EXO-VATICANA: CAPÍTULO 17 – PARTE 1

SE ESTRUTURAS ARTIFICIAIS FOREM ENCONTRADAS EM OUTROS PLANESTAS (XENOARQUEOLOIGIA), VOCÊ IRÁ PERDER A SUA RELIGIÃO?

 

“A maioria das impressionantes construções [civilizações antigas] são feitas com pedras enormes, com pouquíssimas evidências mostrando como os povos antigos as colocaram no lugar. Tais pedras megalíticas podem ser encontradas em vários lugares, nas pirâmides do Egito, nos círculos de pedra na Inglaterra, os Moai da Ilha de Páscoa no meio do Oceano Pacífico. Muitos exemplos inexplicáveis são encontrados no Peru com formas poligonais estranhas encaixadas de forma precisa como peças de um quebra-cabeças sem espaço entre elas. Ainda mais interessante, muitas cidades subaquáticas têm sido descobertas com as mesmas construções megalíticas.”

Don Landis, The Genius of Ancient Man

No ano 2000, um filme dirigido por Brian De Palma chamdo Missão Marte foi lançado nos cinemas. Baseado numa história de Jim Thomas, John Thomas e Graham Yost, onde mostra um comandante da NASA (Luke Graham, interpretado pelo ator Don Cheadle) que, junto com sua equipe de quatro astronautas, aterrissa no planeta vermelho. Ao explorarem as partes da infame região de “Cydonia”, a “verdade” sobre a Face de Marte aparece como uma estrutura artificial genuína, assim como remanescentes de uma tecnologia alienígena avançada.

Na época que o filme foi lançado nos cinemas, De Palma disse que ele tinha colocado a narrativa no ano de 2020, “pois essa é a data que os especialistas preveem termos o homem pousando em Marte”.

O filme infere que quando pisarmos em Marte, os remanescentes das pirâmides, estruturas de cidades, e presença de um passado alienígena poderão se parecer com a “cara” da Esfinge e outras estruturas anômalas fotografadas pela sonda Marciana Viking. Uma doutrina vertente dentre a maioria dos ufólogos é a de que tal descoberta em qualquer exoplaneta confirmaria que os mitos dos heróis da história antediluviana, assim como o repentino aparecimento do próprio homem, foi o resultado direto de uma atividade antiga, inteligente e extraterrestre. A Grande Esfinge em Giza, estruturas piramidais ao redor do mundo, e as lendas de antigas culturas seriam então vistas como traços da evidência desse encontro, onde eles creem, que quando o astronauta ET chegou em nossa galáxia e em nosso planeta há muito tempo atrás, eles fizeram um upgrade genético dos primatas chipanzés transformando-os em homens (Homo sapiens). Tais teóricos também afirmam que os homens primitivos consideravam esses seres espaciais como deuses e teriam escrito sobre sua chegada, experimentos e partida em tábuas de pedra e madeira como um encontro sobrenatural entre deuses e homens. Tendo ajudado na engenharia desses gênios voadores, os mesmos homens também poderia ter moldado os templos e locais sagrados que construíram na Terra em dedicação a essas “deidades”, baseados nos desenhos que os levavam a acreditar refletirem as configurações dos planetas de onde eles vieram e seus criadores; então, pirâmides, monumentos, montes e formas tipo esfinges, não apenas estão na Terra, mas construções similares poderiam estar (ou têm estado) em Marte ou qualquer outro lugar, e isso seria a “tacada final” que os ufólogos da Nova Era tem esperado por tanto tempo.

Temos que admitir que, ao redor do mundo, existem várias construções antigas e misteriosas que parecem desafiar explicações. Essas incluem a construção de edifícios gigantes compostos por pedras enormes que focar cortadas e colocadas naquele lugar e que parecem ter sido manufaturadas com habilidades que vão além do que possuíam os homens primitivos. Um exemplo de tamanho trabalho hercúleo é pegar uma pedra de quase 400 toneladas, transportá-la de Tiahuanaco, que fica há 20Km ao sul do Lago Titicaca na Bolívia, América do Sul, e carregá-la por 300Km longe dali. Um segundo exemplo de uma pedra ainda maior, pesando 1100 toneladas, que pode ser encontrada na entrada sul de Baalbeck, uma cidade ao leste do Líbano, famosa por suas magníficas ruínas de templos.

Alguns cristãos concordam que esses materiais colossais e estruturas realmente atestam a um tempo onde uma inteligência sobre-humana esteve sobre a Terra e que, de fato, os construtores de algumas dessas magníficas estruturas realmente tiveram sua origem nos céus. Isso aconteceu quanto o próprio Adão da Bíblia ainda estava vivo, quando poderosos anjos conhecidos como Sentinelas “desceram nos dias de Jasar no topo do Monte Armom”. A Enciclopédia Britânica diz que esse portal de entrada “Armom” significa “Local Proibido”. Ele é ostensivamente chamado assim, pois os seres extraterrestres que pousaram ali foram aqueles que usaram as mulheres para gerarem os primeiros gigantes chamados de Anakim e Nephilim (e outra criações anormais) nos Dias de Noé. Deus destruiu a primeira onda dessas monstruosidades no Dilúvio, mas Moisés escreve que o mesmo tipo de seres reapareceram novamente, depois que as águas baixaram (Gênesis 6:4). Esses seres gigantes e formidáveis, foram os autores, nos escritos antigos, das construções monumentais megalíticas mais famosas, incluindo a Grande Pirâmide e a Torre de Babel. J. R. Church uma vez escreveu que as estruturas que esses serem erigiram podem também ter tido um propósito metafísico, servindo como “portais” ou vias através das quais poderosos seres poderiam entrar. Em Janeiro de 2007, na revista Prophecy in the News, ele escreveu:

“Talvez o grupo original de Nephilim fossem a escolta de uma força muito maior de demônios angelicais que, sob a liderança de Satanás, vieram para a terra depois do Dilúvio. A mim parece que a Torre de Babel (que significa “Portão para Deus”) pode ter sido construída como um esforço para contatar essas forças da escuridão e forjar uma defesa contra a ameaça de um outro julgamento.”

Também conectados a esses locais, estão as cinzas de sacrifícios de humanos e animais, que eram feitos aos deuses antigos ou “Baais” da antiguidade. Reginald C. Haupt Jr. participou de uma expedição arqueológica ao Monte Armom e descreveu as cinzas dos sacrifícios que seu grupo encontrou da seguinte forma em seu livro: The Gods of the Lodge:

“Nas escavações de Baalbek, renomeada como Heliópolis pelos gregos, foram encontrados templos de adoração a Baal e Bacco. O mesmo é verdadeiro em relação ao sítio em Sidônia. O Templo de lá é chamado de Templo de Baal de Sidônia. Mas de longe, o de maior importância era o templo de Baal encontrado no Monte Armom. Talvez seja mais significante para vocês se eu [Reginald Haupt] citar diretamente de minha fonte. Na edição de 1982 da Thompson Chain Reference Bible (Quarta Edição Melhorada), o suplemento arqueológico foi providenciado por G. Fredrick Owen, D.D., Ed. D. Dr. Owen escreveu na página 376 de seu suplemento como segue: ‘O Monte Armom, o ‘chefe’ das montanhas da Palestina, é cinco milhas mais largo e doze milhas mais comprido. Ele tem três picos, o mais alto está a 2800 metros acima do Mar Mediterrâneo. Séculos antes de Abraão, essa montanha era venerada pela sua conexão com Baal.

            A adoração a Baal era a primeira religião em Canaã. Nos maiores picos desse país, brilhavam os ‘lugares altos’, quanto mais alto, mais sagrado. Aqui, eram plantadas árvores e erguidos santuários para adoração. Uma vez que o Monte Armom se destacava sobre toda as outras montanhas da região, ele era o lugar chefe mais alto, o santuário dos santuários. Os Canaanitas olhavam para o Monte Armom como os Muçulmanos olham para Meca quando eles rezavam.

            Durante o verão de 1934, o Dr. Stewart Crawford e seu escritor (Reginald Haupt), lideraram uma pequena expedição, na qual eles estudavam os antigos santuários de Baal ao redor do Monte Armom. Localizamos muitas ruínas e em cada uma delas o santuário estavam orientados de um modo que quando o sacerdote e seus devotos estavam no altar, eles ficavam de frente para o santuário chefe de Baal, ou Quibla, localizado no ponto mais alto dos três picos de Armom.

            Então nós subimos na montanha e encontramos as ruínas do templo de Baal, construídas pela maçonaria de Herodes, que existia desde aquela época até os primórdios da era cristã. Numa baixada daquele lugar, perto do canto noroeste do templo, escavamos e encontramos grandes quantidades de cinzas de ossos queimados, que haviam sido enterradas ali como refugo de sacrifícios.”

Mitologias envolvendo Sentinelas, anjos caídos e gigantes como sendo construtores de alguns desses misteriosos lugares são repetidas ao longo de lendas ao redor do mundo. Essas histórias são consistentes com as narrativas Sumérias e Hebraicas do Grande Dilúvio e da subsequente destruiçãoo dos Nephilim gigantes, cuja história de sacrifícios humanos são paralelas aos achados do Monte Armom.

Uma questão muito mais dinâmica que surge quando nos perguntamos se esses construtores dessas estruturas megalíticas conhecidos como Sentinelas poderiam ter construído coisas similares em outros planetas, os quais também poderiam estar sob a jurisdição deles antes de uma grande guerra entre Deus e Lúcifer. Isso encontra ecos em escritos como os de Ezequiel capítulo 28, onde o orgulhoso anjo é chamado de “o Querubim ungido que guardava (Lúcifer)”, que estava no monte santo de Deus e o qual “andava no meio das pedras afogueadas” (versículo 14). Devido ao pecado dos anjos caídos, Deus declarou: “pelo que te lancei, profanado, fora do monte de Deus, ó querubim da guarda, e te expulsei do meio das pedras afogueadas.” Essas “pedras afogueadas” são entendidas por alguns estudiosos como que representando o cinturão planetário, e não é tão impossível de imaginar que Lúcifer e seus anjos já tiveram o comando de alguns planetoides uma vez. Esses mundos podem ter tido estruturas artificiais construídas neles, também até mesmo pirâmides e esfinges, de alguma forma relacionadas à presença desses grandes anjos, estão as ruínas que serão redescobertas algum dia. No livro de Jó, onde o profeta detalha como Deus destruiu literalmente o local de habitação dos anjos que se rebelaram contra Ele (Jó 26:11-13), está mencionado especificamente a destruição de Rahab, um corpo planetário também conhecido como “Orgulho/Soberba”, de onde Deus expulsou a “serpente fugitiva”.

Isso nos trás também uma segunda questão hipotética: se esses edifícios na Terra foram construídos como espelho dos planetas desses anjos, qual era o propósito deles? Poderiam eles servirem para criar uma ligação de uma “simetria ímpia” entre anjos caídos e a esfera do homem? Encontramos indicações de tal esquema por todo o mundo antigo, onde estruturas, labirintos circulares, altares e montes relacionados aos Sentinelas e à sua descendência de gigantes, serviam ao propósito de fazer contato e abrigar esses seres. Por exemplo, nos Montes de Golan, existe um enorme monumento parecido com Stonehenge, que os arqueólogos acreditam ter cinco mil anos. Ele é chamado de Gilgal Rephaim ou “O Círculo de Rephaim” (os Rephaim são estudados mais a frente nesse livro como sendo a descendência dos Sentinelas, os quais estão associados no mundo antigo como os Nephilim mortos, demônios, fantasmas, assombrações, as “sombras dos mortos”, e os espíritos do Sheol). Uma característica do círculo de Gilgal Rephaim é o “significado das duas grandes aberturas, como se fossem portais, um de frente para o nordeste, e o outro para o sudeste”, como nota o jornalista israelense Barry Chamish. “Em 1968, o Professor Yonathan Mizrahi, do Departamento de Antropologia da Universidade de Harvard, e o Professor Anthony Aveni, da Universidade de Colgate, descobriram que, em 3000 AC, os primeiros raios de sol do solstício do verão apareciam diretamente através da abertura noroeste, como vemos no túmulo central. Ao mesmo tempo, a abertura sudeste providenciava uma visão direta de Sírius.” Logo, uma das funções dos círculos de Gilgal Rephaim, assim como outros locais similares, parece ter o desejo de criar uma conexão entre a Terra e certas localidades astronômicas (nesse caso, a estrela Sírius). Esse local cosmológico em particular (Sírius), era considerado pelos antigos egípcios, como o lar celestial da deusa Ísis, e pelos Maçons como a casa de Lúcifer. Tal nexo entre esse planeta e o lar mitológico de Lúcifer é sugestivo, incluindo a ideia de que a descoberta de estruturas artificiais num planeta nessa região poderiam ter estranhas similaridades com as construções encontradas na Terra. Se isso acontecer, será uma das coisas que acontecerão da operação do erro dita em 2 Tessalonicenses, capítulo 2? Será que as pessoas rapidamente não apontariam para esse outro mundo e depois para o deserto do Egito e diriam: “Vejam! Aqui está a prova! Nós viemos dos alienígenas! A Bíblia é uma farsa!” Tal achado extraordinário seria, sem dúvidas, um grande desafio à nossa teologia terrena, e contribuiria fortemente para o engano das massas.

Gilgal Rephaim, Golan Heights

 

Até mesmo as comunidades científicas em anos recentes, têm especulado que estruturas artificiais podem apenas estar esperando para ser descobertas em outros planetas. De fato, equipes de astrônomos têm comentado que a melhor maneira de se encontrar inteligência extraterrestre, estando mortos ou vivos, seria procurando por seus “sinais” na forma de megaestruturas que podem estar por aí erigidas de maneira artificial em outros mundos, ou até mesmo como satélites artificias em orbitando planetas ETs, as chamadas “Esferas de Dyson”.  (Uma Esfera de Dyson é uma estrutura hipotética originalmente descrita pelo físico teórico e matemático Freeman Dyson, que especulava que as sociedades extraterrestres que tivessem sobrevivido por muito tempo, poderiam eventualmente ter construído enormes coletores de luz solar e/ou das estrelas, para obter sua energia. Procurar por tais estruturas artificiais poderia talvez levar à detecção de vida alienígena avançada, assim ele acreditava). Há ainda outros que acham que a descoberta da artificialidade já até tenha acontecido em pelo menos outro planeta e grandemente acobertada por uma liga de nações, estando escondida até um tempo específico para a “Descoberta Oficial”. Esse achado foi feito exatamente onde o diretor de Missão Marte, Brian De Palma, sugeriu que poderia acontecer, Cydonia.

Antes de morrer de câncer em 2009, tivemos o privilégio de entrevistar Dr. Tom Van Flandern, que possuía um PhD em astronomia, especialização em mecânica celestial (a teoria das órbitas), da Universidade de Yale. Ele gastou 21 anos (1963-1983) no Observatório Naval dos EUA em Washington, DC, onde se tornou o chefe do Celestial Mechanics Branch of the Nautical Almanac Office. Na última década de sua vida, o Professor Flandern era um pesquisador associado da Universidade de Maryland, no Physics Department in College Park, MD, e consultor no Army Research Laboratory in Adelphi, MD, trabalhando na melhora da precisão do Global Positioning System (GPS). A revista The American Spectator Salon e outros, muitas vezes o citavam quando o assunto era sobre os desafios da teoria de relatividade de Einstein, mas eram as suas declarações sobre o que ele acreditava serem estruturas artificiais pontuando a superfície de Marte e o acobertamento disso feito pela NASA e outros poderes nacionais, que chamavam nossa atenção. Abaixo segue um trecho de nossa entrevista de 2007:

HORN: No nosso site na internet, tem uma página com fotos em alta resolução de Marte tiradas do espaço, onde parece mostrar estruturas artificiais. Conte-nos sobre elas.

VAN FLANDERN: A maior surpresa do programa espacial até agora, tem sido o achado de várias categorias de anormalidades na superfície de Marte que, se vistas da Terra, seriam certamente atribuídas à atividade humana. Elas incluem várias formas especiais que não são vistas na natureza, tais como triângulos e pirâmides; rastros de veículos e outras coisas em regiões desérticas; muitos sinais de redes subterrâneas compostas por enormes “tubos de vidro” aparentemente se estendendo por centenas de quilômetros, visíveis nos lugares onde a superfície rachou, e parecem conectar lugares interessantes da superfície; estranhos padrões e símbolos; e uma abundante presença de imagens “artísticas” em grande escala, tais como as cinco conhecidas faces em Marte e alguns geóglifos remanescentes dos que encontramos nas planícies de Nazca no Peru.

HORN: Em sua opinião, quais são as formas mais especiais em Marte que não aparecem normalmente na natureza?

VAN FLANDERN: Triângulos fechados com ângulos agudos e lados curtos não são normalmente vistos na natureza. Pirâmides com 3, 4 e 5 lados também são raras. Mesmo assim, muitas são encontradas em Marte, mas não o são em outros planetas ou luas examinados em detalhes. Nas planícies Elysium de Marte, pode existir todo um campo cheio de objetos em forma de pirâmides arrumados de forma linear.

HORN: Descreva os objetos em Marte que você chama de “tubos de vidro”.

VAN FLANDERN: Após examinar centenas desses objetos, sabemos que eles são em forma de tubos, com 50 a 100 metros de diâmetro. Uma faixa branca se encontra ao redor de todo o tubo a cada 10 metros em toda sua extensão. O material entre as faixas é translúcido, e podemos perceber o outro lado da faixa branca que passa por trás, no fundo do tubo. Quando temos luz solar direta, ela se reflete no tubo como se fosse um espelho, ao invés de apenas absorver a luz. Nos locais onde o tubo foi danificado por alguma pedra, podemos ver a secção dele colapsada, justamente nos locais das faixas brancas, onde a parte quebrada termina ou começa na junção onde está a faixa, em linha reta. Os tubos são visíveis, na maioria das vezes, em fissuras ou onde um dilúvio erodiu o solo logo acima. Em alguns locais, eles podem ser detectados no subsolo através de imagens infravermelhas que podem detectar tais coisas, se elas não estiverem muito profundas. Alguns tubos atravessam uns aos outros (um acima e outro abaixo) em intersecções perpendiculares, enquanto outros possuem junções onde um tubo se transforma em dois ou vice-versa. Em poucos locais, muito tubos se juntam em padrões sugerindo algo como se fossem “terminais” de estações de trem.

HORN: O que mais você viu de possa ser de interesse especial?

VAN FLANDERN: Em alguns lugares de Marte, especialmente perto da localização oficial do equador desse planeta, vemos “imagens artísticas”, as vezes em abundância, embora sem sempre com grande clareza. Além disso, as formas vistas não são aleatórias, mas desenham imagens familiares terrestres em agrupamentos organizados. Por exemplo, numa região de Marte chamada “Cydonia”, vemos uma aparente cena de mosaico mostrando impressões do céu, terra e água, com formas de animais organizadas em sessões apropriadas de um mosaico. Criaturas anfíbias estão nas regiões das águas, animais nas de terra e criaturas aviárias na área do ar. No entanto, milhões de anos de tempestades de poeira e erosões, tem deixado as imagens mais impressionistas do que reais. Tendo essas imagens sido encontradas depois dessas palavras que disse, devo confessar que a descrição delas pode gerar uma onde de choque já pode ter viajado o mundo todo.

HORN: O que distingue as muitas faces artísticas e outras formas familiares em Marte, das faces e formas vistas em nuvens e paisagens naturais aqui na Terra?

VAN FLANDERN: Realmente é possível vermos formas detalhadas até mesmo em distribuições aleatórias, ainda mais se o fundo da imagem for mal definido. Mas algumas das formas marcianas aparecem em locais planos e sem outras características. O contexto e as relações apropriadas são as evidências adicionais de que esses não são produtos da geologia ou processos aleatórios. Mas a prova mais constrangedora, pelo menos para um cientista, é o cumprimento do que chamamos de predições prioritárias. Por exemplo: se você dividir um baralho e pegar 13 cartas e as 13 são de espadas, você poderia imaginar que aconteceu um acidente, ou isso é o resultado de um jogo de baralho fixo, porque a chance de isso acontecer por acaso é de 1 em cada 635 bilhões de vezes. Então temos que cada aleatoriedade de se ter 13 cartas específicas na mão vai ser sempre a mesma. Assim sendo, eventos específicos, como os das cartas específicas, só podem aparecer por chance. E se eu predizer que na próxima embaralhada, sua mão virá com 13 espadas, e isso acontecer, você pode ter certeza de que a chance de 1 para 635 bilhões não foi uma questão de sorte, mas o resultado de um processo controlado. É assim que o predições prioritárias funcionam, através do poder das predições.

Quando a sonda Viking viu uma aparente face em Marte na região de Cydonia, esse acontecimento foi interessante, mas poderia facilmente ter acontecido aí um “truque de luz e sombra”. Então os cientistas formularam teste para dizer se o objeto era natural (um produto de uma ilusão geológica) ou artificial (um produto de uma inteligência). Os oito primeiro testes inicialmente deram uma decisão dividida, 5 a 3 a favor da artificialidade. Dois desses testes eram baseados no fato de que o objeto face de Cydonia não pode ser visto do solo, mas pode ser visto do alto, como por exemplo de uma estação espacial orbitando Marte. Então se é artificial, ele seria logicamente construído no equador de Marte e para cima. Mas a face de Cydonia estava longe do equador (na latitude de 41 graus norte) e estava inclinada da vertical a um ângulo de 35 graus. Essas estatísticas favoreciam a visão de uma origem natural. Então, em 1996 nós demos uma olhada numa mudança de eixo dos pólos em Marte para vermos como o objeto-face era antes da mudança dos polos. A resposta foi exatamente no antigo equador e acima por apenas dois graus! As chances de isso acontecer por acaso eram de 1 pra 1000. Então, se os construtores estavam vivos antes do cataclismo que mudou o eixo de Marte (a explosão de outra lua há 3,2 milhões de anos atrás), então ambos os testes indicavam uma origem artificial. Ao final daquele ano, todos os oito testes favoreciam uma origem artificial sobra a natural.

Por mais constrangedora que essa conclusão possa ter sido para qualquer mente aberta a quaisquer possibilidades, ela ainda precisava de confirmação. Então, em 1997, a Sociedade de Pesquisa Planetária SETI (SPSR), uma associação de 30 cientistas independentes, enviou alguns representantes para a NASA requerendo imagens prioritárias do objeto-face de Cydonia de uma câmera de alta resolução da recém chegada sonda Mars Global Surveyor. SPSR então definiu critérios para a uma boa diferenciação entre artificial e natural antes que quaisquer resultados fossem conhecidos. Em resumo, só se o objeto fosse artificial, a impressão de um olho humanoide, nariz e boca nas imagens originais, levaria a uma procura de características suplementares secundárias em qualquer nova imagem. Isso incluía especificamente uma sobrancelha sobre um olho, uma íris dentro de um olho, fossas nasais em baixo de um nariz, e a evidência de lábios nas características bucais. Esses achados específicos seriam então montados para a qualificação de tamanho, forma, localização e orientação dessas características no cenário. Além disso, o teste requereria que nenhuma das características qualificadas aparecessem no fundo, de maneira que nossas mentes pudessem formar aparentes características faciais de imagens aleatórias, pois nossas mentes tem essa tendência.

Quando as imagens dessa sonda retornaram à Terra em Abril de 1998, todas as predições foram cumpridas. Isso era como predizer uma mão de 13 cartas específicas depois de uma embaralhada, exceto pelo fato de que para isso ter acontecido em Cydonia por acaso era de 1 chance em 1000 bilhões de bilhões! Isso não deixa dúvida em nossas mentes científicas acostumadas com o princípio prioritário de que a Face de Cydonia era uma estrutura artificial.

A Face de Marte e sua relação com estruturas artificiais vizinhas

 

HORN: Você poderia nos dar outro exemplo de outras coisas fora da origem natural de umas dessas características artísticas?

VAN FLANDERN: Sim. Uma das formas de animais vista em outro lugar de Marte nos lembra um puma, mas ele não é detalhado o bastante para nos persuadir e o limite da fotografia da sonda corta uma parte da imagem e não podemos ver o resto. Então o cientista que encontrou a imagem, J. P. Levasseur, predisse que a imagem era artificial apenas se a parte da imagem perdida completasse um animal em sua parte posterior, pernas e contendo a cauda de um puma se estendendo desde o exato ponto de onde está o corte da imagem. Qualquer coisa além disso, abriria um número ilimitado de possibilidades de isso indicar uma origem natural. Poucos anos depois, a sonda (por requerimento) fez outra imagem que incluía a área recortada da outra foto, e dessa vez mostrou por completo a imagem da parte posterior de um animal, com suas pernas e uma maravilhosa cauda nas exatas proporções se estendendo dos seus devidos lugares.

HORN: Então qual é a possível conexão entre os artefatos de Marte e a hipótese do planeta que explodiu narrada por você em seu site?

VAN FLANDERN: A explosão do corpo que orbitava o “mundo de água” de Marte há 3,2 milhões de anos atrás, produziu a mais recente mudança de polo em Marte, que moveu a Face de Cydonia do equador para sua atual localização, inclinando 35 graus. Isso nos diz que os construtores dessas incríveis características da superfície de Marte pré-datam a explosão, e que sua civilização chegou ao fim devido a essa explosão.

Ainda mais, não vemos evidências de uma civilização primária em Marte, fazendo desse mundo de água que explodiu como sendo o local dessa civilização. De fato, essa especulação faz sentido em vários níveis. Por exemplo: se projetarmos nossa própria civilização a alguns milênios a frente, viagens à nossa Lua será uma rotina para os turistas. A primeira coisa que os turistas vão querer fazer é estar a bordo de uma estação espacial em órbita para ter uma visão bem de perto de toda a Lua. Então será um passo natural para as muitas atividades na superfície lunar, telescópios, operações de mineraçãoo, laboratórios, centros de comunicação e todos os tipos de operações comerciais, para atrair os turistas e seus dólares ao exibirem construções em sua superfície que podem ser vistas da estação espacial em órbita. Então podemos projetar esse raciocínio de que o futuro de nossa Lua não será muito diferente do que vemos hoje em Marte, onde a superfície exibe o que pode melhor ser visto de uma estação espacial em órbita. No entanto, se essa era a função das imagens artísticas de Marte, isso implicaria que Marte era a lua dessa civilização, e não o seu planeta natal. E esse desapareceu numa explosão há 3,2 milhões de anos atrás, uma data que é determinada de maneira exata pelo período orbital das órbitas dos novos cometas [e é aqui que podemos entender que esses planeta que “explodiu” há “3,2 milhões de anos atrás” próximo a Marte possa ser o “Rahab” (também conhecido como “Orgulho/Soberba”) de Jó 26, de onde Deus expulsou a “serpente fugitiva”].

Será que a Disney Quase Deixou o Gato Sair da Caixa?

Perto do lançamento do filme Missão Marte, a Disney trabalhou com um exército de cientistas, astronautas e técnicos da NASA para produzir o script do filme. Logo depois, um bate-boca aconteceu entre a NASA e a Disney, pois parece que a agência espacial não tinha gostado do que o filma estaria a insinuar: da descoberta de uma antiga presença alienígena em Marte, onde uma “face” artificial tipo esfinge com formar piramidais perto dela (fotografadas pela sonda Viking Marte) havia descoberto, e de que um acobertamento de 25 anos perpetrado pela NASA e o governo dos EUA em união com outros poderes mundiais estariam esperando pelo “momento certo” para revelar seus achados. Até mesmo consultor oficial do Presidente Bill Clinton, Dick Morris, uma vez disse à sua secretária de que evidências documentadas de vida inteligente no passado existiu em Marte e estava guardada pelo exército dos EUA.

Uma coisa é certa: um acobertamento de proporções globais envolvendo a presença alienígena, no passado e no presente, que incluem lugares sobrenaturais, máquinas, aparelhos e entidades têm se tornado abundantemente convincentes nos anos atuais, como vemos nos testemunhos de astronautas e militares (incluindo generais, pilotos, especialistas em aviação e oficiais do governo), assim como documentos oficiais do governo e cartas liberadas através do Ato de Liberdade de Informação, cujas pilhas vão até o teto. Nenhuma pessoa sensata hoje em dia pode conhecer as evidências pesquisadas e duvidar de que alguém ou algo está operando por fora ou além do visão do homem comum, em junção com pelo menos algum membro da elite mundial. Acertar quem está no meio dessa conspiração não é só ter a NASA como alvo, ou outras administrações espaciais aeronáuticas como a Eurpean Space Agency, mas também o Vaticano. De uma certa maneira isso faz todo sentido. A Descoberta Oficial da então chamada inteligência extraterrestre e de mundos alienígenas habitáveis, que será anunciada em 2013 (já foi) de acordo com cientistas como Abel Mendez, que chefia o Planetary Habitability Laboratory na Universidade de Puerto Rico em Arecibo: “terá profundo efeito na humanidade”. Isso será verdade tanto psicologicamente quanto espiritualmente, e, devido à natureza do homem, a maioria das pessoas no mundo verão os tradicionais líderes religiosos ter que colocar a revelação desses exoplanetas e “alienígenas” (os quais acreditamos serem os enganosos anjos caídos) dentro do contexto. Sendo a Igreja mais poderosa da Terra com seu próprio corpo diplomático de embaixadores postados através de todas as nações industrializadas do mundo, o Vaticano está numa posição única e tem sido ativamente preparado para esse momento. De acordo com o Monsignor Corrado Balducci, que durante sua vida foi um exorcista, teólogo e membro da Cúria do Vaticano (o corpo governante em Roma), além de porta-voz oficial da Igreja sobre a atual realidade dos alienígenas, o Vaticano não apenas tem acompanhado de perto o fenômeno, mas também tem usado suas embaixadas (Nunciaturas) ao redor do mundo para, de maneira silenciosa, compilar evidências materiais sobre os extraterrestres e sua missão. O Vaticano nunca refutou essa revelação de Balducci, e numa futura evidência dessa pesquisa, em 1976, um advogado de alto escalão chamado Daniel Seehan (graduado em Harvard em leis de governamentais e divindade, e que serviu como conselheiro legal em vários casos famosos, incluindo o caso de Karen Silkwood, Irã-Contra, Three Mile Island, Watergate, e – com fundos de Laurance Rockfeller – até mesmo como conselheiro do famoso pesquisador dos fenômenos de abdução o Dr. John Mack) tentou quebrar e abrir os arquivos secretos sobre OVNI mantidos nos cofres da biblioteca do Vaticano. Se existe alguém que poderia ter tido acesso a esses arquivos, esse cara seria Sheehan, e adicionando à sua profissão legal, ele era conselheiro geral do Quartel General dos Jesuítas dos Estados Unidos em Washington DC. Ainda mais, seu requerimento foi pedido em nome do governo dos EUA e do então Presidente dos Estados Unidos, Jimmy Carter. Durante uma entrevista de rádio em 2001, Sheehan explicou o que aconteceu quando ele requereu o acesso aos arquivos mais altamente guardados do Vaticano:

…..CONTINUA…..

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