POR QUE O PAPA ESTÁ PROVOCANDO UMA GUERRA CONTRA ISRAEL?

5554cafc!h.300,id.11854,m.fill,w.540Leitores deste blog, leiam com atenção, pois a notícia que posto hoje nunca irá à TV com tal análise abaixo. Oremos por Israel.

Nunca houve nos últimos 2000 anos um apoio do Vaticano a favor do Muçulmanos controlarem a Terra Santa. Por que agora?

Primeira foi Cuba e agora os Palestinos. O Papa Francisco é um homem numa missão. Mas qual é exatamente essa missão? A retórica, a linguagem corporal, os gestos graciosos, os sorrisos incessantes e cumprimentos dão a impressão de um líder altruísta determinado a negociar a paz, cooperação e tranquilidade. Em Cuba, Israel e todo esse planeta caótico e desunido.

Mas vamos considerar as suas decisões e ações. Tanto em Cuba quanto em Israel, o Vaticano tem criado tensão, desunião e instabilidade tamanhas que estão mais é levando a um conflito e guerra.

Ontem o Vaticano revelou que reconheceu formalmente o “estado da Palestina” em um novo tratado já finalizado com os Palestinos. (O Papa Francisco e o Vaticano já haviam anteriormente apoiado o “estado da Palestina”, mas nunca de uma maneira formal como essa). O tratado define as atividades da Igreja Católica nas áreas controladas pelos Palestinos, e foi assinado por ambos os lados nesse Sábado dia 16 de maio quando a Autoridade Palestina, o Presidente Mahmoud Abbas esteve em visita ao Vaticano.

Palestinian-poster-welcoming-popeOs críticos de Israel e patronos de um Estado palestino são exaltados. O movimento para o reconhecimento de um estado Palestino ganharam momento nos últimos anos, particularmente dentro das Nações Unidas; um endosso do Papa e do Vaticano é algo muito grande. O tempo irá dizer, mas ganhar o apoio do líder mais respeitado e admirado na Terra pode ser só o que se precisava para o projeto do estado da Palestina chegar ao seu surgimento.

Para o estado Judaico e seu cada vez mais escasso número de apoiadores, a decisão do Vaticano foi uma grande bomba. “Esse tipo de atitude não promove o processo de paz e distancia as lideranças palestinas para um retorno direto e negociações bilaterais”, disse o ministro das relações exteriores de Israel numa mensagem de texto à Imprensa Associada.

Na verdade o Vaticano não pediu nada dos Palestinos em retorno do seu apoio ao estado Palestino. Não houve nenhum requerimento da Autoridade Palestina (PA) para um embate sincero e conversas de paz com Irael, nenhuma ordem para o regonhecimento do direito de Israel existir, e nenhuma demanda para que cortem suas conexões com o Hamas e que renunciem publicamente às ambições do Hamas. Nada.

“A única coisa que podemos ter certeza é que isso não vai aumentar as chances de paz”, explicou Jonathon Tobin, editor online sênior da revista Commentary. “Ao garantir o reconhecimento oficial aos Palestinos sem primeiramente requerer que eles fizessem a paz com Israel, o Papa Francisco e a igreja só deixaram claro que eles cada vez menos querer que isso aconteça”. Outros foram ainda mais dramáticos. Abraham Foxman, diretor nacional da Ligua Anti-Difamação, liberou uma declaração dizendo que a ação do Vaticano “serve para destruir a única solução real para décadas de um antigo conflito.”

Mort Klein, presidente da Organização Zionista da América, alertou que o endosso do Vaticano ao estado Palestino é um sinal de ressurgência da “Histórica Inimizade de Católicos para com os Judeus”.

O alerta de Klein é realmente digno de nota. O Papa Francisco e o Vaticano estão vendendo essa decisão como um gesto rotineiro de boa vontade para com os Palestinos, e uma decisão que poderia até mesmo acelerar o processo de paz. Não compre essa idéia! O endosso do Vaticano à causa palestina irá adicionar momentum ao movimento internacional para o estado Palestino. Isso irá colocar mais pressão sobre Israel para que estava faça mais concessões, até mesmo em detrimento à sua própria existência. E quando e se Israel se recusar a conceder, ela certamente será dada como responsável por uma inevitável tensão e conflito.

popepalestineO processo de paz entre Israel e Palestinos está destinado a terminar em conflito, e o a decisão do Vaticano só fez acelerar esse processo.

O tempo em que isso acontece também é interessante. O Primeiro Ministro de Israel, Benjamin Netanyahu foi reeleito recentemente e na última semana já finalizou uma coalizão de governo que pode ser ainda mais dura que a anterior. Dando continuidade, o governo de Israel, justificavelmente, razoavelmente e sabiamente, continuará a ser extremamente cuidadoso sobre quaisquer tipo de acordo de paz com os Palestinos. O primeiro ministro de Israel está tentando desacelerar o momentum frente ao estado Palestino, convencendo as nações de que a PA não é confiável, e convencer a comunidade internacional a demandar mais dos Palestinos em retorno de um estado. O anúncio do Vaticano destrói tudo isso e deixa o trabalho do Primeiro Ministro Netanyahu muito mais difícil. Essa foi uma mensagem velada ao governo conservador de Israel: Não fiquem muito excitados, e não fiquem muito confortáveis.

Imaginem Netanyahu sentando para discutir o processo de paz com outro líder mundial. Se o Papa Francisco apoia o estado Palestino sem quaisquer demandas pelo lado dos Palestinos, por que eu deveria? O Sr. Netanyahu poderia ouvir esse repertório de qualquer líder com o qual ele fosse se encontrar. E quanto mais ele se recusar a aceitar um acordo no qual o outro lado não deseja alterar suas ambições genocidas, o primeiro ministro de Israel será marginalizado e entrará em ostracismo.

Vale a pena lembrarmos nas guerras dos Balcãs, cenas que dominaram as telas de nossas TVs na década de 90. O Vaticano, junto com a Alemanha, teve um papel chave em instigar a dissolução da Iugoslávia e conflitos longos e brutais surgiram. Como? Ao ser um dos primeiros a reconhecer formalmente (apesar da forte oposição dos EUA, da União Europeia e da ONU) as separatistas regiões da Croácia e Eslovênia como estados soberanos independentes. A maior parte da comunidade internacional obedientemente seguiu junto. Dentro de meses, a Península Balcânica estava em guerra (para mais informações sobre essa história crítica, leia aqui em inglês sobre A Conquista Alemã dos Balcãs).

Será que veremos tensões e conflitos similares em Israel como resultado do apoio do Vaticano aos Palestinos? Parece ser inevitável.

Considerem só mais um último raciocínio. Não é estranho que o Papa Francisco e o Vaticano parecem apoiar que os Muçulmanos controlem partes de Jerusalém?

Não consigo pensar num simples momento nos últimos 2000 anos quando o Vaticano sinceramente endossou o controle Muçulmano de Jerusalém. Mas posso, no entanto, relembrar múltiplas ocasiões quando o Vaticano instigou guerreiros Católicos e os despachou para a Terra Santo para pegar o controle dos Muçulmanos. Por que o Papa Francisco rejeita dois milênios de história Católica, e até mesmo rejeita a doutrina e tradições católicas, e apoia a soberania Muçulmana na Terra Santa? Isso é realmente muito estranho.

Na verdade, o Papa Francisco e o Vaticano não apoiam a presença de Muçulmanos em Jerusalém assim como a presença de Judeus.

Existem duas simples razões para que o Vaticano, por agora, faça parecer que estão apoiando o estado Palestino e uma grande influência Muçulmana sobre Jerusalém.

Primeiro que isso destrói o controle de Israel sobre a Terra Santa. Quando se diz respeito a diminuir o domínio de Israel sobre Jerusalém e seus locais sagrados, o Vaticano fica feliz em ver os Palestinos fazendo o trabalho sujo. Se dermos uma olhada honesta nas lideranças palestinas e seus governos, pelo menos até agora nós vemos uma corrupção endêmica, falta de gestão, lutas internas e desentendimentos internos. Poderiam os palestinos ter sucesso na criação de um estado Palestino estável, próspero e seguro? Pouquíssima chance.

Segundo, o endosso do Vaticano ao estado Palestino providencia um disfarce ideal para sua própria ambição de pegar o controle de Jerusalém dos Judeus e Muçulmanos.

Lendo sobre o tratado assinado nesse Sábado, não podemos nos perguntar outra coisa a não ser: será que o Vaticano se tornou uma espécie de instituição comparável aos palestinos? Jerusalém é tão importante e significante para a Igreja Católica quanto a própria Roma, provavelmente até mais. Existem muitos lugares que a Igreja Católica considera como de grande valor. O que será que a PA aceitou ceder ao Vaticano em retorno pelo endosso do estado Palestino? Isso é uma conjectura. Mas é assim que funciona a política, relações internacionais e natureza humana. Pessoas, nações e até mesmo a maioria das religiões, aceitam fingir uma amizade e paz na perseguição de seus objetivos.

Há 4 anos atrás, o jornalista italiano Giulio Meotti, escrevendo para o Arutz Sheva, explicou como as autoridades católicas haviam “aumentado suas iniciativas políticas para um controle católico sobre alguns lugares em Jerusalém”. Ele relembrou, por exemplo, como o chefe do Conselho do Vaticano para Diálogos Inter-religiosos, o Cardeal Jean-Louis Tauran, já havia dito que “as negociações de paz no Oriente Médio deveriam tocar no problema do status dos lugares santos de Jerusalém”. De acordo do Tauran, o tempo havia chegado para alguns locai santos de Jerusalém, incluindo a Cidade de Davi, que deveriam ser colocados sob comando do Vaticano. Depois de tudo, “é praticamente justo para a Santa Sé, a qual se preocupa com Jerusalém”, afirmou Tauran.

Histórias como essas são incomuns. Não é normal lermos sobre o amor do Vaticano para com Jerusalém e sua procura por mais controle. Mas aqui estamos e ela está aumentando. O Vaticano não é um partido neutro e sem ameaças nesse conflito (apesar da mídia pensar dessa forma). A história nos mostra que Jerusalém é tão importante para o Vaticano quando para Judeus e Muçulmanos. Para os Católicos, Jerusalém é o lugar de nascimento do Cristianismo e onde aconteceram muitos eventos bíblicos importantes. A Cidade Santa, como afirma o dogma Católico, é o seu quartel general universal.

Será que alguém realmente acha que o Vaticano deseja genuinamente ceder o controle desses lugares aos Muçulmanos?

Precisamos olhar para o passado, os apertos de mão e as condolências, para realmente entendermos o que é que está acontecendo aqui. Essa decisão é parte de uma estratégia a la Cavalo de Tróia por onde o Vaticano procura ganhar a confiança dos Palestinos e da comunidade internacional antes de procurar mais ativamente obter Jerusalém e seus locais santos. Independentemente do que aconteça, a última coisa que podemos esperar é que o Vaticano fique braços cruzados enquanto os Muçulmanos assumem o controle do Cristianismo e seus locais santos. Isso nunca vai acontecer.

De fato, colocar Jerusalém sob controle “internacional”, tem sido uma estratégia do Vaticano há décadas. Em 1949, o plenipotenciário ministro britânico (essencialmente, um embaixador) no Vaticano, John Victor Perowe, escreveu que “o Vaticano preferiria, do ponto de vista do destino dos lugares sagrados e dos interesses Católicos da Palestina de maneira geral, que nem Judeus e nem Árabes, mas um terceiro poder, tivesse controle sobre a Terra Santa. Tal solução é bem conhecida, no entanto, é inatingível, e nas atuais circunstâncias ele prefere os Árabes aos Judeus”.

Então aqui temos o que deverá acontecer, pelo menos de alguma forma. Essa decisão pelo Vaticano irá unir os Palestinos em sua conquista por Jerusalém, e ao mesmo tempo deixar o estado judeu em ostracismo, e aumentar as tensões entre Israel e os Palestinos, talvez até o ponto de conflito (mais ataques terroristas e etc.). Com a deterioração da situação, Israel continuará a procurar por assistência em outros países e suporte. As relações com seus aliados tradicionais, América e Inglaterra, estão rapidamente se deteriorando, e esses países não apresentam a menor vontade de ajudar Israel, pelo menos no que podemos entender até agora. A Rússia e a China estão mais do lado dos Muçulmanos do que dos Judeus. Israel se encontrará sozinha e com apenas uma opção: gritar pela Alemanha e Europa.

É verdade que os europeus e seus líderes não são muito apoiadores dos judeus e do estado judaico. Então mais uma vez, a Alemanha, e pelo menos o seu Chanceler, são até então os amigos mais próximos de se aliarem a Israel agora. Esperem e verão Israel pedir ajuda e assistência à Alemanha. ESSA É EXATAMENTE A RESPOSTA QUE O VATICANO ESTÁ PROCURANDO!

A União Europeia e o Vaticano possuem o mesmo objetivo oficial para Jerusalém. Eles querem torna-la uma cidade internacional, controlada não por Judeus nem por Árabes, mas por um terceiro partido.

Por que o Vaticano quer isso? Em seu livro Cristãos e Judeus: Fé a Fé, o Rabino James Rudin escreveu que as Igrejas Ortodoxas Orientais que possuam a maior parte doso lugares sagrados cristãos de Jerusalém, se opõem à internacionalização da cidade, por isso “iria dar um grande controle dos lugares cristãos de Jerusalém e suas instituições à Igreja Católica Romana, que possui uma influência significante na Europa e Hemisfério Ocidental. ”

Não é preciso fazermos um grande exercício de imaginação para vermos que o Vaticano acabará sendo dono da cadeira de chefia quando a Jerusalém “internacional” for governada! (Afinal de contas, o Papa Francisco mediou a paz entre América e Cuba.)

Israel está sem chances contra tudo isso agora. Mas quanto mais ela ficar isolada e sua situação ficar desesperadora, sua determinação vai começar a desmoronar.

É claro, essa é apenas a possibilidade de um cenário. Independentemente de como aconteça, as ambições do Vaticano em Jerusalém já estão bem documentadas. Ele está desesperadamente procurando ter um grande controle sobre Jerusalém, e cada passo que ele dá, a diplomacia de Israel e os Palestinos Árabes vai chegando a um fim.

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Giulio Meotti

Por que padrões tão diferentes têm sido aplicados à Israel? Devido ao antissemitismo e a aversão que sentem ao ver Israel novamente entre a família das nações. Para o Vaticano, um Estado Judeu independente portador do nome “Israel”, tendo Jerusalém como sua capital, e uma vida renovada na terra da Bíblia, é o problema teológico cristão mais complexo e uma total contradição aos dogmas da Igreja.

E agora, devido ao mesmo antissemitismo, o Vaticano se apressou em reconhecer o “Estado da Palestina”, esse cavalo de Tróia contra o povo judeu, uma ferramenta para desmantelar o Estado de Israel e uma entidade proto-Nazista da qual todos os judeus devem ser limpados.

Vemos chocados a ânsia do Papa Francisco em reconhecer o “Estado da Palestina” antes mesmo deste ter sequer surgido e relembramos que essa mesma ânsia de um outro Papa em reconhecer o regime Nazista, dando origem ao estabelecimento dele só quatro meses depois.

Ambos são declarações morais de guerra contra o povo judeu.

NA: Só para lembrar que acompanha este blog, juntem aí o que estamos presenciando nos dias de hoje:

  • Vaticano querendo o controle de Jerusalém
  • Vaticano vigiando o espaço no Monte Graham através do VATT (leiam Exo-Vaticana)
  • Vaticano com grandes cientistas infiltrados no LHC no CERN para “abrir as profundezas do abismo”

Esse ano nos prepara muitas profecias em acontecimento…mas não temam, ao invés disso, olhemos para cima, pois sabemos que a salvação está próxima!

Hora vem Senhor Jesus! Ainda já tempo….

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Um comentário sobre “POR QUE O PAPA ESTÁ PROVOCANDO UMA GUERRA CONTRA ISRAEL?

  1. o papa e o anti cristo que veio para mudar os tempos e a lei .
    ira provanar o terceiro templo de inrael no monte moria , so cristo pode entrar no santos dos santos pois ele e nosso sumo sacerdote , o papa vai ocupar o lugar de cristo , lembrando q o verdadeiro santuário esta no ceu junto com a arca da aliança onde fica as tabuas dos dez mandamentos , o sábado foi dado ao povo judeu porque o faz lembrar q ele e o criador , o papa observa o domingo dia do deus sol Ra .

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