PAZ EM ISRAEL? O QUE A BÍBLIA DIZ SOBRE ISSO?

UMA TERRA DE PAZ NO ORIENTE MÉDIO: O QUE A BÍBLIA DIZ SOBRE ISSO?

 

Atualmente existe um desejo sem precedentes para a paz no oriente médio. O novo Secretário de Estado, John Kerry, está redefinindo a “diplomacia de perto” ao fazer visitas duas vezes na semana à Terra Santa. Concomitante a isso, a administração de Obama, as Nações Unidas e a Liga Árabe, parecem estar unidos num consenso de que essa é uma oportunidade histórica para resolverem longos conflitos entre Israel e Palestina. Os continentes distantes, de maneira coletiva, encorajam Israel a aceitar a iniciativa árabe de paz.

Os especialistas liberais estão chamando a renovada empreitada da administração Obama para a paz no Oriente Médio de uma “Janela de Oportunidade”. Será que esse é realmente um tempo oportuno para persuadir israelenses a desistirem de sua terra por uma paz ilusória, ou essa seria uma última tentativa de paz num caldeirão que só esquenta em relação a uma iminente guerra no Oriente Médio?

Atualmente, a prescrição internacional para comportar dois estados, judeus e palestinos, vivendo autonomicamente e pacificamente lado a lado, requer que Israel destrua os postos de comando judeus, pare com os assentamentos, desista das terras adquiridas depois de 1967, divida Jerusalém e permita que refugiados palestinos sejam proprietários de suas terras na Terra Santa. Esse refugiados são em número de milhões, e representam a segunda geração de uma população que mantém ódio e culpam os judeus por sua existência improvisada.

A perspectiva política é bem aparente de que a comunidade internacional vem crescentemente se simpatizando com o apelo palestino, mas indiferentes à política externa de Deus contida em Gênesis 12:3 e à resolução de estado único prescrita em Jeremias 12:14-17. Gênesis 12:3 nos mostra bênçãos sobre aqueles que abençoarem os descendentes israelitas de Abraão, mas amaldiçoa aqueles que se opuserem a eles. Jeremias 12:15-17 segue a mesma linha, declarando que Deus teria compaixão àqueles que apoiarem Israel, mas “arrancarei a tal nação, e a farei perecer”(os vizinhos de Israel que não cooperarem com os planos de Deus para a paz).

Esse artigo dá uma olhada bem de perto no que a Bíblia tem a dizer sobre os planos de paz no Oriente Médio entre Árabes e Judeus, ao invés de políticos.

O PLANO DE PAZ DE DEUS

 

A Bíblia prediz em Isaías 11:11, Ezequiel 36:22-24, Ezequiel 37:12 entre outros, de um tempo em que os judeus seria trazidos novamente para a Terra Prometida vindos das nações do mundo. Esse reagrupamento começou há seis décadas atrás em 14 de Maio de 1948 e continua até os dias de hoje. Possuindo visão onisciente, Deus já sabia que um conflito entre árabes e israelenses surgiria como resultado de tudo isso.

Em Jeremias 12:14-17 nos diz que num tempo em que os judeus estivessem retornando a Israel, a terra do oriente médio estaria sofrendo uma modificação geopolítica, pois Deus deseja restaurar os árabes, persas e judeus de volta aos seus lugares históricos de herança ancestral. Após a queda do Império Otomano em 1917, vimos esses eventos geopolíticos acontecerem de uma só vez para árabes, persas e judeus, com o aparecimento de seus estados:

Afeganistão 1919, Egito 1922, Arábia Saudita e Iraque 1932, Irã 1935, Líbano 1943, Síria e Jordânia 1946 e Israel 1948.

 

Os versículos de Jeremias deixam claro de que Deus iria trazer os judeus para dentro de Israel e exportar os árabes e persas para fora de Israel quando chegasse o tempo para a implementação de um estado único por Deus. Jeremias 12:14 se refere aos povos árabes e persas como “meus maus vizinhos, que tocam a minha herança que fiz herdar ao meu povo Israel”, em alusão à Terra Prometida dada ao patriarca judeu Abraão em Gênesis 15:18. Como dito antes, Deus tem intenção de compaixão com esses povos, que agirão por conformidade com Seu plano divino.

Como citei em meu livro: “Salmo 83 – A Profecia Perdida Revelada, Como Israel se Tornará a Próxima Superpotência do Oriente Médio”, muitos povos predominantemente islâmicos falharão em obediência. Essas nações e/ou entidades terroristas estão descritas em Salmos 83 e Ezequiel 38 e incluem, mas não estão limitadas a: palestinos, sírios, Hezbollah, Hamas, iranianos, libaneses, jordanianos, árabes, egípcios, irmandade muçulmana e turcos.

O PLANO DE PAZ SAUDITA

 

Pois até os teus irmãos, e a casa de teu pai, eles mesmos se houveram aleivosamente contigo; eles mesmos clamam após ti em altas vozes. Não te fies neles, ainda que te digam coisas boas. (Jeremias 12:6)

 

Na passagem acima, Jeremias parece alertar ao atual estado de Israel que não acreditem nas palavras mansas dos descendentes dos seus irmãos ancestrais. Não precisamos nem aprofundarmos este estudo bíblico, um resumo da interpretação disso seria:

Os sujeitos de Jeremias 12:6 são em sua maioria judeus, sauditas e palestinos. Os “irmãos” dos judeus da “casa de” seus pai hebreus Abraão, Isaac e Jacó eram Ismael e Esaú. Ismael era o meio-irmão de Isaac, e Esaú era o irmão gêmeo de Jacó. Jacó fora renomeado Israel em Gênesis 32:28, e Esaú fora também referido como Edom em Gênesis 36:1-9. Ambos Ismael em Gênesis 21:18 e Esaú em Gênesis 25:23 são prometidos a seres pais de nações. Ismael é geralmente associado hoje à Arábia Saudita, e Esaú com a Palestina.

A “multidão” formada pelos “irmãos” de Ismael e Edom seguem abaixo, como descritos em Salmos 83 e que futuramente iriam conspirar e destruir o estado judeu moderno, dizendo: “Vinde, e apaguemo-los para que não sejam nação, nem seja lembrado mais o nome de Israel.” (Salmos 83:4).

 

CONFEDERADOS DE SALMOS 83

Tendas de Edom                     Palestinos e Jordanianos do Sul

Ismaelitas                               Sauditas (pai Ismael dos Árabes)

Moabitas                                 Palestinos e Jordanianos Centrais

Hagarenos                              Egípcios (Matriarca Hagar do Egito)

Gebal                                       Hezbollah e Libaneses do Norte

Amom                                     Palestinos e Jordanianos do Norte

Ameleque                                Árabes da Área do Sinai

Filístia                                     Hamas da Faixa de Gaza

Tiro                                         Hezbollah e Libaneses do Sul

Assíria                                     Sírios e Iraquianos do Norte

As “palavras mansas” são enganosas e os judeus estão alertas em não confiarem nelas. Elas foram até mesmo escritas no plano de paz saudita iniciado na Conferência da Liga Árabe em Beirute em Março de 2002. Essa iniciativa de paz saudita prevê a criação de dois estados que favorece pesadamente os desejos palestinos. Em resumo eles querem que Israel saia dos territórios conquistados depois da Guerra dos Seis Dias em Junho de 1967 e providenciem o estabelecimento da um Estado Palestino tendo Jerusalém Oriental como sua capital. E ainda pedem o retorno de milhões de refugiados palestinos a Israel. Em troca, os estados árabes, como os listados em Salmos 83, estabeleceriam relações normais com Israel.

Parece tranquilo numa primeira análise, mas na verdade coloca Israel no caminho da destruição. Dar territórios como as Montanhas de Golan por exemplo, comprometeria a segurança de Israel contra ataques externos, e abrigar refugiados que odeiam Israel seria sujeitar o estado judeu a terrorismos e revoltas dentro dele. A conclusão de tudo isso é que os árabes não querem paz com os judeus; eles querem é outro Estado Árabe chamado Palestina e sentem que a única maneira de chegar a esse objetivo é destruindo a Israel de hoje. A solução árabe de dois estados colocaria os inimigos de Israel a um passo de sua destruição.

Jeremias parece alertar seus irmãos e irmãs descendentes judeus a hoje dizerem NÃO a essa solução de dois estados!

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