra manhã, subiu do submundo como o sol. Cern aprendeu com a morte do seu irmão e se tornou o “deus desse mundo”. A única coisa deixada para trás depois da morte de Lupus foi a sua pele de lobo, a qual foi encontrada na floresta por outro caçador. Ele viu então que a pele tinha o poder mágico de transformar homens em lobos. O primeiro homem a vestir essa pele de lobo se tornou o sacerdote Lupercus e fundou a sociedade de Luperci.

Encontramos um paralelo interessante a essa história no livro de Jasar sobre Ninrode:

E Cuxe, filho de Ham, o filho de Noé, tomou para si uma esposa naqueles dias da antiguidade, e ela teve um filho, e eles o chamaram de Ninrode, dizendo, no tempo que os filhos dos homens novamente começaram a se rebelar e transgredir contra Dues, e a criança cresceu, e seu pai o amou extremamente, pois ele era o filho de sua velha era.

E os vestuários de pele que Deus fez para Adão e sua esposa, quando eles saíram do jardim, foram dados a Cush.

Pois depois da morte de Adão e sua esposa, as vestimentas foram dadas a Enoque, o filho de Jarede, e quando Enoque foi levado por Deus, ele as deu para Matusalém, seu filho.

E depois da morte de Matusalém, Noé as tomou e as levou para a arca, e elas estiveram com ele até que saiu da arca.

E quando saíram, Ham roubou essas vestimentas de Noé seu pai, e ele as levou e as escondeu de seus irmãos.

E quando Ham gerou seu primogênito Cuxe, aquele deu as vestimentas a este em segredo, e elas ficaram com Cuxe muitos dias.

E Cuxe também as escondeu dos seus filhos e irmãos, e quando Cuxe gerou Ninrode, e este se tornou um grande caçador na terra, sim, ele foi um grande caçador no campo, e ele caçou os animais e construiu altares, e ele ofereceu sobre estes os animais perante o Senhor. (Jasar 7:23:30).

Mais tarde nós temos o resto da história:

E Ninrode habitou em Shinar, e reinou de forma segura, e lutou contra seus inimigos e os subjulgou, e ele prosperou em todas as suas batalhas.

E todas as nações e línguas ouviram sobre sua fama, e eles se juntaram a ele, e eles se curvaram para a terra, e trouxeram oferendas a ele, e ele se tornou seu senhor e rei, e todos eles habitaram com ele na cidade em Shinar, e Ninrode reinou na terra sobre todos os filhos de Noé, e todos eles estiveram sobre seu poder e conselho.

E toda a terra tinha uma só língua e palavras de união, mas Ninrode não se manteve nos caminhos do Senhor, e ele foi mais maligno que todos os homens que estiveram perante ele, dos dias do dilúvio até aqueles dias. (Jasar 7:44:46)

Podemos ver como Ninrode podia se identificar com Cern como o deus deste mundo. Na verdade, o próprio Satanás poderia ser identificado com Cern, de acordo com 2 Coríntios 4:4. Ninrode também poderia ser identificado com a primeira pessoa que colocou em si mesma a pele de Lupus e se tornou o sacerdote Lupercus. Existem muitas formas de fazermos conexões e assinalarmos identidades bíblicas a vários mitos ao redor de Cern.

A Estátua da Destruição

Desde a sua revelação em 2004, a estátua do dançante Shiva no CERN tem causado muitas controvérsias entre os cristãos, especialmente nos anos recentes.

Muitos analisam a mitologia de Shiva e a dança Nataraja e se questionam sobre os verdadeiros motivos do CERN. Será que essa estátua significa meramente uma peça de arte ou, como afirmam alguns, a previsão de uma futura destruição?

A mitologia por trás dessa estátua é certamente dramática. Shiva é uma das principais deidades do hinduísmo. Ele é parte do Trimurti, a trindade Hindu. Shiva é conhecido como “O Destruidor” ou “O Transformador” dentro da trindade. Uma representação de Shiva é conhecida como Nataraja, que significa “O Senhor da Dança”. Essa é a representação que está esculpida na estátua no CERN.

A representação do Nataraja mostra Shiva como um dançarino cósmico que realiza uma dança divina para destruir um univeso cansado. Shiva faz isso para fazer as preparações para o deus Brahma começar o processo de criação. A estátua mostra Shiva no meio de um círculo de chamas com sua perna esquerda levantada e balançando sobre o anão demoníaco Apasmara, o qual representa a ignorância.

Apasmara, na mitologia Hindu, é um demônio que não pode ser morto. O hinduísmo ensina um balanço entre a ignorânica e o conhecimento, e matar Apasmara seria acabar com o equilíbrio. Isso significaria que o conhecimento seria atingido sem esforço ou trabalho duro, deixando-o sem significado. Uma vez que Apasmara não pode ser morto, Shiva usa seu pé direito para esmagar e subjulgar Apasmara durante a dança Nataraja. Acredita-se que Shiva permaneça na forma Nataraja para subjulgar Apasmara para sempre.

A estátua de Shiva no CERN contém a inscrição de uma citação feita pelo físico Fritjof Capra, assim:

Centenas de anos atrás, os artistas indianos criaram imagens visuais de Shivas dançantes numa série de lindos bronzes. No nosso tempo, os físicos têm usado a tecnologia mais avançada para mostrar os padrões da dança cósmica. A metáfora da dança cósmica então, unifica a antiga mitologia, a arte religiosa e a física moderna.

Mais impressionante ainda é que existem mais coisas para se ler na estátua que afirmam que Shiva é o deus mais superior de todas as religiões. Está assim no site de Fritjof Capra:

Uma placa especial perto da estátua de Shiva no CERN explica o significado da metáfora da dança cósmica de Shiva com muitas citações do Tao da Física. Aqui vai o texto da placa:

“Ananda K. Coomaraswamy, vista além do ritmo insuperável, beleza, poder e graça do Nataraja, uma vez escreveu sobre ela que ‘é a mais clara imagem da atividade de Deus que qualquer arte ou religião poderia impregar'”.

Mais recentemente, Fritof Capra explicou que a “física moderna tem mostrado que o ritmo da criação e destruição não é apenas uma manifestação da virada das estações, ou do nascimento e da morte de todas as criaturas vivas, mas é também a presença da própria matéria inorgânica”, e que isso “para a moderna física, então, a dança de Shiva é a dança da matéria subatômica”.

E foi assim que Capra concluiu:

Centenas de anos atrás, os artistas indianos criaram imagens visuais de Shivas dançantes numa série de lindos bronzes. No nosso tempo, os físicos têm usado a tecnologia mais avançada para mostrar os padrões da dança cósmica. A metáfora da dança cósmica então, unifica a antiga mitologia, a arte religiosa e a física moderna.

Dada a mitologia por trás da estátua e o tipo de pioneirismo científico que o CERN representa, isso fez com que muitos começassem a pensar se havia ali um significado mais profundo. Alguns foram longe o bastante afirmando que Apasmara representa a igreja ou o verdadeiro Deus, Shiva representa Satanás, o círculo de chamar representa um portal espiritual, com Shiva representando Satanás atravessando através do portal para destruir a igreja, subjulgar Deus e tomar o mundo. Existem aqueles que acreditam que o CERN e o LHC sejam o instrumento para esse processo.

O Logotipo da Besta

Assim como a estátua de Shiva, o logotipo do CERN tem causado uma igual quantidade de controvérsias.


Se virarmos ele, o logotipo de CERN lembra três seis, os quais alguns afirmam ser um claro sinal da bíblica marca da besta do livro de Apocalipse.


Ele também lembra um gesto de mãos que é ensinado como significando os três seis da marca da besta.


A maioria das vezes, esse gesto de mão é mostrado sobre o olho direito do indivíduo, significando o “olho que tudo vê” dos Illuminati e da Maçonaria.

Alguns interpretam o acrônimo CERN no meio dos três seis como a representação o olho ocultista… e que algo realmente está observando do além…

CONTINUA: A CONEXÃO OCULTISTA SE TORNA REAL…

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