PLANETA X DANDO SINAIS?

SERÁ QUE O PLANETA X É UM ‘ENORME PERTURBADOR’ ESCONDENDO OS ALIENÍGENAS DO VATICANO E DA UNICEF? ESTÃO ESPERANDO SUA HORA ATRÁS DE PLUTÃO?

Esse tal de Planeta X dá o que falar dentro do mundo das “teorias de conspiração” e dos “antigos astronautas alienígenas”, principalmente a comunidade ufológica que tem Zecharia Sitchin e Erik Von Daniken como expoentes nesses assuntos, e nessa onda entram os Annunaki, Suméria e o tal planeta Nibiru. Não entrarei em detalhes aqui, pois esse tipo de assunto gera mais dúvidas do que respostas e, ainda que encontrem as respostas, elas os distanciarão ainda mais da verdade Bíblica. Mas se a curiosidade matar (e pode matar mesmo) e derem uma olhada na panaceia que são esses assuntos acima e se são fãs dos Alienígenas do Passado do History Channel, vejam aqui porque Sitchin está errado, bem errado.

O que venho postar aqui é que existem coisas que estão ficando tão aparentes no mundo da profecia bíblica que não conseguem mais se esconder dos olhos até mesmo do homem natural.

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“Muito em breve as nações buscarão pelos Alienígenas para sua salvação” Padre Guy Consolmagno – Astrônomo do Observatório do Vaticano

Os astrônomos jesuítas do Vaticano já declararam que algo está se aproximando da Terra (como lemos em Exo-Vaticana), e concomitante a isso dão declarações sobre batizarem alienígenas e fazer uma releitura do Evangelho. Sai um vídeo como o da UNICEF no post anterior e mais essa reportagem vinda do Washington Post logo abaixo. Para o bom entendedor, meia palavra basta. Lembrem-se que os astrônomos que fazem as declarações abaixo não possuem o maior aparelho de visão infravermelha do mundo, como o que o Vaticano tem lá em cima do Monte Graham e o chama de L.U.C.I.F.E.R. Resumindo: o Vaticano consegue ver algo através do LUCIFER que os astrônomos não conseguem com seus telescópios normais, mas já percebem uma “perturbação” vindo por aí.

Direto do Washington Post

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Imagem capturada pela NASA em 14 de Julho mostrando uma região perto do equador de Plutão com um conjunto de montanhas capturada pela sonda New Horizons (Novos Horizontes).

Se vocês têm seguido nossa cobertura da missão New Horizons, vocês sabem que a sonda da NASA fez um voo espetacular sobre Plutão no dia 14 de Julho e, se a agência aprovar o financiamento, irá pesquisar o “clássico gelado” Cinturão de Kuiper no Dia do Ano Novo de 2019. Ele é basicamente um monte de gelo e rocha, talvez do tamanho do Distrito de Columbia.

Os astrônomos já detectaram aproximadamente 1500 corpos de gelo no Cinturão de Kuiper, de acordo com Scott Sheppard, um astrônomo do Carnegie Institution of Washington. Poucos deles são grandes o bastante para serem classificados como “planetas anões”. E deve existir algo muito maior se escondendo na escuridão, disse Sheppard. Existem pistas bem sólidas de um planeta escondido maior do que Plutão, talvez até mesmo maior do que a Terra, potencialmente do tamanho de Netuno.

“Acho que definitivamente existe ali algo maior do que Plutão e ainda está para ser descoberto”, disse-nos Sheppard.

Sheppard e Chad Trujillo do Observatório Gemini no Havaí, publicaram um artigo no jornal Nature em 2014 dizendo que “um enorme perturbador fora do Sistema Solar possa existir”. O artigo reportou a descoberta do que parece ser um planeta anão, chamado de 2012 VP113 (apelidado de “Biden”), que atualmente está 3 vezes mais afastado do Sol do que Plutão, além do Cinturão de Kuiper. Ao descreverem esse novo mundo, os astrônomos notaram que um número muito grande e remoto de objetos compartilhava uma órbita de ângulo similar. Se você é um astrônomo, espera encontrar uma distribuição aleatória de objetos.

A característica órbita principal é conhecida, embora obtusa, como o “argumento do periélio”. Não somos tímidos com conceitos de órbitas complicadas (tentamos nos afastar ao máximo da frase “obliquidade da eclíptica”), mas essa não é tão fácil de explicar. “O argumento do periélio é o ângulo no qual um objeto vem ao periélio em relação ao plano da eclíptica”, disse Sheppard num email. Mike Brown, o astrônomo da Caltech, que descobriu o planeta anão Eris, nos disse por email: “A afirmação de Scott é a de que todos esses objetos vêm ao periélio na eclíptica, e todos eles estão vindo de um plano abaixo do plano do periélio”.

Então, parece que há algo que não é aleatório, na verdade possui um padrão bem definido na maneira como esses objetos extremamente distantes se movem ao redor do sol. E isso sugere que há algo lá fora que os está influenciando ou, mais precisamente, fazendo outros tipos de órbita se tornarem mais instáveis.

Sheppard explica por email o conceito de “perturbador”:

Um enorme objeto ou grande perturbador iria perturbar ou abalar qualquer coisa que chegar perto dele. Então os objetos que ficarem distantes desse grande perturbador seriam os objetos mais estáveis. Então o grande perturbador irá “pastorear” os objetos em tipos de órbitas similares aos argumentos do periélio nos quais são as órbitas que constantemente mantém os objetos menores afastados do grande objeto. Isso é visto nos asteroides perto da Terra, onde existe uma preferência para que os asteroides próximos da Terra tenham certos ângulos de órbita que os mantém afastados de encontros mais próximos da Terra.

Pode existir uma outra explicação para o fenômeno observado. Hipóteses são bem-vindas.

E é exatamente nesse nível atual que estamos quebrando nossas cabeças para vemos se achamos outra explicação, disse Brown.

Os padrões às vezes envolvem um número pequeno de objetos ou eventos que desaparecem em investigações posteriores. O artigo de 2014 foi baseado em apenas uma dúzia de objetos. Mas Sheppard está preparando um novo artigo baseado nas descobertas mais recentes: “Encontramos alguns objetos mais afastados do Cinturão de Kuiper e eles continuam a seguir essa tendência”, disse ele num email.

Então, como um planeta tão grande poderia ter ido parar longe assim? Brown faz uma hipótese de que, há muito tempo atrás, o planeta havia se formado perto do sol e deveria ter um centro que se tornaria um planeta gigante como Júpiter ou Saturno. Mas então ele deve ter sido ejetado para fora do nosso sistema solar através de interações gravitacionais com outros planetas gigantes.

Se esse Planeta X está lá fora, por que não conseguimos vê-lo diretamente? Porque ele está muito distante e é proporcionalmente fraco. Ele pode estar a 200 Unidades Astronômicas do sol, isso significa que ele está 200 vezes mais longe do sol do que a Terra. Esses planetas hipotéticos, anões ou não, não geram sua própria luz, e só podem ser vistos através da parca luz refletida do sol.

Sheppard nota que a maior parte do céu não foi pesquisado com instrumentos extremamente sensitivos capazes de encontrar tal mundo.

“Não cobrimos completamente o céu até as suas profundezas necessárias para encontrar planetas distantes”, disse Sheppard.

Se você pudesse visitar esse mundo sombrio e gelado, como ele seria?

“Ele seria bem diferente de tudo o que conhecemos hoje. Seria bem grande e extremamente frio. Se pareceria como uma gigantesca bola de neve”, disse Sheppard.

Obviamente que ele cai na categoria do “acreditaremos nele quando o virmos”. Mas essa não é uma ideia maluca, nem mesmo deve ser confundida com as noções pseudo-científicas de que seja algum planeta amedrontador que eles chamam de Nibiru.

O sistema solar não é completamente explorado. Como coloca Brown: “Não é uma chance insignificante de que existam objetos mais massivos e maiores que a Terra a ainda serem descobertos no nosso sistema solar.”

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