PETRUS ROMANUS SE SUBMETEU AO ISLAMISMO RADICAL

ALERTA DOS ESTUDIOSOS CATÓLICOS:

  • [Papa Benedito XVI] duvidou publicamente que isso possa ser acomodado numa sociedade pluralística… e amenizou seu apoio por um programa de diálogo interreligioso iniciado pelos monges Franciscanos em Assis. Ele acatou a visão dos italianos moderados e conservadores de que o princípio diretor de um diálogo interreligioso deve ser reciprocità. Ou seja, ele acha um tanto ingênuo permitir a construção de uma mesquita financiada por sauditas, a maior da Europa, em Roma, enquanto que os países muçulmanos proíbem a construção de igrejas e missões” – Christofer Caldwell, Financial Times
  • Nessa palestra, Benedito fez o que é proibido no mundo islâmico: livre discussão da fé. Ele disse que Deus é diferente de Alá.
  • Desde então, desculpas ao mundo islâmico têm sido a política oficial do Vaticano. O Papa Francisco negou que o islamismo em si mesmo seja violento e disse que o potencial para violência mora dentro de todas as religiões, incluindo o Catolicismo. Antes, o Papa Francisco disse que havia “um mundo em guerra”, mas negou que o Islã tenha algum papel nela.
  • “É claro que os muçulmanos tem um objetivo final: conquistar o mundo… Mas é difícil para nós reconhecermos essa realidade e responder defendendo a fé cristã (…) Já ouvi muitas vezes um pensamento islâmico: ‘nossas falhas com as armas no passado, estão sendo consertadas com as altas taxas de nascimento e imigração’. A população está mudando. Se isso continuar assim, em países como a Itália, a maioria será muçulmana (…) E qual é o objetivo mais importante? Roma”. – Monsignor Raymond Burke, líder Católico dos EUA.

Se 11/9 foi a declaração da jihad contra o Ocidente, 12/9 será lembrado como uma das mais dramáticas quedas de joelho da cultura Ocidental em submissão ao Islã.

Em 12 de Setembro de 2006, o Papa Benedito XVI (Joseph Ratzinger) aterrissou na Bavária, Alemanha, onde ele nasceu e começou a ensinar teologia. Esperava-se que ele realizasse uma palestra em frente à comunidade acadêmica da Universidade de Regensburg. Essa palestra entraria para a história como a fala papal mais controversa da segunda metade do último século.

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Sobre ela, o 10º aniversário dessa palestra, o mundo Ocidental e o mundo islâmico deveriam pedir desculpas a Benedito, mas, infelizmente, aconteceu o oposto: o Vaticano se desculpou com os Muçulmanos.

Nessa palestra, o Papa Benedito esclareceu as contradições internas do Islã contemporâneo, mas ele também ofereceu terreno a um diálogo com o Cristianismo e a cultura Ocidental. O Papa falou das raízes judaicas, gregas e cristãs da fé europeia, explicando porque elas são diferentes do monoteísmo islâmico. Sua fala continha uma citação do imperador bizantino, Manuel II Paleologus: “Mostre-me o que Maomé trouxe que seja novo, e ali você encontrará só coisas más e não-humanas”.

Essa banana de dinamite foi amenizada com a citação de um sura do Corão da juventude de Maomé, como disse Benedito: “quando Maomé ainda não tinha poder e estava sob ameaça”, ele dizia: “Não há compulsão na religião”.

A fala de Benedito não foi uma surpresa. “Não é nenhum segredo que o Papa se preocupava com o Islã”, escreveu Christofer Caldwell no Financial Times:

Ele duvidou publicamente que isso possa ser acomodado numa sociedade pluralística… e amenizou seu apoio por um programa de diálogo interreligioso iniciado pelos monges Franciscanos em Assis. Ele acatou a visão dos italianos moderados e conservadores de que o princípio diretor de um diálogo interreligioso deve ser reciprocità. Ou seja, ele acha um tanto ingênuo permitir a construção de uma mesquita financiada por sauditas, a maior da Europa, em Roma, enquanto que os países muçulmanos proíbem a construção de igrejas e missões”

Em Regensburg, Benedito mostrou o drama de nosso tempo e, pela primeira vez na história da Igreja Católica, um Papa falou sobre o Islã sem enrolação. Nessa palestra, o Papa fez o que é proibido no mundo islâmico: discutir livremente a fé. Ele disse que Deus é diferente de Alá. Nunca mais ouvimos isso.

A citação de Manuel II Palaelogus viajou pelo mundo, balançando a comunidade (umma) muçulmana, que reagiu violentamente. Até a imprensa internacional foi unânime num coro de condenação à “agressão do Papa ao Islã”.

A reação da fala do Papa provou que ele estava certo. Desde os líderes muçulmanos até o New Yor Times, todos pediam as desculpas do Papa e sua submissão. A grande mídia o transformou num provocador incendiário como na “batalhas das civilizações” de Samuel Huntington. Na área das Autoridades Palestinas, as igrejas cristãs foram queimadas e os cristãos viraram alvos. Os islamistas britânicos pediram para “matar” o Papa, mas Benedito os desafiou.

Ao mesmo tempo, na Somália, uma freira italiana foi alvejada. No Iraque, um padre sírio ortodoxo foi decapitado pela al-Qaeda e mutilado depois que os terroristas pediram as desculpas da Igreja Católica pela palestra. A Irmandade Muçulmana do Egito realizou retaliações contra o Papa. Um líder do Paquistão, Shahid Shamsi, acurou o Vaticano de apoiar “a entidade Zionista”. Salih Kapusuz, o número dois do partido da Turquia e então Primeiro Ministro (agora presidente), Recep Tayyip Erdogan, comparou o Papa Benedito XVI a Hitler e Mussolini. O Supremo Líder do Irã, o Aiatolá Ali Khamenei, insistiu que as palavras do Papa pertenciam à “corrente da conspiração EUA-Israel”, e acusou Benedito de fazer parte da uma “Cruzada Conspiratória”.

A segurança ao redor do Papa Benedito foi aumentada rapidamente. Dois anos depois, o Papa foi impedido de falar na universidade mais importante de Roma, La Sapienza. Depois do acontecido em Regensburg, Benedito nunca mais seria o mesmo. Os islamistas e os apaziguadores ocidentais foram capazes de calá-lo.

Poucos dias depois da palestra, exausto e amedrontado, o Papa Benedito se desculpou. “Peço grandes desculpas pelas reações acontecidas em alguns países devido a umas poucas palavras que falei… que foram consideradas ofensivas à sensibilidade dos muçulmanos”, disse o Papa aos peregrinos na sua residência de verão em Castelgandolfo. A citação “de maneira nenhuma expressava os meus pensamentos pessoais. Espero que isso sirva para apaziguar os corações”.

O Papa pode ter dito isso para parar violências futuras. Mas desde então, as desculpas ao mundo islâmico se tornaram a política oficial do Vaticano.

“As posições padrão vis-à-vis dos militantes islâmicos são hoje os remanescentes infelizes da diplomacia padrão do Vaticano vis-à-vis com o comunismo durante os últimos 25 anos de Guerra Fria”, escreveu George Weigel, proeminente estudioso dos EUA. A nova agenda do Vaticano procura “alcançar acomodações políticas com os estados islâmicos e renegar as condenações públicas forçadas da ideologia jihadista e islamista”.

Dez anos depois da palestra em Regensburg, mais relevante do que nunca depois dos ataques do ISIS ao território europeu, outro Papa, Francisco I, tentou de várias maneiras separar os muçulmanos da violência e sempre evitou mencionar essa palavra proibida: Islã. Como Sandro Magister, um dos maiores jornalistas em assuntos Católicos escreveu: “Em face às ofensivas do islamismo radical, a ideia de Francisco é a de que ‘precisamos amenizar o conflito’. E se esqueceu de Regensburg.

Todo o corpo diplomático do Vaticano hoje cuidadosamente evita as palavras “Islã” e “Muçulmanos”, e, ao invés disso, abraçam a negação de que tenha existido um embate de civilizações. Ao voltar do Dia da Juventude Mundial na Polônia em Agosto passado, o Papa Francisco negou que o islamismo em si mesmo seja violento e disse que o potencial para a violência mora dentro de todas as religiões, incluindo o catolicismo. Antes, o Papa Francisco disse que “temos um mundo em guerra”, mas nega que o Islã tenha qualquer papal nela.

Em Maio, o Papa Francisco explicou que a “ideia de conquista” é integral ao Islã como uma religião, mas ele rapidamente completou que alguns podem interpretar o Cristianismo, como a religião que vira o outro lado da face, da mesma forma. “O islamismo autêntico e uma apropriada leitura do Corão são opostos a qualquer tipo de violência”, disse o Papa em 2013. Um ano depois, Francisco declarou que o “Islã é uma religião de paz, que é compatível com o respeito aos direitos humanos e uma coexistência pacífica”. Ele disse que são os problemas da economia global, e não o Islã, que inspiram o terrorismo. E há poucos dias atrás, o Papa disse que “as pessoas que se dizem cristãos mas não querem refugiados em suas portas são hipócritas”.

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O pontificado do Papa Francisco tem sido marcado pela sua equivalência moral entre o Cristianismo e o Islamismo, e que também ofusca os crimes dos muçulmanos contra o seu próprio povo, os Cristãos Orientais e o Ocidente.

Mas existem bravos cardeais que ainda falam a verdade. Um deles é o líder Católico dos EUA, Raymond Burke, que apareceu recentemente numa entrevista com a mídia italiana, onde ele disse:

“É claro que os muçulmanos tem um objetivo final: conquistar o mundo… Mas é difícil para nós reconhecermos essa realidade e responder defendendo a fé cristã (…) Já ouvi muitas vezes um pensamento islâmico: ‘nossas falhas com as armas no passado, estão sendo consertadas com as altas taxas de nascimento e imigração’. A população está mudando. Se isso continuar assim, em países como a Itália, a maioria será muçulmana (…) E qual é o objetivo mais importante? Roma”.

Infelizmente, o primeiro bispo de Roma, o Papa Francisco, parece estar surdo e cego a essas importantes verdades. Foram necessários cinco dias para que Benedito XVI pedisse desculpas pela sua grande palestra. Mas ele abriu uma temporada de dez anos para que o Vaticano ficasse licenciando o terrorismo islâmico.

O Papa Francisco ainda é esperado por uma visita à igreja de St. Étienne-du-Rouvray, onde o Padre Jacques Hamel foi assassinado por islamistas nesse verão. Esse assassinato, dez anos depois da palestra de Regensburg, é a prova mais trágica de que Benedito estava certo e Francisco está errado.

NA: Fonte da matéria acima aqui, onde poderão encontrar os links de todas as declarações descritas do texto.

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8 comentários sobre “PETRUS ROMANUS SE SUBMETEU AO ISLAMISMO RADICAL

  1. COMO ARMAZENAR ÁGUA A LONGO PRAZO
    “Não andeis, pois, inquietos, dizendo: Que comeremos, ou que beberemos, ou com que nos vestiremos?
    Porque todas estas coisas os gentios procuram. Decerto vosso Pai celestial bem sabe que necessitais de todas estas coisas;
    Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.
    Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal.”
    *JESUS*
    (Mateus 6:31-34)

  2. “Disse-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo: Se não comerdes a carne do Filho do homem, e não beberdes o seu sangue, não tereis vida em vós mesmos. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia. Porque a minha carne verdadeiramente é comida, e o meu sangue verdadeiramente é bebida. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele. Assim como o Pai, que vive, me enviou, e eu vivo pelo Pai, assim, quem de mim se alimenta, também viverá por mim. Este é o pão que desceu do céu; não é como o caso de vossos pais, que comeram o maná e morreram; quem comer este pão viverá para sempre.”
    (João 6:53-58)

  3. COMO ARMAZENAR GRÃOS EM GARRAFAS PET
    “Lança o teu pão sobre as águas, porque depois de muitos dias o acharás.
    Reparte com sete, e ainda até com oito, porque não sabes que mal haverá sobre a terra.”
    Eclesiastes 11:1,2

  4. FALTA DE ÁGUA E COMIDA ESPALHA DESESPERO EM CIDADE DO HAITI
    http://g1.globo.com/mundo/noticia/2016/10/falta-de-agua-e-comida-comeca-espalhar-desespero-cidade-do-haiti.html
    “E, estando assentado no Monte das Oliveiras, chegaram-se a ele os seus discípulos em particular, dizendo: Dize-nos, quando serão essas coisas, e que sinal haverá da tua vinda e do fim do mundo?
    ¶ E Jesus, respondendo, disse-lhes: Acautelai-vos, que ninguém vos engane;
    Porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; e enganarão a muitos.
    E ouvireis de guerras e de rumores de guerras; olhai, não vos assusteis, porque é mister que isso tudo aconteça, mas ainda não é o fim.
    Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá fomes, e pestes, e terremotos, em vários lugares.
    Mas todas estas coisas são o princípio de dores.”

    Mateus 24:3-8

  5. A FOME ALASTRA-SE NA VENEZUELA
    “E, havendo aberto o QUARTO SELO, ouvi a voz do quarto animal, que dizia: Vem, e vê.
    E olhei, e eis um CAVALO AMARELO, e o que estava assentado sobre ele tinha por nome Morte; e o inferno o seguia; e foi-lhes dado poder para MATAR A QUARTA PARTE DA TERRA, COM ESPADA, E COM FOME, E COM PESTE, E COM AS FERAS DA TERRA.”
    Apocalipse 6:7-8

  6. olá boa noite, já viu ou leu esse livro: “O Profeta”, publicado por Chick Publications, PO Box 662, Chino CA 91708?
    Nele está escrito que os Jesuitas que criaram o Islã, doutrinando Maomé, com um dos objetivos a tomada de Jerusalém. logo terão um acordo, segundo consta que ambos os lados tem documentos comprovando o envolvimento.

  7. TERREMOTO DE 6,6 SACODE A TERRA PRÓXIMO A ROMA NO DOMINGO (DIA DE ADORAÇÃO AO SOL SATÂNICO)
    =”PAPA” FRANCISCO=A BESTA QUE EMERGE DA TERRA (O FALSO PROFETA)=
    http://www.independent.co.uk/news/world/europe/italy-earthquake-today-magnitude-norcia-latest-updates-a7387301.html
    “Então vi OUTRA BESTA que saía da terra, COM DOIS CHIFRES COMO CORDEIRO, MAS QUE FALAVA COMO DRAGÃO.
    Exercia toda a autoridade da primeira besta, em nome dela, e fazia a terra e seus habitantes adorarem a primeira besta, cujo ferimento mortal havia sido curado.
    E realizava grandes sinais, chegando a fazer descer fogo do céu à terra, à vista dos homens.
    Por causa dos sinais que lhe foi permitido realizar EM NOME DA PRIMEIRA BESTA, ela enganou os habitantes da terra. Ordenou-lhes que fizessem uma imagem em honra da besta que fora ferida pela espada e contudo revivera.
    Foi-lhe dado poder para dar fôlego à imagem DA PRIMEIRA BESTA, de modo que ela podia falar e fazer que fossem mortos todos os que se recusassem a adorar a imagem.
    Também obrigou todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, a receberem certa marca na mão direita ou na testa,
    para que ninguém pudesse comprar nem vender, a não ser quem tivesse a marca, que é o nome da besta ou o número do seu nome.
    Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o número da besta, pois é número de homem. Seu número é 666.”

    Apocalipse 13:11-18

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