Modificação Genética Humana

 Modificação Genética Humana: Estamos em andamento para a chegada das verdadeiras versões do Homo-Sapiens “Insalvável”

Estamos nos destruindo? Fonte

A modificação genética humana pode soar como uma fantasia de ficção científica, mas está cada vez mais se tornando parte de nossa realidade. Esse assunto já foi explorado de várias maneiras no filme Transcendence. Apesar de ter recebido várias críticas dos “especialistas” devido à pobreza de seus personagens, diálogo e estrutura, ele nos mostra temas provocantes que nos fazem pensar em coisas com as quais devemos lidar atualmente em nossa realidade muito mais do que imaginamos.

O filme, lançado em 2014, nos conta a história de um cientista que está morrendo chamado Will (personagem de Johnny Depp), cuja perseguição rumo à inteligência artificial leva a perigosas implicações quando sua consciência é transferida para um computador quântico. Quando a “alma” de Will sobrevive à morte de seu corpo, ele pede para ser conectado à internet de maneira que possa aumentar sua capacidade e conhecimento.

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Sua sede por poder logo se torna sinistra, uma vez que ele começa a liberar nanopartículas na atmosfera, que o permitem se conectar remotamente e controlar a mente das pessoas.

Isso parece uma grande viagem e mais uma fantasia de ficção científica. Mas a grande verdade é que atualmente temos um crescente exército de pessoas ao redor do mundo que não só acreditam numa cenário destes, mas que este um dia será uma possibilidade e que só assim poderemos progredir e salvar a raça humana.

Eles são chamados de Transhumanistas e suas previsões poderiam estressar a maioria das pessoas religiosas e espirituais; principalmente porque isso nos traz à pergunta do que é exatamente ser humano.

Os seguidores do movimento do Transhumanismo acham que podemos, e devemos melhorar a condição humana através do uso de tecnologias avançadas como clonagem, nanotecnologia e engenharia genética. Eles acreditam não só que uma vida eterna possa ser possível dessa maneira, mas que também podemos aumentar nossas capacidades intelectuais, físicas e psicológicas para muito além do que somos naturalmente capazes. Os pensadores Transhumanistas vigiam os benefícios potenciais das tecnologias emergentes e em como elas podem nos ajudar a superar as limitações humanas fundamentais, assim como a ética do desenvolvimento em usá-las.

A idéia mais comum que eles apresentam é a de que as pessoas eventualmente serão capazes de se transformarem em seres cujas habilidades serão tão aumentadas que chamar-se-ão de “pós-humanos”.

Isso parece emocionante. Afinal de contas, quem não deseja ser capaz de realizar o trabalho de um gênio, correr como o super-homem, nunca sofrer de quaisquer doenças ou problemas, e tudo isso apenas colocando um chip de computador em seu cérebro ou fazendo um upload de sua mente no mundo online? Quem não gostaria de viver numa utopia tecnológica onde todos são perfeitos, sem defeitos físicos ou psicológicos? Quer procurar alguma coisa no Google? Nunca pense em usar um tablet, ao invés disso você terá um implante cerebral que mostrará a resposta direto em sua cabeça. Isso parece algo extremista, mas é exatamente onde iremos parar.

Ciências e tecnologias radicais já estão mudando o jeito como vivemos. Temos de tudo, desde jogos em realidade virtual em mundos alternativos (alguns que são jogados com o uso de capacetes com leitores mentais), até cápsulas Criônicas que congelam corpos, de forma que possam ser trazidos à vida no futuro.

Os ciborgues já não são mais as máquinas robóticas que vemos nos filmes de ficção científica, eles já estão entre nós como humanos usando implantes cocleares para ajudar a ouvir, marca-passos para manter os corações batendo, pernas artificiais para nos manter andando. E essa tendência continuará no futuro; muitos melhoramentos ciborgues estarão no mercado nas próximas duas décadas, como ossos artificiais, músculos e órgãos já estão em progresso avançado.

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Nos EUA, os especialistas estão trabalhando numa armadura estilo “Homem de Ferro” para os soldados e companhias de eletrônicos como a Panasonic já estarão lançando em breve uma armadura com exoesqueleto. Na Universidade de Tecnologia de Chalmers na Suécia, os cientistas estão conectando pernas robóticas ao sistema nervoso humano de amputados. As primeiras cirurgias de braço já estão sendo agendadas nos dias de hoje.

Ninguém pode dizer que esses avanços não nos trazem grandes benefícios médicos, enquanto falamos de progresso tecnológico, mas até onde isso pode ir? E o que iremos sacrificar nesse processo?

Ainda seríamos considerados “humanos” se, por exemplo, parte de nosso cérebro fosse substituído por um micro-chip ou 70% de nosso corpo for composto por materiais artificiais? Quanto mais perto chegamos de um mundo tecnologicamente perfeito, estaremos nos distanciando de um mundo humano? E o que acontecerá quando finalmente conseguirmos construir um computador com uma inteligência maior que a humana? Uma singularidade tecnológica que efetivamente se tornará um “deus” computadorizado? Será que nos superaremos a nós mesmos em inteligência ao ponto que perdermos o controle de nosso próprio destino evolucionário?

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Os Transhumanistas acreditam que o crescimento da alta tecnologia nos tornará uma espécie mais feliz e pacífica ao longo do tempo. Mas será mesmo? Se olharmos o que a tecnologia tem criado até agora, podemos ter algumas pistas.

A chegada da internet em 1969 mudou o mundo para sempre. Quatorze anos depois, 16 milhões de pessoas estavam online, e o email começou a transformar a economia global e as sociedades. O primeiro navegador da web realmente utilizável não havia sido lançado até 1993, mas em 1995 já estava lá a Amazon, em 1998 a Google e em 2001 a Wikipedia, e nessa época já eram 513 milhões de pessoas online. Hoje já somos quase 2 bilhões de usuários. Quase todas as transações financeiras, encontros de negócios, pessoais, interações sociais agora podem ser conduzidas com um dedo no teclado ou no mouse.

A internet se tornou uma parte tão integrante de nosso dia-a-dia que a acessamos em casa, no trânsito, em nossos celulares e na TV. Isso ajudou a facilitar a comunicação entre as pessoas. Mas será que realmente estamos nos “comunicando”?

Mesmo com o aumento do nosso acesso à informação, a internet e as tecnologias móveis parecem também estar destruindo gradativamente o significado das interações que temos uns com os outros. A comunicação humana tem muito a ver com a linguagem corporal, cheiro e sensação, pois ela deve ser feita com o som e o olhar. Por essa razão, ao invés de nos sentirmos perto da pessoa com a qual estamos trocando email, falando no Skype, ou digitando mensagens, estamos começando a nos sentir mais e mais desconectados delas e do mundo ao nosso redor. É só olharmos aos crescentes níveis de depressão e ansiedade relacionados à desordens nas civilizações ocidentais para vermos a evidência disso.

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Estamos cada vez mais nos isolando das pessoas que amamos também. Ao invés de gastarmos tempo pessoalmente com os amigos ou parentes, nós mandamos textos ou mensagens instantâneas pra eles. Isso parece simples, mas significa que iremos vê-los cada vez menos pessoalmente. E as interações cara-a-cara fazem toda a diferença para nosso conforto, como seres humano e segurança. Estudos psicológicos já provaram isso. Como a maioria das criaturas viventes no planeta, os seres humanos são mais fortes tanto fisicamente quanto emocionalmente quando eles operam juntos. É por isso que criamos o casamento e as comunidades.

Voltem às eras mais antigas e vejam que como qualquer animal na existência, quando nós sobrevivíamos apenas com o que o planeta tinha a nos oferecer. Comíamos só o que podíamos plantar ou matar, nos manter aquecidos com o uso de gravetos e pedras para faze fogo. Nossa existência dependia muitos mais uns dos outros sob as leis da natureza. Resumindo, nós éramos muito mais participantes da terra na qual habitávamos. E é isso que perdemos de foco na sociedade moderna.

Alguns teóricos da conspiração acreditam que já estamos nos estágios iniciais da criação de um futuro transhumano. No documentário chamado “What on the World are They Spraying” (O que eles estão espalhando no mundo), Michael J. Murphy que os grandes chemtrails (trilhas químicas) no céu são o resultado de operações secretas governamentais. Ele propõe que as trilhas são parte de um projeto de  geoengenharia envolvendo a injeção de grandes quantidades de alumínio na atmosfera para bloquear os raios do Sol e controlar as mudanças climáticas. De acordo com o neurocirurgião Russel L. Bleylock, as nanopartículas de alumínio encontradas nas trilhas químicas estão contribuindo fortemente para as doenças degenerativas de hoje. Efetivamente, esses teóricos acreditam que políticos e cientistas já estão “bricando de Deus”. Eventualmente, isso pode ser um tiro pela culatra e destruir o equilíbrio da natureza para sempre, e assim sendo, nos destruindo.

NA: interessante que no final da reportagem o escritor da fonte do blog de hoje coloca uma pesquisa com a pergunta: Você acredita que os transhumanistas estão certos? Por enquanto 17 (94%) responderam: “Não, a fragilidade da vida humana, mesmo estressante, é uma parte vital de quem nós somos e não deve ser modificada por meios externos.” Enquanto apenas 1 (6%) vitou em: “Sim, temos a inteligência e as ferramentas necessárias para modificarmos o próximo estágio de nossa evolução e assim devemos fazê-lo.”

Bom, sei que o N dessa pesquisa é muito pequeno ainda, com apenas 18 participações, mas vemos que a elite mundial terá que fazer uma bela campanha para aceitarmos tais modificações. Para mais detalhes desse plano satânico e como eles já estão fazendo isso, vejam o filme do post passado (abaixo) “A Era do Engano 2”.

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4 comentários sobre “Modificação Genética Humana

  1. não existe a possibilidade de vc postar o video já com as legendas no youtube como esta o primeiro?

  2. Não entendi porque você colocou “especialistas” entre linhas. Tem alguma coisa errada em ser crítico de cinema? Tenho certeza que não.

    1. Nada de errado, mas eles podem estar sendo, ou são, manipulados por superiores a eles (até mesmo a escola na qual se formaram) para emitirem opiniões que formam opiniões entendeu? Alguns são sinceros, mas quando não vejo a fonte de criticou o filme (o nome do especialista), fico com uma mega pulga atrás da orelha.

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