O vídeo acima foi liberado no youtube há pouco tempo e corre risco de ser retirado do ar e por isso coloquei a transcrição dele em português antes de fazer uma legenda, pois me tomaria muito tempo. Podem se perguntar: quem me prova que isso é verdade? Mas também quem pode provar que isso é mentira? Sabemos que muitas coisas sinistras têm estado em andamento no mundo e as profecias bíblicas vêm se cumprindo numa velocidade que é impossível ficar com esse blog 100% atualizado sobre tudo (precisaria de uma equipe para isso).

Quando comecei a estudar sobre teorias de conspiração há uns 15 anos atrás, sabíamos que estávamos com uma tecnologia 25 anos atrasada quando comparado com o que rolava nos laboratórios “extra-oficiais”, os “black labs”. Hoje esse atraso já é de aproximadamente 40 anos! Imaginem só que o computador que estão usando agora, por mais rápido que pareça ser, está 40 anos atrás do que os governos possuem “debaixo de suas mangas”.

Será que um relato como esse iria aparecer na mídia de massa controlada pela elite com o intuito de nos manter na obscuridade do que realmente tem acontecido no mundo? Com certeza que não. É possível ter acontecido o que aconteceu no relato do vídeo? Por que não? Foi presenciado um “arrebatamento para o abismo” pelos cientistas envolvidos? Acho que sim, pois o próprio YAHWEH nos disse que agora que “nada nos seria restringido” desde a divisão das línguas na Babilônia.

Dêem uma olhada nos comentários das pessoas que viram esse vídeo no youtube. Algumas delas disseram que se sentiram muito nervosas e ansiosas (além do normal) no dia 31 de outubro desse ano de 2015 que é o dia do Halloween nos EUA. Temos percebido e sentido a falta de paciência, ignorância e uma maior violência por parte das pessoas crescendo de forma exponencial à nossa volta. Parece que não há mais um lugar calmo e em paz no mundo. Só Jesus mesmo para nos dar essa paz sobrenatural em nossos corações e o Espírito Santo para nos dar discernimento nessas horas. Abriram o abismo? Acho que não, mas deram uma rodada na chave dos portões, pois quando abrirem, uma densa fumaça escurecerá o sol e as estrelas. Aguardemos o que está por vir.

Vejam o vídeo com discernimento e tirem suas próprias conclusões. Poderia discorrer aqui um imenso texto discorrendo sobre os pontos que levam à veracidade e outros que levariam a uma farsa do que está sendo apresentado. Veio do Live Leaks e uma coisa é certa, algo está sendo desencadeado no mundo. Vejam hoje a página inicial deste blog e parecem que peças de um quebra-cabeças escatológico estão sendo encaixadas. Fiquem abaixo com a transcrição do vídeo.

“FIZEMOS ALGO NO CERN QUE NÃO DEVERÍAMOS TER FEITO. A CONEXÃO COM OUTRAS DIMENSÕES É REAL E NÓS CONSEGUIMOS CONTATO!” – FÍSICO DO CERN

Uma chefe de física de nome Sandra O’Reilly está desaparecida há dias, disse o Dr. Edward Mantill, Físico de Partículas no CERN em Genebra, Suíça.

Por favor, estejam informados que: 1) estou quebrando leis internacionais de privacidade e segredo ao publicar essa informação. 2) não revelarei minha localização, pois sei que qualquer tentativa de provar o que eu vi ou participei resultará no meu imediato extermínio. Meu nome é Dr. Edward Mantill e eu era (e tecnicamente ainda sou) um físico do CERN, localizado em Genebra, Suíça. Sou especializado em pesquisa subatômica, focado nas interações dos quarks. Em outras palavras, estudo partículas muito muito pequenas e como elas interagem entre si em altas velocidades. Até quinta-feira, 15 de janeiro de 2014, eu era um cientista normal vivendo e trabalhando no campus do CERN. A maioria dos cientistas que estão envolvidos no ramo de pesquisa no qual estou, vivem no campus do laboratório em Genebra e só saem dali para atividades sociais e visitas ocasionais às suas casas.

A maioria de vocês que já ouviu falar do CERN, já ouviu também sobre o LHC (Grande Colisor de Hádrons), o maior instrumento científico com mais de 20 milhas de diâmetro e percorre o subsolo de dois países (Suíça e França). Foi dito ao público que ele foi construído ao custo de dezenas de bilhões de Euros com o propósito de estudar o nascimento do universo e as colisões que acontecem lá dentro do Colisor nos permitem ter uma rápida visão de certos fenômenos que só podem ser vistos quando partículas entram em choque a velocidades muito altas. Esse NÃO é o motivo pelo qual essa máquina foi construída, e nem é esse o uso para o qual essa máquina fora feita desde seu nascimento. O maior propósito do CERN na construção do Colisor também foi o de abrir um portal. Deixem-me explicar: a ideia do portal já vem sendo pensada desde 1960.

Depois de anos e anos de tentativas de se esconder o fenômeno OVNI, incluindo eventos de grande escala e muitoas interações públicas como o incidente de Roswell, e o incidente da Batalha de Los Angeles bem antes disso, os governos dos EUA, Reino Unido e França decidiram se debruçar na pesquisa do entendimento do que precisamente eram esses objetos. As ideias foram muitas. Seriam os OVNIs de outro planeta? Seriam eles de outro tempo? Ou seriam simplesmente uma histeria em massa e/ou uma ilusão em massa alimentada pela fértil imaginação de um público amedrontado pelos comunistas e suas tecnologias? Não, eles não são nada disso. Nosso universo é apenas uma página do livro. Pense num livro fechado em cima de uma mesa: você vê uma página junta da outra num grande livro bem encadernado. E nossa página é certamente não é a única que seja bem escrita, rica e com profundos pensamentos gravados nela. Cada página no livro representa uma dimensão diferente com suas próprias escritas, histórias próprias, maneiras próprias de isolar-se a si mesma das outras páginas. Nenhuma página irá interagir com a outra, assim como nenhuma tinta de uma página irá borrar a outra num livro padrão. Cada página é um universo em si mesmo.

Dentro de poucos anos de pesquisas matemáticas e viagens de cientistas trabalhando sob ameaça de extermínio se espalhassem suas pesquisas, a ideia do livro foi finalmente solidificada. Apenas de muitos discordarem, os matemáticos estavam ali para dar suporte à ideia do livro, e os matemáticos também nos mostraram que era impossível que uma página interagisse com a outra. Isso foi assim até os anos 80. Durante os anos 80, bilhões de dólares em pesquisa financiaram de que, se usássemos energia suficiente, se usássemos força suficiente concentrados numa pequena área (do tamanho da cabeça de um alfinete), seríamos capazes de calibrar a nossa página e ter uma breve visão da próxima página. Poderíamos abrir um portal do universo deles para o nosso. Quando a Família (o nome código do grupo de cientistas que funcionou como líder de cada um dos departamentos no CERN) viu a apresentação inicial em março de 1981, muitos deles expressaram grande preocupação sobre as ramificações em se abrir tal portal. Mas em nome da linda ciência, a Família decidiu compartilhar essas ideias com os governos, os quais constantemente financiam suas pesquisas. Num encontro realizado em Luxemburgo, os líderes de estado na recém-formada União Europeia, junto com os EUA e a China, viram os planos para a construção de uma máquina colossal que seria capaz de abrir um portal que poderia ser fechado ao nosso critério. O portal seria aberto, e os níveis de energia seriam medidos para provar que o CERN havia cumprido sua tarefa, e o portal seria fechado. Abrir e fechar, simples assim.

Os líderes governamentais deram uma dinheirama incontável para a Família e o resto do CERN na esperança de entender que tipo de poder havia nesse outro universo. Pensando nas possíveis fontes de energia sem fim, viagens a velocidades acima da luz, armamentos que poderiam obliterar os inimigos usando laser. As possibilidades de poder eram realmente impressionantes. Então, alimentamos o público com uma narrativa (“entendendo o universo”) e só a Família e os governos sabendo da verdade. A maioria dos cientistas no CERN foram mantidos em total desconhecimento, afinal de contas, o Colisor iria realizar sua função normal de colidir partículas para os financiadores do projeto continuarem pagando. Mas o propósito mais nefasto só seria testado na presença da Família e uns poucos cientistas selecionados. Eu sou um membro da Família na minha divisão. Obviamente que a Família original já se aposentou ou já morreram, mas agora existe uma nova, mais jovem e mais ansiosa em provar para seu próprio grupo agora no comando, e as consequências disso eram e são horrendas. Então, tendo estabelecido tudo isso, deixem-me explicar o que aconteceu na última quinta-feira. Era um dia normal no LHC e tínhamos duas colisões agendadas, uma às 9 horas da manhã e outra às 18h30. Ambas ocorreram de forma magnífica e os experimentos foram um sucesso. Testemunhamos duas colisões completas e o grupo geral de pesquisadores ficou muito feliz com seu trabalho.

Lá pelas 19 horas, a maioria da equipe já havia saído da sala de observações, e a máquina fora colocada no seu usual modo de stand-by. Com a sala vazia, o crachá de identidade que eu carregava no meu peito, o qual fora construído com uma tela e um vibrador, começou a desligar. Olhei para a tela dele e estava escrito em verde bem claro: “Sala de encontro”. Eu já sabia o que eles iriam tentar fazer. Olhei para o crachá e para a Dra. Celine D’Accord, outro membro da Família e a chefe da física de plasma. Ela também olhou o crachá dela. Nós entendemos e saímos. “Sala de encontro”, era uma grande sala sob o laboratório principal localizada na sessão A.

A sala não tinha nada de especial e parecia completamente normal. Isso era feito para esconder suas verdadeiras intenções. Se nos encontrássemos num bunker secreto no subsolo, ao invés de num lugar normal, levantaríamos suspeitas todas as vezes que fossemos realizar um experimento. Enquanto eu e Celine íamos andando para a sessão A do Colisor, o vento frio do ar da Suíça batia no meu rosto e o queimava enquanto andávamos pelo campus. A noite era excepcionalmente clara, e esse fator mais tarde levantou algumas de minhas suspeitas. Eles sempre gostavam de realizar esses experimentos em noites claras. Entramos na Sessão A e fomos para o prédio principal. As portas se abriram quando chegamos e fomos até os elevadores que se encontravam num espaçoso lobby de tetos abobadados.

O sinal de rádio (RFID) emitido pelos nossos crachás abriram as portas do elevador antes mesmo de apertarmos o botão. Ao entrarmos, as portas de fecharam e o elevador começou a se mover. “Nunca vou me acostumar com isso”, disse Celine, se referindo ao grau de automação mostrado pelo prédio. Fomos agendados para um encontro na Sala de Encontro, e o prédio sabia, tanto que todas as luzes estratégicas estavam ligadas, e os elevadores estavam lendo onde nós precisávamos ir. O milagre das redes. Saímos do elevador e fomos para a sala regular de encontro, a porta se fechou e ali estava reunida a Família. Na cabeceira da mesa estava o Pai, uma jovem e ambiciosa física chamada Sandra O’Reilly, designada como “Pai”, uma vez que ela estava no comando da Família devido aos nossos experimentos clandestinos. O clima da sala de encontros nunca foi tão tenso, embora houvesse uma grande excitação sob controle. A Família já havia feito esses testes uma vez a cada 6 meses nos últimos 10 anos sem ter tido muito sucesso. Já passaram por ali muitos “Pais”, desde o grande Dr. Bertramberg ao menos conhecido e constantemente bêbado Dr. Yao. Todos eles falharam em alcançar o que a Família original havia planejado. Bilhões haviam sido gastos, mas nenhum portal havia sido aberto. “Hoje à noite, tentaremos 40 Tera Electron Volts”, anunciou o Pai.

Esse anúncio trouxe imediatamente um silêncio total na sala. Os membros da Família se olharam entre si, alguns mostrando grande excitação, enquanto outros ficaram preocupados, todos sem acreditar naquilo. “As últimas quatro tentativas aconteceram entre 10-20 TeV, nunca tentamos nada mais alto! Não sabemos se a máquina pode aguentar um teste de tal magnitude”, protestou o Dr. Akava, chefe da matemática de física e chefe do departamente que deveria certificar se 40 TeV seriam ou não algo saudável a se fazer. “Já revisamos as possíveis consequências, e mesmo assim teremos que sugar duas vezes a quantidade de energia da rede, o governo da Suíça já foi avisado e está cooperando”, respondeu rapidamente o Pai. Seu tom doce e controlado ajudou na situação. Dei uma olhada e Celine fazia alguns cálculos de forma frenética num pedaço de papel, e depois de alguns segundos ela se levantou de sua cadeira e disse: “Pai, mesmo se tentarmos 40 TeV, os cálculos não afirmam que isso seja possível! Não podemos simplesmente ligar o Colisor nas suas configurações mais altas e esperar que o melhor aconteça”! “Alguém aqui tem alguma outra objeção que gostaria de fazer antes de começarmos nosso experimento?” Perguntou o Pai, ignorando completamente o pedido desesperado de Celine. O Pai deu uma olhada na sala e podia ver que não existiria nenhuma outra objeção, afinal de contas qual era objetivo, estávamos indo além. “Excelente! Então devemos proceder. Encontremo-nos na sala de controle às 22h00”, anunciou o Pai e a Família saiu da mesa e deixou a sala de encontro.

Ninguém disse uma só palavra, saímos de lá em completo silêncio e nos caminhamos ao elevador, deixando o prédio em direção à gélida noite suíça. Se a máquina não aguentasse a voltagem elétrica, ficaria estruturalmente instável e quebraria, mas uma vez que está enterrada no subsolo, isso preveniria uma catástrofe. Não haveriam perdas de vidas, mas o LHC ficaria inútil e bilhões de dólares de financiamento seriam destruídos. Por outro lado, se o experimento obtivesse sucesso e o portal se abrisse, será que poderíamos fechar algo funcionando a 40 TeV? Nossos cálculos davam suporte a 10 TeV, 20 TeV, até mesmo a 30 TeV, mas ninguém ousaria ir além disso. No entanto, era aqui que iríamos terminar e nosso lamentável experimento secreto iria começar. A única coisa que pudemos dizer era sim. As 22 horas, com a Família reunida na sala de controle, e um punhado de empregados selecionados do CERN que entendiam a verdadeira natureza do experimento que estava sendo realizado, começamos nossa grande tentativa. “Comece”, foi a única ordem que o Pai deu. Os membros da Família no controle rodaram o programa requerido para começar a colisão e assim se iniciou o destino de nosso experimento.

“Liberem a primeira amostra de partícula”, veio o comando. Poucos segundo depois o som do gás entrando no Colisor podia ser ouvido. O gás começou sua jornada de mais de 20 milhas ao redor do Colisor ganhando cada vez mais velocidade. “Liberem a segunda amostra de partícula”, ouvimos outro som de gás sendo soprado dentro do tubo e viajando na direção oposta à do primeiro. Ambos ganhando velocidade, viajando cada vez mais rápidos, quase à velocidade da luz. Como dois corredores, correndo numa pista circular em direções opostas, sem tocar um no outro. “Pai, estamos alcançando 30 TeV”, alertou um dos comandantes. “Excelente. Aumente a energia para 35 TeV dentro dos próximos 3 minutos”. As ordens do Pai mais uma vez trouxeram enorme preocupação. Se alguma coisa tivesse que acontecer, ia acontecer agora. “Aumente para 35 TeV”, veio a ordem do sistema de intercomunicação.

Todos nós continuávamos a olhar uns aos outros, a preocupação só aumentava cada vez mais. “Alcançar 38 TeV”, veio outra ordem. Mas nada, nenhuma explosão, nenhuma falha catastrófica, nada. Em teoria, 40 era possível, mas nunca aconselhado, no entanto, em 38, nenhum dano estrutural foi notado, nada. “40 TeV alcançados”. Olhamos pasmos uns para os outros. Alcançávamos ali algo que pensávamos ser impossível: 40 TeV de energia estavam empurrando as partículas através do Colisor e estávamos conseguindo sustentar. Quando as duas nuvens de partículas passaram zunindo entre si, tivemos o primeiro indício de que algo diferente estava para acontecer. Houve uma abrupta subida na temperatura da sala. Podíamos sentir que o lugar havia aquecido, e a primeira reação foi de pânico. “DESLIGUEM A MÁQUINA!” Veio a primeira exclamação de um membro da Família. “A máquina está aquecendo, pode acontecer uma explosão!” Ela continuou. “ESPERE!” Exclamou o Pai, seus olhos brilhavam com o reflexo da tela do computador na frente dela. “Vejam a leitura da temperatura do centro (core), ela não mudou, está perfeitamente normal!”

Todos nós nos aproximamos das telas dos computadores e todos eles mostravam que tudo estava indo bem, exceto pelo fato de que o termostato da sala agora mostrava 35 graus Celsius, e quando iniciamos o experimento a temperatura era de 20. Como isso aconteceu!? “COMECEM A SEQUÊNCIA DE COLISÃO”. O Pai enviou a ordem pelo microfone perto do console de controle dela. “Colisão em 4…3…2…” A metódica voz anunciava através do intercomunicador. “1” – Uma luz etérea que nos cegou preencheu a sala. Eu nunca havia passado por nada disso antes. A temperatura voltou aos 20 graus, e a luz nos deixou sem ação. Não podíamos ver nossas próprias mãos na frente de nossos rostos. De repente ouvimos um grito aterrorizante, como se alguém tivesse sido fortemente atingida, seguido de um completo e total silêncio e depois veio a escuridão. “Todo mundo ok?!” Celine gritou do seu lado da sala. “Estou bem!” Respondi. “Som desligado!” “Mantill, código: Fam-0113” “D’Accord, código: Fam-0115” “Chung, código: Fam-0114” Os membros da Família que estavam presentes começaram a falar seus nomes e códigos designados enquanto nossos olhos se ajustavam à total escuridão que tomou a sala.

Com o barulho da luz vermelha de emergência enchendo a sala num brilho cintilante, podíamos perceber as sombras, mas sem distinguir as características. Nessa hora, aproximadamente 2 minutos depois de nosso encontro com a luz branca, nós ainda não havíamos ouvido o Pai falar. “Onde está o Pai!?” Perguntou o Dr. Chung. Todos nós fomos até a cadeira onde o Pai estava sentada e podíamos ver uma protuberância ali, mas nenhum sinal dela. Entrei no painel de códigos para abrir a saída de emergência e sair pelo corredor de escape até a caixa de luz no final do corredor. Liguei o disjuntor e a luz normal iluminou a sala de controle novamente. O pânico tomou conta para sabermos se o Pai estava bem e voltei para a sala de controle. Todos os meus companheiros cientistas estavam em completo e total espanto. Nada na sala havia saído do lugar, e a temperatura havia retornado ao normal, no entanto, a cadeira onde o Pai estava sentada era uma pilha com suas coisas. Celine correu até a cadeira onde o Pai estava sentada até então e olhou para baixo com medo. “Ela se foi! Todas as coisas dela estão aqui, suas jóias, suas roupas, seus pertences…, tudo!” Onde o Pai havia sentado agora só restavam suas possessões físicas. Ela desapareceu.

Abaixo segue a versão original do LiveLeaks completa.

http://www.liveleak.com/ll_embed?f=33809fd158f4

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5 comentários sobre “

  1. O tipo de linguagem utilizada na narrativa parece muito com os livros de ficção cientifica que já li, por isso acabei ficando cético em relação ao acontecimento.

    1. Pois é. Tem uma parte que me lembrou muito o filme Contato. Mas me senti impelido a mostrar a mensagem para que fiquemos atentos, mas nunca preocupados.

  2. Bem que poderiam ter feito isso com a Dilma! Não precisaria perder tempo com impeachment e o Brasil agradeceria ETEEEEERNAAAMENTEEEEE!

    1. Se a maioria dos brasileiros são tão maldosos ao ponto de desejar o desaparecimento/morte de uma pessoa apenas por não gostar de seu governo, o Brasil tem um problema muito maior que a Dilma. O problema é falta de civilidade, controle emocional e humanidade.

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